Djibuti

4 07 2009

Dia 02 de Julho foi o dia do clamor por Djibuti, país que fica no continente africano, rodeado pela Etiópia, pela Eritréia e pela Somália. O Djibuti ocupa o 38º lugar na classificação de países que sofrem perseguição.

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A capital, também chamada Djibuti, é a maior cidade do país e abriga dois terços da população nacional. A população é estimada em 848 mil pessoas, os idiomas falados são o francês, o árabe, o somali e o afar.

O alto índice de desemprego – 60% nas cidades e 83% no campo – continua a ser um enorme problema. Mas, como a economia do país depende muito do trabalho de estrangeiros, a renda per capta de um imigrante é quase o dobro da de um djibutiano.

Quase metade da população de Djibuti tem menos de 15 aos de idade e a expectativa de vida não chega aos 50 anos.

A independência do país só veio em 1977, e mesmo depois de se tornar um país independente mantém laços estreitos com a França.

A religião oficial é o islamismo, o cristianismo é praticado apenas por 6% da população. Há liberdade de religião, mas a evangelização é desencorajada, todos os grupos religiosos devem se cadastrar no Ministério do Exterior, submetendo-lhe um pedido. Esse Ministério, com o Ministério do Interior, investiga o grupo requerente. Uma vez aprovado, o requerente assina um acordo de dois anos, detalhando suas atividades.

A liberdade religiosa em Djibuti nos dá esperança de um crescimento maior da igreja, peçamos ao Senhor estratégias para que essa liberdade seja usada de forma correta, para alcançar todos os djibutianos.





Egito

19 06 2009

Hoje direcionaremos nossas orações para o Egito, país que ocupa o 21º lugar na classificação de países com perseguição.

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A população do Egito é de 81, 7 milhões de pessoas, grande parte dessa população ocupa as cidades do Cairo e de Alexandria, que são as maiores cidades do país. O Egito é quatro vezes maior que o Estado de São Paulo, mas a maior parte de seu território encontra-se no deserto.

O Islamismo é a religião oficial do país. Apesar de existir uma certa “liberdade religiosa” os cristãos que vivem no Egito sofrem muita discriminação da população e do governo local, vivendo, muitas vezes, em extrema pobreza.

Os muçulmanos que se convertem ao cristianismo optam por esconder sua decisão com medo de serem presos, torturados e até mortos, por que a conversão de muçulmanos para outra religião não é reconhecida pelo governo e é tida como crime. O crescimento do cristianismo é lento no Egito, uma boa parte dos convertidos saem do país ou vivem escondidos. 

Mas Deus com certeza ouvirá o nosso clamor e fortalecerá nossos irmãos do Egito, continuemos orando.





Igreja perseguida: Catar

9 06 2009

Hoje falaremos sobre o Catar, que ocupa a 17ª posição na classificação dos países que sofrem perseguição.

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 A economia do Catar é muito boa, o que atrai a maioria dos imigrantes do Sul e do Sudeste da Ásia, 85% das exportações do país vem da indústria petrolífera. A taxa de desemprego no país é muito baixa e a renda per capita é a segunda mais alta do mundo. Apesar de todos esses dados que atraem mais pessoas para o Catar a maioria dos imigrantes acaba caindo nas mãos dos traficantes e tornam-se escravos domésticos ou até mesmo sexuais.

 Os indicadores econômicos nos fazem imaginar um país moderno, mas o Catar ainda sofre com problemas como o alcoolismo, repressão da mulher e a violência doméstica, dados afirmam que três a cada quatro meninas sofrem abuso sexual.

Pode-se pregar o evangelho abertamente, a importação de Bíblias é permitida e há liberdade para levar a palavra a todo o território, a perseguição religiosa no Catar se dá aos nativos convertidos, por parte da família e do Governo local. Um ex-muçulmano que for pego pregando ou que possua material que promovam a atividade missionária pode pegar de dois até dez anos de prisão.

 O problema é que, como os nativos que se convertem ficam no anonimato, a força missionária conta apenas com os missionários estrangeiros, o que dificulta um pouco a disseminação da palavra entre o povo catariano.

Então, que possamos orar para que a liberdade que os missionários estrangeiros têm naquele país chegue aos nativos, fortalecendo ainda mais a igreja de Cristo naquela nação.