Curso: Fundamentos em Desenvolvimento Comunitário

2 09 2009

A paz queridos…

Pensando na situação de milhares de brasileiros a JOCUM Recife está oferecendo o curso de Fundamentos em Desenvolvimento Comunitário.

O curso oferece um entendimento maior sobre o que significa desenvolvimento comunitário através de uma perspectiva bíblica. Com esse entendimento, ele pode ser um facilitador no processo de transformação social, ajudando a comunidade a alcançar as intenções de Deus para eles e encontrarem seu próprio destino.

Alguns dos Temas Abordados:

Dinâmica de Equipe
Cosmovisão Bíblica
Igreja Local e Desenvolvimento
Investigação Comunitária
Ministérios Transculturais
Desenvolvimento Econômico

 Início da Escola: 20 de Setembro de 2009

 Outras Informações:

Fone: 81 3458-5811 e jocumrecife.training@gmail.com




Sudão

19 07 2009

O Sudão é o maior país da África e localiza-se no centro-leste do continente, faz fronteira com o Egito, com a Líbia, com Chade, com a Eritréia, com Etiópia, com Quênia, Com Uganda, com Congo e com a República Centro Africana.

sudan_flag

Após obter sua autonomia, o país foi devastado por uma guerra civil que começou em 1983 e dura, de certa forma, até hoje. O estopim foi a introdução da sharia (lei islâmica) em todo o território sudanês.

Isso desagradou o sul do país, habitado por cristãos e animistas, que se revoltou contra o norte, de maioria muçulmana, e procura a separação do restante do país.

O governo, localizado no norte, não aceita a separação, uma vez que as riquezas naturais do país, como o petróleo, se encontram no sul do Sudão.

O conflito entre o norte e o sul já causou a morte de 1,5 milhão de pessoas.

O Sudão é um dos países mais pobres do mundo e os cristãos são os que se encontram em pior situação. Os combatentes desalojam a população civil, roubam os rebanhos e incendeiam vilarejos. Além disso, terras férteis estão improdutivas em função da constante movimentação da população que foge das áreas de conflito.

As recentes políticas financeiras e investimento em novas infrastruturas não evitam que o Sudão continue a ter graves problemas econômicos. Desde 1997 que o Sudão tem vindo a implementar medidas macroeconômicas aconselhadas pelo FMI. Começaram a exportar petróleo em 1999; a produção crescente desde produto (atualmente 520.000 barris por dia) deu uma nova vida à indústria Sudanesa, e fez com que o PIB subisse 6.1% em 2003.

Apesar de todos os desenvolvimentos econômicos mais recentes derivados da produção petrolífera, a agricultura continua a ser o sector econômico mais importante do Sudão. Emprega 80% da força de trabalho e contribui com 39% para o PIB. Este aparente bem estar econômico é quase irrelevante; a população vive abaixo da linha de pobreza muito por causa da guerra civil e do clima muito seco.

Atualmente, o país é lar de oito milhões de cristãos, mais de 20% da população. A existência da Igreja no sul tem sido ameaçada pela influência do governo islâmico de Cartum. No sul, onde estão 5,5 milhões de cristãos, as religiões tradicionais africanas – em especial a bruxaria – também ameaçam o cristianismo.

A Igreja tem sido perseguida durante os últimos 50 anos, especialmente nos Montes Nuba, onde reside a maior parte dos cristãos.

Apesar do acordo de paz, o governo islâmico influencia a população, que se volta contra a evangelização e conversão de muçulmanos.

No sul, onde vive boa parte dos cristãos sudaneses, o que preocupa a Igreja é um movimento rebelde da Uganda, chamado de Exército de Resistência do Senhor. Esse grupo costuma atacar vilas no sul do país, onde fica a fronteira entre os dois países.

No entanto, nos últimos sete anos, tem se notado que os incidentes de violência contra cristãos têm diminuído.





Somália

17 07 2009

A Somália (em somali Soomaaliya; em árabe الصومال‎, transl. aṣ-Ṣūmāl), oficialmente República Somali (Jamhuuriyadda Soomaaliya), é um país africano do Corno de África (ou Chifre de África), limitado a norte por Djibouti e pelo Golfo de Aden, do outro lado do qual se encontra o Iémen, a leste e a sul pelo oceano Índico, por onde faz fronteira com um arquipélago iemenita dominado pela ilha de Socotorá e a oeste pelo Quénia e pela Etiópia. Sua capital é Mogadíscio.

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 É difícil contabilizar a população somali. O último censo foi realizado pelo governo em 1975; a partir daí só há estimativas, que devem ainda levar em conta o número de nômades e o movimento de refugiados, que fogem da fome e da guerra entre os clãs.

A maioria da população pertence à etnia somali, que se divide em inúmeros clãs. Os quatro maiores clãs – dir, daarwood, hawiye e isxaaq -, no entanto, respondem por aproximadamente três quartos da população do país. Os outros clãs, considerados inferiores, agrupam 20% dos somalis localizados no sul, e uma minoria pertence à etnia banta.

