Pós – Marcha pra Jesus

5 11 2009

Como comunicamos no post passado nós, do blog Viva Missões, estivemos presentes na Marcha pra Jesus 2009. O fato de podermos proclamar e declarar a todos que somos do Senhor Jesus sem sofrermos conseqüências sérias é maravilhoso! Ver todas aquelas pessoas “marchando pra Jesus” em um feriado foi muito lindo! Mas o nosso intuito foi chamar atenção dos cristãos para a causa da igreja perseguida, e entrevistar algumas pessoas pra sabermos quantas conhecem a igreja perseguida e quantos cristãos congregam em igrejas que são envolvidas em missões. O resultado não foi dos melhores, Fomos com uma faixa e isso chamou muita atenção, muitos paravam para ler o que estava escrito. Mas quando entrevistamos as pessoas, percebemos que a maioria sequer sabia da existência da igreja perseguida, alguns demoravam pra responder que conheciam, mas estava claro que não tinham a menor idéia do que estavam respondendo, é triste saber que os cristãos livres não se deram conta, até hoje, que há pessoas em pleno século XXI que morrem por escolherem a Cristo como seu maior exemplo.

 Sabemos que isso é apenas uma pequena contribuição, mas que os irmãos perseguidos possam saber que nós estamos na luta com eles, “segurando a corda” do lado de cá.

Deixamos uma fotinho da ação SL733092e um abraço!





Zanzibar

20 07 2009

Hoje, 20 de julho, é o dia de orarmos pelo 31º país na classifação por perseguição. Zanzibar é nome dado ao conjunto de duas ilhas ao largo da costa da Tanzânia, na margem leste africana, que foram um estado semi-autônomo. As duas ilhas são chamadas Unguja (em swahili) ou Zanzibar e Pemba.

A capital das ilhas fica em Unguja e tem igualmente o nome de Zanzibar. A parte antiga da cidade chama-se “Cidade de Pedra” (Stone Town ou Mji Mkongwe, em kiSwahili) e é um sítio tombado pelo Patrimônio Mundial.

Bandeira_Zanzibar

Em 1844, os missionários e exploradores alemães Johann Krapf e Johan Rebmann chegaram à área como os representantes da Sociedade da Igreja Missionária, fundada na Inglaterra. Após eles, a Igreja Católica chegou ao país, na década de 1850.

Desde aquela época até hoje, a Igreja foi estabelecida, mas nunca cresceu. Isso aconteceu por causa da presença histórica do islã e do impulso missionário que é enfocado na Tanzânia, e não nas ilhas sob seu governo.

A ilha de Unguja tem apenas 25 igrejas. Em Tumbatu não há igrejas. Um pastor abriu uma escola tempos atrás, mas extremistas forçaram as autoridades da ilha a fechá-la. Há só quatro igrejas na ilha de Pemba, onde os cristãos sofrem a enorme opressão devido ao extremismo islâmico.

A principal fonte de perseguição tem sido o extremismo islâmico, presente em algumas da ilhas.

A ilha de Pemba possui 13 cadeiras do parlamento, e todos foram ocupados recentemente por membros do partido Frente Unida Cívica, cuja visão é fazer de Zanzibar um Estado islâmico, e levá-lo de volta à influência de um governo árabe.

A Igreja, em geral, enfrenta muitas lutas. Os cristãos têm dificuldades em registrar seus templos, comprar terrenos, receber educação e encontrar emprego. A evangelização dos muçulmanos ainda é extremamente difícil.





Sudão

19 07 2009

O Sudão é o maior país da África e localiza-se no centro-leste do continente, faz fronteira com o Egito, com a Líbia, com Chade, com a Eritréia, com Etiópia, com Quênia, Com Uganda, com Congo e com a República Centro Africana.

sudan_flag

Após obter sua autonomia, o país foi devastado por uma guerra civil que começou em 1983 e dura, de certa forma, até hoje. O estopim foi a introdução da sharia (lei islâmica) em todo o território sudanês.

