Orissa – Portas Abertas

22 09 2009

Portas Abertas_orissa

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Azerbaijão

24 07 2009

A República do Azerbaijão ou Azerbeijão é um país localizado no Cáucaso, na fronteira entre a Europa e a Ásia. Inclui uma área principal, junto ao Mar Cáspio, e o enclave de Nakichevan, a sudoeste. O território principal limita a norte com a Geórgia e a Rússia, a leste com o Mar Cáspio, do outro lado do qual se encontram as costas do Turquemenistão, a sul com o Irão e a oeste com a Arménia. A sua capital é Baku.

Considerada uma nação transcontinental, é membro do Conselho da Europa desde 25 de janeiro de 2001.

azerbaijao

Com base no crescimento demográfico atual, é pouco provável que o número de habitantes dobre antes de 2050. Há um equilíbrio entre a população urbana e a rural.

A capital, Baku, é a maior cidade, com quase dois milhões de habitantes, enquanto as outras não têm mais do que 350 mil pessoas.

O vizinho Irã tenta expandir sua influência espiritual sobre o Azerbaijão. Os azeris são como os xiitas iranianos, e estima-se que 25 milhões de iranianos tenham o azeri como sua primeira língua. Muitos grupos fundamentalistas islâmicos operam no país, ainda que ilegalmente. Como o governo azeri está ciente do crescimento dessa influência fundamentalista no país, a partir do Irã, ele acredita que o aumento no número de cristãos nativos pode causar alguma reação indesejável. Por isso, desestimula a conversão ao cristianismo.

Embora oficialmente exista liberdade religiosa, os muçulmanos são a força dominante no poder e têm demonstrado um sentimento anticristão cada vez mais forte depois da guerra contra a Armênia. Uma parcela significativa da população não segue nenhuma religião, fruto da profunda influência soviética.

Quando o Azerbaijão tornou-se uma república independente, havia apenas alguns convertidos no país, ligados aos cristãos russos e armênios. Durante e depois do conflito com a Armênia, a maioria dos armênios deixou o país.

A Igreja protestante russa, entretanto, desempenhou um papel na formação da jovem Igreja azeri. No passado, cristãos russos foram enviados pelo czar ao Azerbaijão, como punição. Esses cristãos começaram a pregar e a organizar igrejas lá. Na era soviética, tudo era proibido, mas a Igreja continuou a funcionar, clandestinamente. Com a abertura no começo da década de 1990, a Igreja formada por azeris começou a crescer. Estima-se que, em 1997, havia seis mil convertidos no país; até 2006, o número havia triplicado. A dependência da Igreja russa diminuiu, e a comunidade azeri torna-se rapidamente uma Igreja que sofre oposição das autoridades locais e nacionais, bem como da sociedade. Os cristãos azeris são considerados traidores, e associados da Armênia, inimiga da nação e considerada um país cristão.

Há provavelmente 20 mil cristãos nativos no país, a maioria da Igreja ortodoxa. Esse número cresceu bastante: em 1994 havia apenas 5 mil cristãos. Menos de mil são protestantes, a maioria deles batistas. Tais números são passíveis de mudanças constantes, uma vez que quase todos os cristãos são estrangeiros, especialmente russos e armênios. Convertidos entre a população local somam menos de uma centena.

Embora a Constituição garanta a liberdade de consciência e religião, todas as comunidades religiosas são obrigadas a se registrar. Para a minoria cristã, é quase impossível obter o registro. A maioria das igrejas protestantes opera ilegalmente, sendo restringidas para operar em público e para obter livros cristãos. Isso as torna vulneráveis a perturbações e perseguição.

O avivamento islâmico tem tornado os azeris menos abertos ao cristianismo. No final da década de 90, o governo praticamente iniciou uma operação de guerra contra os convertidos, utilizando tanto uma pressão direta – interrogatórios, perseguição, demissão, restrições quanto à distribuição de materiais cristãos – quanto indireta, ao incitar a população contra os convertidos.

Os protestantes enfrentam inúmeras dificuldades no Azerbaijão, onde a maioria da população azeri é de origem muçulmana. Alguns clérigos e oficiais do governo muçulmanos têm expressado de forma veemente sua desaprovação à liberdade de atuação dos cristãos.

Apesar da fome espiritual e da abertura das pessoas, 90% dos que se interessam pelo evangelho desistem de segui-lo assim que sofrem pressão de seus empregadores e familiares. O custo de perder o emprego ou de ser rejeitado pelos parentes e amidos, parece alto demais para eles.

