Síria

16 07 2009

Síria (em árabe: سورية sūriyyaħ ou سوريا sūriyā ), oficialmente República Árabe da Síria (em árabe: الجمهورية العربية السورية al-jumhūriyyaħ al-ʕarabiyyaħ as-sūriyyaħ ), é um país árabe no Sudoeste Asiático, e faz fronteira com o Líbano e o Mar Mediterrâneo a oeste, Israel no sudoeste, Jordânia no sul, Iraque a leste, e Turquia no norte.

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 Há indícios de que existiam cristãos na Síria antes mesmo da conversão do apóstolo Paulo, já que ele estava a caminho de Damasco para capturar possíveis cristãos quando se converteu (Atos 9.1-19).

A Igreja Ortodoxa Grega afirma que sua história na região remonta à época da queda de Jerusalém, quando o centro do cristianismo no oriente passou a ser a cidade de Antioquia. Embora estivesse localizada no atual território da Turquia, Antioquia exercia influência sobre a Síria devido à sua proximidade geográfica. Católicos e protestantes só se estabeleceram na Síria a partir do século XVIII.

A influência do cristianismo ocidental sobre o país tornou-se forte a partir de 1890, principalmente devido à influência das escolas cristãs sobre os governantes sírios. As igrejas evangélicas, caracterizadas pelas atividades evangelísticas, têm mudado a comunidade cristã do país, apesar das pressões que sofre.

A Constituição garante liberdade religiosa. É normal que as cerimônias religiosas sejam anunciadas pelo toque dos sinos, alto falantes podem ser usados para que os cultos sejam ouvidos nas ruas, e as lojas cristãs podem fechar aos domingos. As igrejas registradas no governo são respeitadas na sociedade e sua situação é bem aceitável.

Mas, se por um lado, o governo está aberto ao cristianismo e às igrejas, por outro, ele possui laços com grupos fundamentalistas que são contrários aos cristãos. As autoridades tentam controlar tudo no país, e a polícia secreta está em todo lugar. Para quem anda de acordo com o sistema, não há nadar a temer. Mas quem o desobedece sofre oposição. Evangelizar, por exemplo, é proibido pelo sistema.

Então, se os cristãos não perturbarem a ordem e a harmonia social, eles possuem liberdade para realizar seus cultos.

Os ex-muçulmanos sofrem com a desconfiança que paira na sociedade, causada pela polícia secreta. Eles têm medo de contar sua história às pessoas, mesmo aos amigos. E a Igreja, por sua vez, tem medo de receber esses convertidos, pois desconfia que possam ser agentes do governo disfarçados – o que não é impossível de acontecer.

Há também a pressão que a família e a sociedade aplicam aos que abandonam o islamismo. Essas convenções sociais fazem com que a conversão de um muçulmano ao cristianismo seja muito rara. Em muitos casos, a pressão social força os que se comprometeram em tais conversões a se mudarem para o interior ou a deixarem o país a fim de praticar sua nova religião abertamente.

Fontes: Wikipédia e Portas Abertas

Oremos pela Síria neste dia dedicado à ela. Que a parcial liberdade se torne total.





Kuweit

14 07 2009

O Kuweit ou Kowait (também chamado Coveite e aceita grafia de Couaite por linguistas em Portugal) é um pequeno país do Oriente Médio, limitado a norte e oeste pelo Iraque, a leste pelo Golfo Pérsico, do outro lado do qual se estendem as costas do Irão, e a sul pela Arábia Saudita. Capital: Kuwait. A forma de soberania é o emirado, sendo o chefe-de-Estado designado por emir ou xeque.

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Com exceção das tribos nômades que habitam as areias do deserto, praticamente toda a população vive nos centros urbanos. Mas, dessa população, 1,2 milhão é de imigrantes palestinos, egípcios, jordanianos, iranianos, paquistaneses, indianos, bengaleses e filipinos.  Embora a expectativa de vida seja de 77 anos, somente 2,9% da população ultrapassa os 65.