Isso desagradou o sul do país, habitado por cristãos e animistas, que se revoltou contra o norte, de maioria muçulmana, e procura a separação do restante do país.

O governo, localizado no norte, não aceita a separação, uma vez que as riquezas naturais do país, como o petróleo, se encontram no sul do Sudão.

O conflito entre o norte e o sul já causou a morte de 1,5 milhão de pessoas.

O Sudão é um dos países mais pobres do mundo e os cristãos são os que se encontram em pior situação. Os combatentes desalojam a população civil, roubam os rebanhos e incendeiam vilarejos. Além disso, terras férteis estão improdutivas em função da constante movimentação da população que foge das áreas de conflito.

As recentes políticas financeiras e investimento em novas infrastruturas não evitam que o Sudão continue a ter graves problemas econômicos. Desde 1997 que o Sudão tem vindo a implementar medidas macroeconômicas aconselhadas pelo FMI. Começaram a exportar petróleo em 1999; a produção crescente desde produto (atualmente 520.000 barris por dia) deu uma nova vida à indústria Sudanesa, e fez com que o PIB subisse 6.1% em 2003.

Apesar de todos os desenvolvimentos econômicos mais recentes derivados da produção petrolífera, a agricultura continua a ser o sector econômico mais importante do Sudão. Emprega 80% da força de trabalho e contribui com 39% para o PIB. Este aparente bem estar econômico é quase irrelevante; a população vive abaixo da linha de pobreza muito por causa da guerra civil e do clima muito seco.

Atualmente, o país é lar de oito milhões de cristãos, mais de 20% da população. A existência da Igreja no sul tem sido ameaçada pela influência do governo islâmico de Cartum. No sul, onde estão 5,5 milhões de cristãos, as religiões tradicionais africanas – em especial a bruxaria – também ameaçam o cristianismo.

A Igreja tem sido perseguida durante os últimos 50 anos, especialmente nos Montes Nuba, onde reside a maior parte dos cristãos.

Apesar do acordo de paz, o governo islâmico influencia a população, que se volta contra a evangelização e conversão de muçulmanos.

No sul, onde vive boa parte dos cristãos sudaneses, o que preocupa a Igreja é um movimento rebelde da Uganda, chamado de Exército de Resistência do Senhor. Esse grupo costuma atacar vilas no sul do país, onde fica a fronteira entre os dois países.

No entanto, nos últimos sete anos, tem se notado que os incidentes de violência contra cristãos têm diminuído.





Bangladesh

19 07 2009

Bangladesh fica a leste da Índia, faz fronteira com Mianmar, com a Índia e com Nepal.

bangladesh

A população de Bangladesh é de aproximadamente 161 milhões de habitantes, sua capital é Daca e é a sétima nação mais populosa do planeta.

A maior parte do povo bengalês vive nas regiões rurais: menos de 30% dos habitantes reside nas cidades.

Um terço da população tem idade inferior a 15 anos. Apenas 2% da população é constituída de grupos minoritários, sejam tribais ou estrangeiros. Os outros 98% são de pessoas da etnia bengali.

No que se refere à religião, os bengaleses dividem-se em muçulmanos e hindus.
Um terço da população tem idade inferior a 15 anos. Apenas 2% da população é constituída de grupos minoritários, sejam tribais ou estrangeiros. Os outros 98% são de pessoas da etnia bengali.

No que se refere à religião, os bengaleses dividem-se em muçulmanos e hindus.

Bangladesh é uma das nações mais pobres do mundo. O país sofre com a superpopulação e com os constantes desastres naturais – como ciclones e inundações implacáveis – que resultam em grande número de mortes.

O pequeno número de cristãos (0,84% da população) e a divisão em pelo menos 32 denominações têm enfraquecido sobremaneira a posição cristã. Nem os católicos nem os protestantes estão envolvidos fortemente com o evangelismo. Ao longo dos anos, a atuação cristã tem se concentrado mais na esfera da educação.

A Igreja em Bangladesh sobrevive em meio à dificuldade. As atividades evangelísticas cresceram com as mais de cem novas igrejas formadas por ex-muçulmanos, acrescentadas apenas em 2007.