Os convertidos azeris são intimidados pela sociedade, e quase sempre são alvo dos ataques da mídia. Eles são retratados como criminosos e traidores do país. Os empregadores não se mostram interessados em manter cristãos como seus funcionários.

Problemas com as permissões para religiosos estrangeiros servirem às congregações cristãs parecem ter sido resolvidos. Dois pastores estrangeiros conseguiram vistos para continuar seu trabalho nas igrejas.

Apesar das intermitentes dificuldades acima relatadas, os batistas afirmam que pretendem continuar seu trabalho evangelístico: “Pedimos que orem por nós para que o Senhor nos inspire a pregar sem medo as boas novas de Cristo a todo o momento”.

Fontes: Wikipédia e Portas Abertas





Turquia

24 07 2009

A Turquia (Türkiye, em turco), cujo nome oficial é República da Turquia (Türkiye Cumhuriyeti), é um país eurasiático constituído por uma pequena parte europeia, a Trácia, e uma grande parte asiática, a Anatólia. Limita com oito países: a Bulgária a noroeste, a Grécia a oeste, a Geórgia a nordeste, a Arménia, o Irão e o Nakichevan azerbaijano a leste, e o Iraque e a Síria a sudeste. É banhada pelo Mar Negro ao norte, pelo Egeu e o Mar de Mármara a oeste e pelo Mediterrâneo ao sul. Sua capital é Ancara.

Nos termos da constituição turca, a Turquia é uma república democrática, secular e constitucional cujo sistema político foi estabelecido em 1923, após o fim do Império Otomano. Atualmente, negocia sua adesão como membro pleno da União Europeia.

A Turquia e seus Estados antecessores foram uma ponte entre as culturas ocidental e oriental e o centro de diversas grandes civilizações.

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A história do povo da Turquia remonta ao início da Idade Média, quando nômades turcos vagavam pela Ásia Central e pela Mongólia, vivendo em tendas e cultuando a natureza.

Com a conquista da região pelos abássidas no século VII, muitos turcos se converteram ao islamismo e migraram ao Ocidente. No século XI, sob o governo dos seljúcidas, os turcos substituíram os árabes no controle da Ásia Menor e da Mesopotâmia, e continuaram sua expansão em direção ao noroeste, ameaçando o Império Bizantino e originando o Império Otomano.
Expandindo seus domínios, os seljúcidas interferiram na tradicional peregrinação à Jerusalém, o que provocou o início das Cruzadas.

O apogeu do Império Otomano se deu no reinado de Solimão I, que subiu ao poder em 1520 e liderou os exércitos turcos chegando à Viena, na Áustria. A decadência do domínio turco iniciou-se no século XVII e durou até o fim da I Guerra Mundial, quando a Turquia, aliada da Alemanha, foi derrotada e perdeu suas possessões no Oriente Médio e na África.

Após o armistício, os nacionalistas turcos ganharam poder, expulsando os gregos que haviam invadido o país, e proclamando a República em 1923. A nova nação tomou algumas medidas revolucionárias, como a abolição do sultanato, a reforma legislativa, a adoção do alfabeto romano e a anulação do artigo constitucional que declarava o islamismo a religião oficial da Turquia.

A Turquia juntou-se às Nações Unidas em 1945 e, em 1952, tornou-se membro da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN). Na última década, o país sofreu muitas reformas que fortaleceram sua democracia e economia, possibilitando, com isso, negociações para ser membro da União Europeia. A Constituição, de 1982, estabelece o país como um Estado secular, e concede liberdade de crença e culto, e disseminação privada de ideias religiosas.

A Constituição garante liberdade religiosa e, geralmente, o governo respeita esse direito na prática. Ainda que o proselitismo seja legal no país, muçulmanos, cristãos e baha’is enfrentam algumas restrições e prisões ocasionais sob a acusação de praticá-lo ou de praticar reuniões não-autorizadas.

Respeitar a liberdade religiosa dos não-muçulmanos é essencial para a concretização da expectativa da Turquia em participar da União Europeia. Portanto, a reforma de leis contra igrejas cristãs tem sido facilitada, e o preconceito antiocidental retirado de textos didáticos das escolas. A atual liderança do partido Justiça e Desenvolvimento (AK) chegou até a restaurar uma antiga Igreja armênia no leste da Turquia, ignorando as objeções dos seus membros mais religiosos.