Na prática, todos os cidadãos kueitianos são muçulmanos sunitas, enquanto os estrangeiros muçulmanos que trabalham para o governo são majoritariamente xiitas.

Aproximadamente 10% de todas as reservas conhecidas de petróleo pertencem ao governo, e a economia do país é dominada pelo ouro negro. Quase toda a população é funcionária pública. São os imigrantes que fazem o trabalho pesado: 80% da força de trabalho é formada por não-kuweitianos.

Estima-se que o número de cristãos no Kuweit seja de 400 mil pessoas, quase todos são trabalhadores estrangeiros. A maioria pertence à Igreja Católica. Estima-se haver entre 150 a 200 cristãos nativos. Apesar de a Igreja cristã existir nessas terras desérticas desde as viagens missionárias do apóstolo Paulo, é raro encontrar cristãos nativos na região, pois o domínio do islamismo é extremamente forte.

O primeiro cristão de que se tem notícia no Kuweit foi um católico norte-americano que chegou ao país em 1795. A maioria das igrejas, no entanto, foi construída em anos mais recentes.

O reverendo Amanuel Ghareeb foi o primeiro kueitiano a abraçar o ministério em tempo integral de acordo com o Relatório Mundial das Sociedades Bíblicas Unidas de abril e maio de 1999. Depois de trabalhar no mercado petrolífero por 25 anos, ele recebeu treinamento teológico em uma escola bíblica da cidade do Cairo, no Egito, e foi ordenado pastor da Igreja Evangélica Nacional.

A Constituição de 1962 estabelece o islamismo como religião oficial do Estado e utiliza a sharia (lei islâmica) como principal base de sua legislação. No entanto, o texto também assegura a liberdade e a livre prática religiosa.

Em comparação com muitos países islâmicos, o Kuweit mantém uma postura moderada no que se refere a outras religiões. Os cristãos residentes no país podem se reunir livremente e estabelecer igrejas, e as relações entre muçulmanos e cristãos são abertas e amistosas.

O governo não permite conversões para fora do islã. Quando elas acontecem, se dão de forma discreta. Se a conversão é descoberta, o indivíduo encontra hostilidade: perde o emprego, é intimado repetidas vezes à delegacia, é preso, abusado de forma física e verbal, monitorado pela polícia, sofre danos em sua propriedade.

As igrejas fora das quatro denominações reconhecidas (anglicana, copta ortodoxa, evangélica nacional e católica romana) são proibidas de expor sinais exteriores, como a cruz ou o nome da congregação. Também não podem realizar atividades públicas. Igrejas sem recursos financeiros para alugar um espaço podem se reunir em escolas nos fins de semana, embora os representantes das igrejas informem que as escolas foram pressionadas a impedir tais reuniões.

Não há uma lei específica que proíba estabelecer templos não-muçulmanos; contudo, na prática, os poucos grupos que solicitaram licenças para construir novos templos não tiveram permissão. Para alguns grupos religiosos, isso mostra que é impossível obter licença para se ter um novo templo.

Fontes: Portas Abertas e Wikipédia





Palestina

14 07 2009

Palestina (em árabe فلسطين, translit. Filasṭīn; em hebraico פלשתינה; em grego Παλαιστίνη, transl. Palaistinē, e em latim Palæstina), é a denominação histórica dada pelo Império Britânico a uma região do Oriente Médio situada entre a costa oriental do Mediterrâneo e as margens do Rio Jordão. O seu estatuto político é disputado acesamente.

Palestina

A área correspondente à Palestina até 1948 encontra-se hoje dividida em três partes: uma parte integra o Estado de Israel; duas outras (a Faixa de Gaza e a Cisjordânia), de maioria árabo-palestina, deveriam integrar um estado palestiniano-árabe a ser criado – de acordo com a lei internacional, bem como as determinações das Nações Unidas e da anterior potência colonial da zona, o Reino Unido. Todavia, em 1967, a Faixa de Gaza e a Cisjordânia foram ocupadas militarmente por Israel, após a Guerra dos Seis Dias. 