O governo bengalês prudentemente decidiu não colocar em risco a ajuda ocidental que recebe e não adotou um processo aberto de islamização do país. Mas países islâmicos participam do programa nacional de ajuda humanitária, afetando políticas em detrimento dos convertidos e de outras organizações cristãs.

Apesar de os muçulmanos fundamentalistas constituírem uma minoria, eles se esforçam incansavelmente para pressionar o governo atual a adotar o rigoroso cumprimento da sharia (lei islâmica). Eles são a maior fonte de opressão à Igreja.

Há grupos islâmicos que vão de porta em porta na tentativa de convencer os convertidos a voltarem ao islã.

A maior parte da perseguição se dá na zona rural. A influência dos clérigos muçulmanos é forte em muitas dessas comunidades. Novos convertidos tornam-se, então, vítimas da perseguição, e são socialmente marginalizados. Em muitos casos são agredidos, proibidos de ter acesso aos poços artesianos da vila, e coagidos a renunciar sua fé.

Que o Senhor possa suprir as necessidades dos nossos irmãos em Bangladesh, tanto materiais como espirituais.





Síria

16 07 2009

Síria (em árabe: سورية sūriyyaħ ou سوريا sūriyā ), oficialmente República Árabe da Síria (em árabe: الجمهورية العربية السورية al-jumhūriyyaħ al-ʕarabiyyaħ as-sūriyyaħ ), é um país árabe no Sudoeste Asiático, e faz fronteira com o Líbano e o Mar Mediterrâneo a oeste, Israel no sudoeste, Jordânia no sul, Iraque a leste, e Turquia no norte.

bandeira_siria

 Há indícios de que existiam cristãos na Síria antes mesmo da conversão do apóstolo Paulo, já que ele estava a caminho de Damasco para capturar possíveis cristãos quando se converteu (Atos 9.1-19).

A Igreja Ortodoxa Grega afirma que sua história na região remonta à época da queda de Jerusalém, quando o centro do cristianismo no oriente passou a ser a cidade de Antioquia. Embora estivesse localizada no atual território da Turquia, Antioquia exercia influência sobre a Síria devido à sua proximidade geográfica. Católicos e protestantes só se estabeleceram na Síria a partir do século XVIII.

A influência do cristianismo ocidental sobre o país tornou-se forte a partir de 1890, principalmente devido à influência das escolas cristãs sobre os governantes sírios. As igrejas evangélicas, caracterizadas pelas atividades evangelísticas, têm mudado a comunidade cristã do país, apesar das pressões que sofre.

A Constituição garante liberdade religiosa. É normal que as cerimônias religiosas sejam anunciadas pelo toque dos sinos, alto falantes podem ser usados para que os cultos sejam ouvidos nas ruas, e as lojas cristãs podem fechar aos domingos. As igrejas registradas no governo são respeitadas na sociedade e sua situação é bem aceitável.

Mas, se por um lado, o governo está aberto ao cristianismo e às igrejas, por outro, ele possui laços com grupos fundamentalistas que são contrários aos cristãos. As autoridades tentam controlar tudo no país, e a polícia secreta está em todo lugar. Para quem anda de acordo com o sistema, não há nadar a temer. Mas quem o desobedece sofre oposição. Evangelizar, por exemplo, é proibido pelo sistema.

Então, se os cristãos não perturbarem a ordem e a harmonia social, eles possuem liberdade para realizar seus cultos.

Os ex-muçulmanos sofrem com a desconfiança que paira na sociedade, causada pela polícia secreta. Eles têm medo de contar sua história às pessoas, mesmo aos amigos. E a Igreja, por sua vez, tem medo de receber esses convertidos, pois desconfia que possam ser agentes do governo disfarçados – o que não é impossível de acontecer.

Há também a pressão que a família e a sociedade aplicam aos que abandonam o islamismo. Essas convenções sociais fazem com que a conversão de um muçulmano ao cristianismo seja muito rara. Em muitos casos, a pressão social força os que se comprometeram em tais conversões a se mudarem para o interior ou a deixarem o país a fim de praticar sua nova religião abertamente.