Mas, ao mesmo tempo, o sentimento anticristão está no ar. Existe um popular seriado de televisão chamado “Vale dos Lobos”, que apresenta cenas que depreciam os cristãos. A série retrata um adolescente convocado por um grupo nacionalista a matar um editor de livros cristãos, e alguns episódios passam a ideia de que missionários cristãos são inimigos da sociedade e culpados por ligações com organizações criminosas que praticam tráfico de órgãos e prostituição.

Um novo ultra-nacionalismo mesclado com militância islâmica tem causado numerosos ataques contra cristãos nos últimos anos em toda a Turquia. Na região do Mar Negro, adolescentes desempregados estão especialmente inclinados a isso. “O empenho dos cristãos está crítico”, diz Husnu Ondul, presidente da sede da Associação Turca dos Direitos Humanos de Ancara.

Fontes: Wikipédia e Portas Abertas





Mauritânia

21 07 2009

A Mauritânia (em árabe: موريتانيا; transl. Mūrītāniyā), oficialmente República Islâmica da Mauritânia (الجمهورية الإسلامية الموريتانية, transl. Al-Jumhūriyyah al-Islāmiyyah al-Mūrītāniyyah) é um país situado no noroeste da África. Situa-se na região do deserto do Saara, e faz fronteira com o oceano Atlântico a oeste, com o Senegal a sudoeste, Mali a leste e sudeste, com a Argélia a nordeste e com o Saara Ocidental a noroeste. Recebeu o nome da antiga província romana da Mauritânia, que posteriormente batizou um reino berbere da região. A capital e maior cidade é Nouakchott, localizada na costa do Atlântico.

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A Mauritânia foi uma colônia francesa por séculos, mas obteve sua independência em 1960. Em 1984, Maaouya Ould Sid Ahmed Taya tomou o poder em um golpe, e governou a Mauritânia com mão-de-ferro por mais de duas décadas. Uma série de eleições presidenciais realizada por ele foi vista amplamente como fraude. Uma junta militar assumiu o poder no agosto de 2005, derrubou Taya, dissolveu o parlamento, suspendeu partes da Constituição e formou um governo de transição.

Em 19 de abril de 2007, a junta e o governo de transição entregaram o controle a Abdallahi, eleito democraticamente para a presidência. O presidente Abdallahi convocou o parlamento, devolvendo a ordem constitucional ao país. Mas em agosto de 2008 o Exército depôs Abdallahi em um golpe de Estado e formou um conselho de Estado para dirigir a Mauritânia. O fato aconteceu depois de o presidente tentar demitir antigos comandantes do Exército. O novo governo enfatizou a redução da pobreza, melhora da saúde e da educação e a privatização da economia.

O cristianismo chegou à Mauritânia no início do século XX por meio de padres católicos e missionários. Os cristãos não chegam a 1% da população, somando apenas cerca de mil pessoas.

Há protestantes na capital, mas eles não têm sido capazes de iniciar nenhum trabalho de peso no país. A maior parte da atividade evangelística é dirigida a trabalhadores imigrantes da África subsaariana. Não há igreja liderada por mauritanos. Os cristãos do país não conhecem muito do cristianismo, e têm princípios bastante influenciados pelo islamismo. Há missionários no país. Todos eles estão envolvidos com o trabalho de organizações não governamentais (ONGs), ou possuem um emprego secular para garantir seu sustento.

As leis proíbem os mauritanos de ouvir o evangelho ou de se converter ao cristianismo. O governo se encarrega de manter o cristianismo longe do povo. A lei diz que a apostasia (abandono do islamismo) resultará na morte do convertido, embora essa sentença não tenha sido executada (formalmente) nos últimos anos.

Há também artigos na lei de imprensa que restringem a impressão, a distribuição e a importação de materiais religiosos não-islâmicos, embora a posse pessoal desses materiais não seja ilegal.

A divisão da sociedade em tribos e castas dificulta ainda mais a vida dos convertidos. A tribo da qual o indivíduo faz parte é mais importante do que o país, pois as tribos existem bem antes de o país se formar. A atitude de se converter ao cristianismo é vista pela tribo como uma negação dos valores e da identidade do grupo. Isso faz com que alguns não queiram se converter, e que os convertidos não queiram revelar sua nova fé.