A população palestina dispersa pelos países árabes ou em campos de refugiados, situados nos territórios ocupados por Israel, é estimada em 4.000.000 de pessoas.

A Palestina, sendo um estreito trecho de favorável passagem entre a África e Ásia, foi palco de um grande número de conquistas, pelos mais variados povos, por se constituir num corredor natural para os antigos exércitos.

Em meados do século XV a.C. a região é conquistada pelo faraó Tutmósis III, mas será perdida no final da XVIII dinastia, para ser novamente reconquistada por Seti I e por Ramsés II. Com o enfraquecimento do poder egípcio em finais do século XIII a.C., a região será invadida pelos Povos do Mar.

Um destes povos, os Filisteus, fixa-se junto à costa onde constroem um poderoso reino. Contemporânea a esta invasão é a chegada das tribos hebraicas, lideradas por Josué. A sua instalação no interior gerou guerras com os Filisteus, que se recusam a aceitar a religião hebraica.

As tribos hebraicas decidem então unir-se para formar uma monarquia, cujo primeiro rei é Saul. O seu sucessor, David (início do I milénio a.C.) derrota finalmente os Filisteus e fixa a capital do reino em Jerusalém. Durante o reinado do seu filho, Salomão, o reino vive um período de prosperidade, mas com a sua morte é dividido em duas partes: a norte, surgirá o reino de Israel (com capital na Samaria) e a sul, o reino de Judá (com capital em Jerusalém).

Após muitos séculos, muitas dominações e potências, cruzadas,  o domínio Árabe, o Império Otomano, o Nazismo, as migrações, conflitos entre judeus, ingleses e árabes,  em 1947 uma reunião da Assembleia Geral da ONU deliberou a partição da Palestina em dois estados, um judeu e outro árabe, que deveriam formar uma união económica e aduaneira. E, finalmente, em 14 de Maio de 1948 , David Ben-Gurion declara o nascimento do Estado de Israel, ao assinar a Declaração de Independência.

Perseguição

Na Palestina, os cristãos estão quase extintos em conseqüência do controle que os extremistas muçulmanos têm sobre a questão palestina e da marginalização dos cristãos, sem mencionar o impacto negativo da intifada (revolta dos palestinos contra Israel) – que é dirigida pelas organizações islâmicas – sobre os cristãos da Palestina.

Os cristãos palestinos estão sofrendo abusos dos direitos humanos, inclusive confisco de terra, estupro e assassinato nas mãos da população muçulmana, que é muito maior, mas eles não abrem a boca para falar e a Autoridade Palestina (A.P.) não lhes oferece nenhum recurso ou proteção.

A constituição da A.P., que precisa ainda ser ratificada, é baseada na Sharia, a rígida lei religiosa islâmica. A Sharia rebaixa os que não são muçulmanos a uma condição inferior e também proíbe conversões do islamismo a qualquer outra religião. O islamismo vê uma conversão como rua de mão única.Você é mais que bem-vindo para se converter para o islamismo, mas quem tiver o atrevimento de pensar em se converter do islamismo para alguma outra religião merece a pena de morte.

Fontes: Wikipédia e CMI Brasil

Oremos por esta região que tem uma história tão conturbada e guerras de raízes tão profundas. E  que os cristãos de lá não se calem, e sejam fortalecidos para enfrentar os diversos confrontos e perseguições.





Omã

14 07 2009

O isolamento natural que o país tem por causa da região montanhosa próxima ao Golfo de Omã transformou-o em uma das mais distintas culturas da região do Golfo Pérsico.

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A população omani, composta por 2,6 milhões de pessoas (71,5% urbana) é extremamente jovem. Mais de 40% dela tem menos de 14 anos de idade. Apesar de a expectativa de vida ser alta (74 anos), poucos omanis ultrapassam os 65 anos de idade.