Fontes: Wikipédia e Portas Abertas

Oremos pela Síria neste dia dedicado à ela. Que a parcial liberdade se torne total.





Quênia

16 07 2009

Bandeira_quenia

O Quênia é um país da África Oriental, limitado a norte pelo Sudão e pela Etiópia, a leste pela Somália e pelo oceano Índico, a sul pela Tanzânia e a oeste pelo Uganda. Ganhou seu nome do Monte Quênia (nevado), seu ponto geográfico mais elevado. A capital é Nairobi. 

A população do Quênia tem alta taxa de crescimento. Por conta disso, o país tem uma das populações mais jovens do planeta, com mais de 40% dos quenianos abaixo dos 15 anos de idade.

São faladas 61 línguas no país. O inglês e o suaíli são os idiomas oficiais, utilizados para os quenianos de diferentes etnias se comunicarem. O Quênia abriga um grande número de refugiados somalis, mais de 170 mil, que se refugiam no leste do país.

Nairóbi, a capital, abriga mais de 2,5 milhões de pessoas, e é uma das cidades que mais cresce no mundo.

Quanto à religião, aproximadamente 80% da população do país é cristã. Oficialmente, o islamismo abrange 10% dos quenianos, mas alguns grupos muçulmanos afirmam ser 30%. O islamismo é preponderante entre a etnia somali, e é o maior grupo do Centro-Norte do país. Ele também representa 50% da população da Província da Costa, ao sul. A parte disso, o restante da população é majoritariamente cristão.

O país é o centro de comércio e finanças do leste africano. No entanto, seu progresso tem sido impedido pela corrupção. O setor dominante da economia queniana é o de serviços, que garante 60% do PIB. O desemprego é alto, em torno de 40%.

A Igreja no Quênia tem seu início datado em 1844, com a chegada de missionários. O Reavivamento do Leste Africano (1948-1960) marcou profundamente as Igrejas Anglicana, Presbiteriana e Metodista. O crescimento de igrejas pentecostais tem sido enorme. A Igreja sofre resistência na fronteira com a Somália, leste do país. Ela se origina da conversão de muçulmanos ao cristianismo. Há alguns incidentes isolados, do mesmo tipo, na capital. A perseguição em algumas áreas tem levado igrejas a fechar as portas. Outro motivo para a perseguição são as ousadas campanhas evangelísticas praticadas por algumas igrejas. Essas campanhas desperta a fúria de fundamentalistas e de pessoas que se opõem à evangelização de muçulmanos.

Fontes: Portas Abertas e Wikipédia

Oremos pelo Quênia.

 

 





Kuweit

14 07 2009

O Kuweit ou Kowait (também chamado Coveite e aceita grafia de Couaite por linguistas em Portugal) é um pequeno país do Oriente Médio, limitado a norte e oeste pelo Iraque, a leste pelo Golfo Pérsico, do outro lado do qual se estendem as costas do Irão, e a sul pela Arábia Saudita. Capital: Kuwait. A forma de soberania é o emirado, sendo o chefe-de-Estado designado por emir ou xeque.

kuwait

 

 

 

 

 

 

 

Com exceção das tribos nômades que habitam as areias do deserto, praticamente toda a população vive nos centros urbanos. Mas, dessa população, 1,2 milhão é de imigrantes palestinos, egípcios, jordanianos, iranianos, paquistaneses, indianos, bengaleses e filipinos.  Embora a expectativa de vida seja de 77 anos, somente 2,9% da população ultrapassa os 65.

Na prática, todos os cidadãos kueitianos são muçulmanos sunitas, enquanto os estrangeiros muçulmanos que trabalham para o governo são majoritariamente xiitas.

Aproximadamente 10% de todas as reservas conhecidas de petróleo pertencem ao governo, e a economia do país é dominada pelo ouro negro. Quase toda a população é funcionária pública. São os imigrantes que fazem o trabalho pesado: 80% da força de trabalho é formada por não-kuweitianos.