Novos convertidos são rejeitados pela família e pela tribo, e membros da tribo podem ser encontrados em praticamente qualquer lugar. As pessoas de origem cristã também sofrem opressão severa em sua comunidade.

Fontes: Portas Abertas e Wikipédia





Tunísia

21 07 2009

A Tunísia (Tūnis – تونس) é um país do norte de África, limitado a norte e a leste pelo Mar Mediterrâneo, através do qual faz fronteira com a Itália, ficando especialmente próxima da ilha de Pantalaria e das ilhas Pelágias, a leste e a sul pela Líbia e a oeste pela Argélia. Capital: Túnis.

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Os fenícios colonizaram a Tunísia por volta do ano 1000 a.C., estabelecendo na cidade de Cartago um importante centro comercial para o Mediterrâneo.

Séculos mais tarde, por volta de 200 a.C., os romanos conquistaram a região e a anexaram ao seu império, permitindo que o cristianismo chegasse à Tunísia assim que surgiu. No entanto, exércitos islâmicos dominaram a região e grande parte do Norte da África no século VII, erradicando completamente toda a influência cristã. O domínio muçulmano perdurou por vários séculos, até que os conflitos com nações europeias tiveram início.

Em 1880, tropas francesas invadiram a Tunísia e, três anos depois, o país tornava-se um protetorado da França. A influência francesa permeou a nação e deixou uma profunda marca, mas o sentimento nacionalista acabou prevalecendo e levando a Tunísia à sua independência em 1956. Nos primeiros anos, a Tunísia declarou-se república e entrou em conflito com a França inúmeras vezes. Com o passar do tempo, a estabilidade foi finalmente alcançada e o país pôde dar continuidade a sua aproximação com o mundo árabe.

O sistema democrático do país é frágil. Partidos muçulmanos foram banidos, mas o presidente deve ser islâmico. O presidente Zine el Abidine está cumprindo o seu quarto mandato de cinco anos.

O cristianismo chegou ao território da Tunísia no final do século I e foi profundamente marcado pelo cisma donatista – um notável movimento herético desencadeado pelo bispo Donato de Cartago, no século IV.

Embora o islamismo tenha varrido a Tunísia no século VII, o cristianismo ainda conseguiu sobreviver na região por mais 300 anos. No século XIII, uma nova Igreja foi implantada no país por missionários franciscanos e dominicanos.

Atualmente, há aproximadamente 25 mil cristãos no país, a maioria dos quais é de católicos franceses ou refugiados libaneses. Amedrontados e isolados, os cristãos de cidadania tunisiana somam apenas alguns milhares e, por serem carentes de treinamento teológico, são presas fáceis da perseguição.

A Constituição tunisiana declara o islamismo a religião oficial do país e determina que o chefe de Estado seja muçulmano. Por outro lado, ela também assegura a liberdade de consciência e protege o livre exercício de culto, desde que não perturbe a ordem pública.

Essa postura tem sido administrada diante do crescente fundamentalismo islâmico no país e o governo proíbe a evangelização, embora haja tolerância ao culto cristão. O islamismo, enraizado na sociedade, cria significativas barreiras culturais à conversão.

Fontes: Wikipédia e Portas Abertas





Zanzibar

20 07 2009

Hoje, 20 de julho, é o dia de orarmos pelo 31º país na classifação por perseguição. Zanzibar é nome dado ao conjunto de duas ilhas ao largo da costa da Tanzânia, na margem leste africana, que foram um estado semi-autônomo. As duas ilhas são chamadas Unguja (em swahili) ou Zanzibar e Pemba.

A capital das ilhas fica em Unguja e tem igualmente o nome de Zanzibar. A parte antiga da cidade chama-se “Cidade de Pedra” (Stone Town ou Mji Mkongwe, em kiSwahili) e é um sítio tombado pelo Patrimônio Mundial.

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Em 1844, os missionários e exploradores alemães Johann Krapf e Johan Rebmann chegaram à área como os representantes da Sociedade da Igreja Missionária, fundada na Inglaterra. Após eles, a Igreja Católica chegou ao país, na década de 1850.

Desde aquela época até hoje, a Igreja foi estabelecida, mas nunca cresceu. Isso aconteceu por causa da presença histórica do islã e do impulso missionário que é enfocado na Tanzânia, e não nas ilhas sob seu governo.