Em torno de 600 mil estrangeiros vivem em Omã. A maioria destes são trabalhadores que imigraram do Sudeste Asiático, Egito, Jordânia e das Filipinas. Devido a esse fato, a atmosfera religiosa em Omã é muito menos tensa do que em outros países muçulmanos.

Embora as comunidades cristãs já estivessem presentes na antiga Arábia desde o 1º século da era cristã, é muito pouco provável que alguma delas tenha se estabelecido em Omã já naquela época.

No século VII, o triunfo do islamismo resultou na total erradicação do cristianismo da região. Assim, Omã só foi receber seus primeiros missionários, um grupo de padres católicos do Iêmen, em 1841.

As missões protestantes chegaram ao país com Samuel Zwemer, um missionário presbiteriano norte-americano, em 1889.

Hoje, a comunidade cristã no país é quase que inteiramente formada por estrangeiros e o número de cidadãos omanis convertidos ao cristianismo é estimado em apenas cem.

Não se tem informação sobre grupos de missionários, mas várias organizações humanitárias religiosas operam no país. Estão estabelecidas as igrejas Anglicana e a Reformada da América, grupos protestantes, católicos e ortodoxos.

A Constituição, conforme a tradição, provê liberdade para praticar ritos religiosos se essas práticas não perturbarem a ordem pública. O governo geralmente respeita isso; contudo, há limitações no que diz respeito à evangelização e à distribuição de material religioso. A Constituição ainda declara que o islã é a religião oficial e que a sharia é a fonte de toda a legislação.

Os cidadãos e os estrangeiros são livres para discutir suas crenças religiosas dentro dos limites da lei; contudo, o Governo proíbe a conversão de muçulmanos.

De acordo com a lei islâmica, um muçulmano que abandona o islamismo é considerado apóstata e está sujeito aos procedimentos legais islâmicos.

Assim, ex-muçulmanos são severamente perseguidos pela família e sociedade. Podem ser expulsos de casa, perder o emprego e até a vida.

O governo se mostra moderado em seu tratamento para com os ex-muçulmanos a menos que as famílias peçam medidas contra eles. Nesses casos, os ex-muçulmanos são considerados e tratados como deficientes mentais.

Grupos não-muçulmanos também são proibidos de publicar material religioso, embora publicações impressas no exterior possam ser importadas.

Fonte: Portas Abertas

Apresentemos Omã em nossas orações.





Eritreia

8 07 2009

Eritreia é o mais jovem país africano. A Eritréia é limitada a norte e leste pelo Mar Vermelho, por onde faz fronteiras com a Arábia Saudita e com o Iémen, a sul com o Djibouti e com a Etiópia e a oeste com o Sudão. Capital: Asmara. O leste e o nordeste do país tem um linha costeira extensa no Mar Vermelho, diretamente através da Arábia Saudita e o Iêmen. O Arquipélago de Dahlak e várias das Ilhas Hanish fazem parte da Eritréia.

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Ex-colônia italiana, a Eritreia foi ocupada pela Inglaterra em 1941. Em 1952, as Nações Unidas resolveram transformá-la em uma entidade autônoma federada à Etiópia. Entretanto, dez anos depois, o imperador da Etiópia Haile Selassie decidiu anexá-la ao território etíope, dando início a uma luta armada que durou 32 anos.

A independência veio logo depois da derrota do sucessor de Haile Selassie, Mengistu Haile Marian. Em 1993, em um referendo apoiado pela Etiópia, o povo eritreu votou quase que unanimemente em favor da independência, deixando a Etiópia sem saída para o mar.
A Eritréia é um país multilinguístico e multicultural com duas religiões dominantes (Islão Sunita e Cristianismo Ortodoxo) e nove grupos étnicos. Embora não reconheça uma língua oficial, o país conta com três línguas de trabalho: tigrínia, árabe e inglês.

Os cristãos estão sofrendo a pior perseguição de toda a história da Eritreia.

A Constituição de 1997 provê liberdade religiosa, no entanto, ela ainda não foi implementada. Assim, não é permitida a distribuição de Bíblias no Exército e nas escolas. Desde setembro de 2001, foi suspensa definitivamente toda impressão de materiais religiosos (papeis e livros devocionais ou particulares etc.).