Estima-se que o número de cristãos no Kuweit seja de 400 mil pessoas, quase todos são trabalhadores estrangeiros. A maioria pertence à Igreja Católica. Estima-se haver entre 150 a 200 cristãos nativos. Apesar de a Igreja cristã existir nessas terras desérticas desde as viagens missionárias do apóstolo Paulo, é raro encontrar cristãos nativos na região, pois o domínio do islamismo é extremamente forte.

O primeiro cristão de que se tem notícia no Kuweit foi um católico norte-americano que chegou ao país em 1795. A maioria das igrejas, no entanto, foi construída em anos mais recentes.

O reverendo Amanuel Ghareeb foi o primeiro kueitiano a abraçar o ministério em tempo integral de acordo com o Relatório Mundial das Sociedades Bíblicas Unidas de abril e maio de 1999. Depois de trabalhar no mercado petrolífero por 25 anos, ele recebeu treinamento teológico em uma escola bíblica da cidade do Cairo, no Egito, e foi ordenado pastor da Igreja Evangélica Nacional.

A Constituição de 1962 estabelece o islamismo como religião oficial do Estado e utiliza a sharia (lei islâmica) como principal base de sua legislação. No entanto, o texto também assegura a liberdade e a livre prática religiosa.

Em comparação com muitos países islâmicos, o Kuweit mantém uma postura moderada no que se refere a outras religiões. Os cristãos residentes no país podem se reunir livremente e estabelecer igrejas, e as relações entre muçulmanos e cristãos são abertas e amistosas.

O governo não permite conversões para fora do islã. Quando elas acontecem, se dão de forma discreta. Se a conversão é descoberta, o indivíduo encontra hostilidade: perde o emprego, é intimado repetidas vezes à delegacia, é preso, abusado de forma física e verbal, monitorado pela polícia, sofre danos em sua propriedade.

As igrejas fora das quatro denominações reconhecidas (anglicana, copta ortodoxa, evangélica nacional e católica romana) são proibidas de expor sinais exteriores, como a cruz ou o nome da congregação. Também não podem realizar atividades públicas. Igrejas sem recursos financeiros para alugar um espaço podem se reunir em escolas nos fins de semana, embora os representantes das igrejas informem que as escolas foram pressionadas a impedir tais reuniões.

Não há uma lei específica que proíba estabelecer templos não-muçulmanos; contudo, na prática, os poucos grupos que solicitaram licenças para construir novos templos não tiveram permissão. Para alguns grupos religiosos, isso mostra que é impossível obter licença para se ter um novo templo.

Fontes: Portas Abertas e Wikipédia





Palestina

14 07 2009

Palestina (em árabe فلسطين, translit. Filasṭīn; em hebraico פלשתינה; em grego Παλαιστίνη, transl. Palaistinē, e em latim Palæstina), é a denominação histórica dada pelo Império Britânico a uma região do Oriente Médio situada entre a costa oriental do Mediterrâneo e as margens do Rio Jordão. O seu estatuto político é disputado acesamente.

Palestina

A área correspondente à Palestina até 1948 encontra-se hoje dividida em três partes: uma parte integra o Estado de Israel; duas outras (a Faixa de Gaza e a Cisjordânia), de maioria árabo-palestina, deveriam integrar um estado palestiniano-árabe a ser criado – de acordo com a lei internacional, bem como as determinações das Nações Unidas e da anterior potência colonial da zona, o Reino Unido. Todavia, em 1967, a Faixa de Gaza e a Cisjordânia foram ocupadas militarmente por Israel, após a Guerra dos Seis Dias. 

A população palestina dispersa pelos países árabes ou em campos de refugiados, situados nos territórios ocupados por Israel, é estimada em 4.000.000 de pessoas.

A Palestina, sendo um estreito trecho de favorável passagem entre a África e Ásia, foi palco de um grande número de conquistas, pelos mais variados povos, por se constituir num corredor natural para os antigos exércitos.