A ilha de Unguja tem apenas 25 igrejas. Em Tumbatu não há igrejas. Um pastor abriu uma escola tempos atrás, mas extremistas forçaram as autoridades da ilha a fechá-la. Há só quatro igrejas na ilha de Pemba, onde os cristãos sofrem a enorme opressão devido ao extremismo islâmico.

A principal fonte de perseguição tem sido o extremismo islâmico, presente em algumas da ilhas.

A ilha de Pemba possui 13 cadeiras do parlamento, e todos foram ocupados recentemente por membros do partido Frente Unida Cívica, cuja visão é fazer de Zanzibar um Estado islâmico, e levá-lo de volta à influência de um governo árabe.

A Igreja, em geral, enfrenta muitas lutas. Os cristãos têm dificuldades em registrar seus templos, comprar terrenos, receber educação e encontrar emprego. A evangelização dos muçulmanos ainda é extremamente difícil.





Sudão

19 07 2009

O Sudão é o maior país da África e localiza-se no centro-leste do continente, faz fronteira com o Egito, com a Líbia, com Chade, com a Eritréia, com Etiópia, com Quênia, Com Uganda, com Congo e com a República Centro Africana.

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Após obter sua autonomia, o país foi devastado por uma guerra civil que começou em 1983 e dura, de certa forma, até hoje. O estopim foi a introdução da sharia (lei islâmica) em todo o território sudanês.

Isso desagradou o sul do país, habitado por cristãos e animistas, que se revoltou contra o norte, de maioria muçulmana, e procura a separação do restante do país.

O governo, localizado no norte, não aceita a separação, uma vez que as riquezas naturais do país, como o petróleo, se encontram no sul do Sudão.

O conflito entre o norte e o sul já causou a morte de 1,5 milhão de pessoas.

O Sudão é um dos países mais pobres do mundo e os cristãos são os que se encontram em pior situação. Os combatentes desalojam a população civil, roubam os rebanhos e incendeiam vilarejos. Além disso, terras férteis estão improdutivas em função da constante movimentação da população que foge das áreas de conflito.

As recentes políticas financeiras e investimento em novas infrastruturas não evitam que o Sudão continue a ter graves problemas econômicos. Desde 1997 que o Sudão tem vindo a implementar medidas macroeconômicas aconselhadas pelo FMI. Começaram a exportar petróleo em 1999; a produção crescente desde produto (atualmente 520.000 barris por dia) deu uma nova vida à indústria Sudanesa, e fez com que o PIB subisse 6.1% em 2003.

Apesar de todos os desenvolvimentos econômicos mais recentes derivados da produção petrolífera, a agricultura continua a ser o sector econômico mais importante do Sudão. Emprega 80% da força de trabalho e contribui com 39% para o PIB. Este aparente bem estar econômico é quase irrelevante; a população vive abaixo da linha de pobreza muito por causa da guerra civil e do clima muito seco.

Atualmente, o país é lar de oito milhões de cristãos, mais de 20% da população. A existência da Igreja no sul tem sido ameaçada pela influência do governo islâmico de Cartum. No sul, onde estão 5,5 milhões de cristãos, as religiões tradicionais africanas – em especial a bruxaria – também ameaçam o cristianismo.

A Igreja tem sido perseguida durante os últimos 50 anos, especialmente nos Montes Nuba, onde reside a maior parte dos cristãos.

Apesar do acordo de paz, o governo islâmico influencia a população, que se volta contra a evangelização e conversão de muçulmanos.

No sul, onde vive boa parte dos cristãos sudaneses, o que preocupa a Igreja é um movimento rebelde da Uganda, chamado de Exército de Resistência do Senhor. Esse grupo costuma atacar vilas no sul do país, onde fica a fronteira entre os dois países.

No entanto, nos últimos sete anos, tem se notado que os incidentes de violência contra cristãos têm diminuído.





Bangladesh

19 07 2009

Bangladesh fica a leste da Índia, faz fronteira com Mianmar, com a Índia e com Nepal.

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A população de Bangladesh é de aproximadamente 161 milhões de habitantes, sua capital é Daca e é a sétima nação mais populosa do planeta.

A maior parte do povo bengalês vive nas regiões rurais: menos de 30% dos habitantes reside nas cidades.

Um terço da população tem idade inferior a 15 anos. Apenas 2% da população é constituída de grupos minoritários, sejam tribais ou estrangeiros. Os outros 98% são de pessoas da etnia bengali.