Desde maio de 2002, todas as igrejas evangélicas estão fechadas por ordem do governo e precisam de autorização para funcionar. A prática de prender aqueles que se reúnem ou exercem qualquer outra atividade religiosa sem a autorização do governo já causou a prisão de mais de dois mil cristãos. Eles são mantidos em condições desumanas, presos em contêineres de metal ou em celas subterrâneas.

Os evangélicos não têm personalidade jurídica e, até agora, os registros para suas igrejas não foram concedidos. Atualmente, a igreja evangélica reúne-se ilegalmente nas casas. O governo controla as escolas que eram cristãs e reluta em registrar outras.

(Fontes: Wikipédia e Portas Abertas)

Oremos para que a perseguição seja atenuada neste país, que mais líderes cristãos sejam levantados ali e tenham muita sabedoria e força. E que o governo seja correto e justo com todas as religiões.





Iêmen

18 06 2009

O Iêmen localiza-se na Península Arábica e ocupa 7º lugar na classificação de países que sofrem perseguição.

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A sua população é estimada em 23 milhões de habitantes, sendo que 27% desses habitantes vivem na área urbana.

O Iêmen é o mais pobre dos países árabes, 42% da população está abaixo da linha nacional de pobreza. Há, porém, uma pequena elite, formada por pessoas extremamente ricas. O governo, dominado pela elite econômica, é repleto de heróis de guerra. O serviço militar é obrigatório no país e as bases militares estão espalhadas pelo campo.

A TV e o rádio são usados frequentemente para a transmissão de notícias por causa da alta taxa de analfabetismo (50%), mas toda informação é controlada pelo Governo. Um outro dado alarmante é o desemprego, que atinge 35% da população do Iêmen.

O Islamismo é a religião oficial do país. Missionários e ONG’s atuam mais na área médica, a evangelização é totalmente proibida e a conversão de um muçulmano para outra religião é considerada apostasia, crime punível com a morte.

Continuemos orando por estes países que não conhecem a luz do evangelho,  que o amor de Deus superabunde todas essas nações.





Butão

15 06 2009

Conhecido como “A terra do dragão rugidor” o Butão ocupa o 11º lugar na classificação de países com perseguição.

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A população do Butão é estimada em 682,3 mil, e apenas 47% desse total é alfabetizada. A religião que predomina no país é o Budismo, justificada pela proximidade com o Tibet.

Era um país fechado até 1974 aos estrangeiros e ainda não vê com bons olhos a entrada de pessoas em seu país e, por conta desse fechamento, a internet e a televisão só chegaram no Butão em 1999.

A pratica de evangelização ou de culto publico é proibido no Butão, não se pode erguer templos e os que são erguidos são derrubados sem prévio aviso. Os monges são uma forte oposição ao cristianismo, e os cristãos sofrem preconceito em todas as esferas da sociedade: tem os seus documentos retidos, seus filhos sofrem na escola, são chamados a depor e o governo procura, de casa em casa, cristãos que possam demonstrar qualquer perigo ao governo local, os leva a julgamento, tendo como última consequência a morte. Portanto, oremos muito pelo Butão.





Barein

12 06 2009

Falaremos hoje sobre o Barein, que ocupa a 48ª classificaão na lista dos países com perseguição.

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A economia do Barein é basicamente feita pelo refino de petróleo, que corresponde a 60%  dos rendimentos locais, mas apesar dessa potência petrolífera, a maior preocupação do país ainda é o desemprego entre os jovens.

A maioria da população vive nas cidades e segue o Islã, religião oficial do país. As igrejas cristãs que se instalam no Barein se registram junto ao governo local, porém esse registro não é obrigatório. Há liberdade de culto para os cristãos estrangeiros, mas a evangelização de mulçumanos é proibida. Ainda existe um forte preconceito contra os cristãos, mas é crescente o respeito e a aceitação de organizações cristãs no páis.