Em meados do século XV a.C. a região é conquistada pelo faraó Tutmósis III, mas será perdida no final da XVIII dinastia, para ser novamente reconquistada por Seti I e por Ramsés II. Com o enfraquecimento do poder egípcio em finais do século XIII a.C., a região será invadida pelos Povos do Mar.

Um destes povos, os Filisteus, fixa-se junto à costa onde constroem um poderoso reino. Contemporânea a esta invasão é a chegada das tribos hebraicas, lideradas por Josué. A sua instalação no interior gerou guerras com os Filisteus, que se recusam a aceitar a religião hebraica.

As tribos hebraicas decidem então unir-se para formar uma monarquia, cujo primeiro rei é Saul. O seu sucessor, David (início do I milénio a.C.) derrota finalmente os Filisteus e fixa a capital do reino em Jerusalém. Durante o reinado do seu filho, Salomão, o reino vive um período de prosperidade, mas com a sua morte é dividido em duas partes: a norte, surgirá o reino de Israel (com capital na Samaria) e a sul, o reino de Judá (com capital em Jerusalém).

Após muitos séculos, muitas dominações e potências, cruzadas,  o domínio Árabe, o Império Otomano, o Nazismo, as migrações, conflitos entre judeus, ingleses e árabes,  em 1947 uma reunião da Assembleia Geral da ONU deliberou a partição da Palestina em dois estados, um judeu e outro árabe, que deveriam formar uma união económica e aduaneira. E, finalmente, em 14 de Maio de 1948 , David Ben-Gurion declara o nascimento do Estado de Israel, ao assinar a Declaração de Independência.

Perseguição

Na Palestina, os cristãos estão quase extintos em conseqüência do controle que os extremistas muçulmanos têm sobre a questão palestina e da marginalização dos cristãos, sem mencionar o impacto negativo da intifada (revolta dos palestinos contra Israel) – que é dirigida pelas organizações islâmicas – sobre os cristãos da Palestina.

Os cristãos palestinos estão sofrendo abusos dos direitos humanos, inclusive confisco de terra, estupro e assassinato nas mãos da população muçulmana, que é muito maior, mas eles não abrem a boca para falar e a Autoridade Palestina (A.P.) não lhes oferece nenhum recurso ou proteção.

A constituição da A.P., que precisa ainda ser ratificada, é baseada na Sharia, a rígida lei religiosa islâmica. A Sharia rebaixa os que não são muçulmanos a uma condição inferior e também proíbe conversões do islamismo a qualquer outra religião. O islamismo vê uma conversão como rua de mão única.Você é mais que bem-vindo para se converter para o islamismo, mas quem tiver o atrevimento de pensar em se converter do islamismo para alguma outra religião merece a pena de morte.

Fontes: Wikipédia e CMI Brasil

Oremos por esta região que tem uma história tão conturbada e guerras de raízes tão profundas. E  que os cristãos de lá não se calem, e sejam fortalecidos para enfrentar os diversos confrontos e perseguições.





Omã

14 07 2009

O isolamento natural que o país tem por causa da região montanhosa próxima ao Golfo de Omã transformou-o em uma das mais distintas culturas da região do Golfo Pérsico.

bandeira-de-oma

A população omani, composta por 2,6 milhões de pessoas (71,5% urbana) é extremamente jovem. Mais de 40% dela tem menos de 14 anos de idade. Apesar de a expectativa de vida ser alta (74 anos), poucos omanis ultrapassam os 65 anos de idade.

Em torno de 600 mil estrangeiros vivem em Omã. A maioria destes são trabalhadores que imigraram do Sudeste Asiático, Egito, Jordânia e das Filipinas. Devido a esse fato, a atmosfera religiosa em Omã é muito menos tensa do que em outros países muçulmanos.

Embora as comunidades cristãs já estivessem presentes na antiga Arábia desde o 1º século da era cristã, é muito pouco provável que alguma delas tenha se estabelecido em Omã já naquela época.