No que se refere à religião, os bengaleses dividem-se em muçulmanos e hindus.
Um terço da população tem idade inferior a 15 anos. Apenas 2% da população é constituída de grupos minoritários, sejam tribais ou estrangeiros. Os outros 98% são de pessoas da etnia bengali.

No que se refere à religião, os bengaleses dividem-se em muçulmanos e hindus.

Bangladesh é uma das nações mais pobres do mundo. O país sofre com a superpopulação e com os constantes desastres naturais – como ciclones e inundações implacáveis – que resultam em grande número de mortes.

O pequeno número de cristãos (0,84% da população) e a divisão em pelo menos 32 denominações têm enfraquecido sobremaneira a posição cristã. Nem os católicos nem os protestantes estão envolvidos fortemente com o evangelismo. Ao longo dos anos, a atuação cristã tem se concentrado mais na esfera da educação.

A Igreja em Bangladesh sobrevive em meio à dificuldade. As atividades evangelísticas cresceram com as mais de cem novas igrejas formadas por ex-muçulmanos, acrescentadas apenas em 2007.

O governo bengalês prudentemente decidiu não colocar em risco a ajuda ocidental que recebe e não adotou um processo aberto de islamização do país. Mas países islâmicos participam do programa nacional de ajuda humanitária, afetando políticas em detrimento dos convertidos e de outras organizações cristãs.

Apesar de os muçulmanos fundamentalistas constituírem uma minoria, eles se esforçam incansavelmente para pressionar o governo atual a adotar o rigoroso cumprimento da sharia (lei islâmica). Eles são a maior fonte de opressão à Igreja.

Há grupos islâmicos que vão de porta em porta na tentativa de convencer os convertidos a voltarem ao islã.

A maior parte da perseguição se dá na zona rural. A influência dos clérigos muçulmanos é forte em muitas dessas comunidades. Novos convertidos tornam-se, então, vítimas da perseguição, e são socialmente marginalizados. Em muitos casos são agredidos, proibidos de ter acesso aos poços artesianos da vila, e coagidos a renunciar sua fé.

Que o Senhor possa suprir as necessidades dos nossos irmãos em Bangladesh, tanto materiais como espirituais.





Somália

17 07 2009

A Somália (em somali Soomaaliya; em árabe الصومال‎, transl. aṣ-Ṣūmāl), oficialmente República Somali (Jamhuuriyadda Soomaaliya), é um país africano do Corno de África (ou Chifre de África), limitado a norte por Djibouti e pelo Golfo de Aden, do outro lado do qual se encontra o Iémen, a leste e a sul pelo oceano Índico, por onde faz fronteira com um arquipélago iemenita dominado pela ilha de Socotorá e a oeste pelo Quénia e pela Etiópia. Sua capital é Mogadíscio.

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 É difícil contabilizar a população somali. O último censo foi realizado pelo governo em 1975; a partir daí só há estimativas, que devem ainda levar em conta o número de nômades e o movimento de refugiados, que fogem da fome e da guerra entre os clãs.

A maioria da população pertence à etnia somali, que se divide em inúmeros clãs. Os quatro maiores clãs – dir, daarwood, hawiye e isxaaq -, no entanto, respondem por aproximadamente três quartos da população do país. Os outros clãs, considerados inferiores, agrupam 20% dos somalis localizados no sul, e uma minoria pertence à etnia banta.

O islamismo é a religião oficial da Somália e, com raras exceções, a maioria dos somalis segue a tradição sunita. Há alguns hindus entre os indianos que trabalham no país.

 A Somália é uma das nações mais pobres do mundo. Após anos de guerra civil, a economia entrou em colapso e é controlada por uma minoria que explora o narcotráfico, a venda de armas e o comércio de alimentos. A maioria dos somalis vive da pecuária e da agricultura de subsistência, e depende dos programas de ajuda humanitária.

A fome atingiu proporções catastróficas (75% da população segundo a FAO em 1997). Nos anos seguintes a situação piorou: a guerra civil, que dividiu o território em lugares em poder dos grupos inimigos, secas colossais atingiram a região do Chifre da África e destruiram lavouras inteiras. Muitos homens e seus animais ficaram sem água nem comida. Para piorar, não existem meios seguros de distribuição.

Os primeiros missionários cristãos chegaram à Somália em 1881. Em quase um século de trabalho, eles conseguiram algumas centenas de convertidos, até que foram obrigados a se retirar do país em 1974.