O islamismo é a religião oficial da Somália e, com raras exceções, a maioria dos somalis segue a tradição sunita. Há alguns hindus entre os indianos que trabalham no país.

 A Somália é uma das nações mais pobres do mundo. Após anos de guerra civil, a economia entrou em colapso e é controlada por uma minoria que explora o narcotráfico, a venda de armas e o comércio de alimentos. A maioria dos somalis vive da pecuária e da agricultura de subsistência, e depende dos programas de ajuda humanitária.

A fome atingiu proporções catastróficas (75% da população segundo a FAO em 1997). Nos anos seguintes a situação piorou: a guerra civil, que dividiu o território em lugares em poder dos grupos inimigos, secas colossais atingiram a região do Chifre da África e destruiram lavouras inteiras. Muitos homens e seus animais ficaram sem água nem comida. Para piorar, não existem meios seguros de distribuição.

Os primeiros missionários cristãos chegaram à Somália em 1881. Em quase um século de trabalho, eles conseguiram algumas centenas de convertidos, até que foram obrigados a se retirar do país em 1974.

Há um pequeno número de somalis convertidos ao cristianismo morando na Somália, e muitos foram assassinados nos últimos anos por radicais islâmicos que juraram acabar com todos os somalis cristãos.

A falta de lei no país (não há Constituição, por exemplo) abre espaço para o crescimento do extremismo religioso, que é o grande responsável pela perseguição aos cristãos somalis.

Há uma Carta de direitos do governo de transição, mas ela não possui restrições ou proteções à liberdade religiosa. Duas regiões no país – Somalilândia e Puntlândia – adotaram o islamismo como a religião oficial. Em ambas as regiões, os muçulmanos não podem abandonar o islamismo, sob pena de morte.

Extremistas têm acusado organizações cristãs de ajuda humanitária de aproveitarem o caos no país para divulgar o evangelho. Tais acusações acabam atraindo a atenção da mídia e levando a ataques públicos contra os cristãos por parte dos jornais locais. Além disso, os partidos políticos muçulmanos têm publicado relatórios que detalham os programas evangelísticos e advertem severamente o povo somali a manter distância de tais atividades.

Fontes: Portas Abertas e Wikipédia

Nos lembremos sempre da Somália, que necessita muito do nosso clamor em todos os aspectos (sociais, econômicos, religioso, etc)





China

29 06 2009

A China, 12º lugar em perseguição, é o terceiro maior país do mundo e possui a maior população do planeta: 1,34 bilhões. Além disso, as maiores altitudes do globo encontram-se em seu território. A maior parte da população chinesa vive na região leste, concentrada principalmente em 42 grandes cidades, todas com mais de um milhão de habitantes.

china

A cada ano, nascem aproximadamente 16 milhões de pessoas na China.

Os chineses se comunicam em mais de 600 dialetos e se dividem em quase 200 grupos étnicos, dos quais 55 são oficialmente reconhecidos. Mais de 90% da população é alfabetizada. Embora a China seja uma das economias que mais crescem no mundo, 130 milhões de chineses estão abaixo da linha de pobreza, e a renda per capita anual é inferior a US$ 500 (Fonte: Portas Abertas)

As perseguições são muitas: multas, confisco de bíblia, destruição de templos, evangelistas detidos, interrogados, aprisionados e torturados. Leis religiosas que vigoram desde 2005 aumentaram a pressão contra determinados grupos e 2008, ano das olimpíadas, por contas das medidas de segurança introduzidas nessa época,  foi marcado por detenções em massa de membros de igreja e processos contra pastores. Muitos missionários “aproveitaram” as Olimpíadas para entrar na China.

Apesar de tudo, a igreja na China vem crescendo bastante. Louvemos à Deus por este crescimento e oremos para que seja progressivo, que a igreja da China se unifique, que os líderes cristãos sejam capacitados e fortes.





Egito

19 06 2009

Hoje direcionaremos nossas orações para o Egito, país que ocupa o 21º lugar na classificação de países com perseguição.

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A população do Egito é de 81, 7 milhões de pessoas, grande parte dessa população ocupa as cidades do Cairo e de Alexandria, que são as maiores cidades do país. O Egito é quatro vezes maior que o Estado de São Paulo, mas a maior parte de seu território encontra-se no deserto.

O Islamismo é a religião oficial do país. Apesar de existir uma certa “liberdade religiosa” os cristãos que vivem no Egito sofrem muita discriminação da população e do governo local, vivendo, muitas vezes, em extrema pobreza.

Os muçulmanos que se convertem ao cristianismo optam por esconder sua decisão com medo de serem presos, torturados e até mortos, por que a conversão de muçulmanos para outra religião não é reconhecida pelo governo e é tida como crime. O crescimento do cristianismo é lento no Egito, uma boa parte dos convertidos saem do país ou vivem escondidos. 

Mas Deus com certeza ouvirá o nosso clamor e fortalecerá nossos irmãos do Egito, continuemos orando.