50 dias de clamor: Vietnã

8 06 2009

A paz do Senhor,

 O país pelo qual oraremos hoje é o Vietnã, um país que após a instauração do governo comunista tem marcas profundas de guerras e dificuldades.

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 Apesar dos investimentos no Vietnã terem aumentado muito e do país ter conseguido entrar para a Organização Mundial do Comércio a diferença entre a área rural e a urbana e a diferença entre as camadas sociais aumentam com a mesma velocidade dos investimentos.

Para conseguir ser aceito à comunidade internacional o Vietnã diminuiu a perseguição ao povo cristão, mas isso em âmbito nacional, por que a perseguição regional continua e quanto mais comunista for o líder de determindada área mais perseguição haverá. A igreja está em crescimento neste país, mas as distâncias entre os vilarejos vem dificultando a disseminação da palavra e apesar da teórica liberdade que os cristãos tem, a distribuição de qualquer material que aos olhos do governo seja prejudicial ao Estado pode levar o autor dessa distribuição para a cadeia. A própria comunidade cristã local não vê com bons olhos, ou acha desnecessário, bater de frente com o governo, seja com questões religiosas ou sociais.

O Vietnão ocupa a 23ª posição na classificação dos países com perseguição, oremos, para que Deus venha abrir aquele país cada vez mais, para que a verdade chegue até a mais longínqua comunidade dessa nação.





Cristãos Perseguidos. Você se importa?

7 06 2009

Queridos,

Hoje, como  já publicamos, é o DIP e, portanto, se iniciam os 50 dias de intercessão pelos países onde há perseguição aos cristãos. Para você que não sabe muito sobre o DIP acesse o site do Portas Abertas: http://www.portasabertas.org.br/DIP/domingo.asp .

Postaremos aqui sobre todos os países, em seus respectivos dias, até o 50º, centralizando algumas informações relevantes para nós.

Neste primeiro dia, o país pelo qual estamos orando é o Afeganistão. Este país ficou muito conhecido depois dos atentados de 11 de Setembro e ocupa o 4º lugar na classificação dos países perseguidos. 

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A população com cerca de 28 milhões de habitantes conta com apenas 0,01% de cristãos e quase metade dessa população é composta por crianças e jovens com idade até 15 anos.

No Afeganistão não há uma lei contra a pregação do cristianismo, mas o abandono do islamismo é crime previsto em lei e o “criminoso” pode ser levado a morte, temos conhecimento de muitos sequestros e assassinatos de missionários, o que dificulta o crescimento da igreja afegã.

O narcotráfico é responsável por 60% da economia do país e a agricultura, que é o setor mais próspero, volta suas forças para o cultivo da papoula, matéria-prima do ópio.

O cristianismo chegou no Afeganistão nos primeiros séculos da era cristã, mas depois da retomada do poder pelo Talibã, os missionários cristãos e os cidadãos ocidentais foram expulsos do país, hoje não se pode pregar abertamente e a tradução da Bíblia para os dialetos locais é muito rara, o que faz com que clamemos a Deus por pessoas capacitadas e dispostas a fazer este trabalho, pois não podemos cruzar os braços e deixar que milhares de pessoas morram sem conhecer a verdade.

Quem não pode ir para o campo que segure a corda do lado de cá, apoiando os que já estão lá, orando para que Deus dê estratégias para impactar aquele país, que o amor do Senhor venha combater o ódio, a violência e a segueira daquela nação, que a graça de Deus inunde aquele povo, para que eles saibam que há um Deus verdadeiro, que sacrificou a vida do seu próprio filho para que nós não precisemos sacrificar a nossa.

Acompanhem aqui no blog todos os dias informações dessa “maratona” de intercessão e vamos seguir juntos nestes 50 dias de  batalha espiritual,  por que é o mínimo que  nós, igreja livre, podemos fazer pelos irmãos perseguidos, compartilhe aqui conosco seus comentários, observações e experiências.