Há um pequeno número de somalis convertidos ao cristianismo morando na Somália, e muitos foram assassinados nos últimos anos por radicais islâmicos que juraram acabar com todos os somalis cristãos.

A falta de lei no país (não há Constituição, por exemplo) abre espaço para o crescimento do extremismo religioso, que é o grande responsável pela perseguição aos cristãos somalis.

Há uma Carta de direitos do governo de transição, mas ela não possui restrições ou proteções à liberdade religiosa. Duas regiões no país – Somalilândia e Puntlândia – adotaram o islamismo como a religião oficial. Em ambas as regiões, os muçulmanos não podem abandonar o islamismo, sob pena de morte.

Extremistas têm acusado organizações cristãs de ajuda humanitária de aproveitarem o caos no país para divulgar o evangelho. Tais acusações acabam atraindo a atenção da mídia e levando a ataques públicos contra os cristãos por parte dos jornais locais. Além disso, os partidos políticos muçulmanos têm publicado relatórios que detalham os programas evangelísticos e advertem severamente o povo somali a manter distância de tais atividades.

Fontes: Portas Abertas e Wikipédia

Nos lembremos sempre da Somália, que necessita muito do nosso clamor em todos os aspectos (sociais, econômicos, religioso, etc)





Síria

16 07 2009

Síria (em árabe: سورية sūriyyaħ ou سوريا sūriyā ), oficialmente República Árabe da Síria (em árabe: الجمهورية العربية السورية al-jumhūriyyaħ al-ʕarabiyyaħ as-sūriyyaħ ), é um país árabe no Sudoeste Asiático, e faz fronteira com o Líbano e o Mar Mediterrâneo a oeste, Israel no sudoeste, Jordânia no sul, Iraque a leste, e Turquia no norte.

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 Há indícios de que existiam cristãos na Síria antes mesmo da conversão do apóstolo Paulo, já que ele estava a caminho de Damasco para capturar possíveis cristãos quando se converteu (Atos 9.1-19).

A Igreja Ortodoxa Grega afirma que sua história na região remonta à época da queda de Jerusalém, quando o centro do cristianismo no oriente passou a ser a cidade de Antioquia. Embora estivesse localizada no atual território da Turquia, Antioquia exercia influência sobre a Síria devido à sua proximidade geográfica. Católicos e protestantes só se estabeleceram na Síria a partir do século XVIII.

A influência do cristianismo ocidental sobre o país tornou-se forte a partir de 1890, principalmente devido à influência das escolas cristãs sobre os governantes sírios. As igrejas evangélicas, caracterizadas pelas atividades evangelísticas, têm mudado a comunidade cristã do país, apesar das pressões que sofre.

A Constituição garante liberdade religiosa. É normal que as cerimônias religiosas sejam anunciadas pelo toque dos sinos, alto falantes podem ser usados para que os cultos sejam ouvidos nas ruas, e as lojas cristãs podem fechar aos domingos. As igrejas registradas no governo são respeitadas na sociedade e sua situação é bem aceitável.

Mas, se por um lado, o governo está aberto ao cristianismo e às igrejas, por outro, ele possui laços com grupos fundamentalistas que são contrários aos cristãos. As autoridades tentam controlar tudo no país, e a polícia secreta está em todo lugar. Para quem anda de acordo com o sistema, não há nadar a temer. Mas quem o desobedece sofre oposição. Evangelizar, por exemplo, é proibido pelo sistema.

Então, se os cristãos não perturbarem a ordem e a harmonia social, eles possuem liberdade para realizar seus cultos.

Os ex-muçulmanos sofrem com a desconfiança que paira na sociedade, causada pela polícia secreta. Eles têm medo de contar sua história às pessoas, mesmo aos amigos. E a Igreja, por sua vez, tem medo de receber esses convertidos, pois desconfia que possam ser agentes do governo disfarçados – o que não é impossível de acontecer.

Há também a pressão que a família e a sociedade aplicam aos que abandonam o islamismo. Essas convenções sociais fazem com que a conversão de um muçulmano ao cristianismo seja muito rara. Em muitos casos, a pressão social força os que se comprometeram em tais conversões a se mudarem para o interior ou a deixarem o país a fim de praticar sua nova religião abertamente.

Fontes: Wikipédia e Portas Abertas

Oremos pela Síria neste dia dedicado à ela. Que a parcial liberdade se torne total.