No século VII, o triunfo do islamismo resultou na total erradicação do cristianismo da região. Assim, Omã só foi receber seus primeiros missionários, um grupo de padres católicos do Iêmen, em 1841.

As missões protestantes chegaram ao país com Samuel Zwemer, um missionário presbiteriano norte-americano, em 1889.

Hoje, a comunidade cristã no país é quase que inteiramente formada por estrangeiros e o número de cidadãos omanis convertidos ao cristianismo é estimado em apenas cem.

Não se tem informação sobre grupos de missionários, mas várias organizações humanitárias religiosas operam no país. Estão estabelecidas as igrejas Anglicana e a Reformada da América, grupos protestantes, católicos e ortodoxos.

A Constituição, conforme a tradição, provê liberdade para praticar ritos religiosos se essas práticas não perturbarem a ordem pública. O governo geralmente respeita isso; contudo, há limitações no que diz respeito à evangelização e à distribuição de material religioso. A Constituição ainda declara que o islã é a religião oficial e que a sharia é a fonte de toda a legislação.

Os cidadãos e os estrangeiros são livres para discutir suas crenças religiosas dentro dos limites da lei; contudo, o Governo proíbe a conversão de muçulmanos.

De acordo com a lei islâmica, um muçulmano que abandona o islamismo é considerado apóstata e está sujeito aos procedimentos legais islâmicos.

Assim, ex-muçulmanos são severamente perseguidos pela família e sociedade. Podem ser expulsos de casa, perder o emprego e até a vida.

O governo se mostra moderado em seu tratamento para com os ex-muçulmanos a menos que as famílias peçam medidas contra eles. Nesses casos, os ex-muçulmanos são considerados e tratados como deficientes mentais.

Grupos não-muçulmanos também são proibidos de publicar material religioso, embora publicações impressas no exterior possam ser importadas.

Fonte: Portas Abertas

Apresentemos Omã em nossas orações.





Laos

12 07 2009

Laos fica na Ásia, faz fronteira com a China, com o Vietnã, com o Camboja, com a Tailândia e com Mianmar. Laos ocupa o 8º lugar na classificação de países com perseguição.

350px-Flag_of_Laos_svg

A capital de Laos é Vientiane, a sua população é estimada em 6.677.534 habitantes, a idade média desses habitantes é de 19,2 anos. Os idiomas falados são o laosiano,  o francês e o inglês.

O Laos é um dos poucos países socialistas do mundo. O país ainda depende enormemente de sua agricultura e possui uma infraestrutura bastante deficiente. O país não possui ferrovias. As principais rodovias do país conectam os maiores centros urbanos, porém a maioria das pequenas vilas somente se liga a estas rodovias por pequenas estradas de terra, nem sempre transitáveis o ano inteiro. As telecomunicações internas e com o exterior também são limitadas e, nota-se que sua economia é majoritariamente agrária e que a plantação do arroz é a principal atividade comercial do Laos Socialista.

O renda per capita do laosiano equivale a cerca de US$ 1.100 por ano. A força de trabalho é constituída de 1,5 milhão de pessoas e desse total cerca de 80% atuam na agricultura. O laos é o terceiro maior produtor mundial de ópio, matéria-prima da heroína, e enfrenta muitos problemas relacionados às drogas.

A religião predominante em Laos é o budismo. Os primeiros cristãos chegaram no país por volta de 1630, atualmente, pouco mais de 2% da população professa o cristianismo, embora este número esteja crescendo rapidamente.

Apesar de a constituição laosiana conter princípios favoráveis à liberdade religiosa, o governo continua a restringir essa liberdade, forçando cristãos a renunciarem a sua fé, aprisionando-os e fechando seminários. Ainda vigoram proibições relativas à evangelização pública, à construção de igrejas e a ligações com organizações estrangeiras. Reuniões religiosas sem o devido consentimento das autoridades comunistas são proibidas e todos os grupos religiosos devem ser aprovados pelo crivo de uma organização controlada pelo Partido Revolucionário do Povo do laos. Monges budistas têm reivindicado restrições ainda maiores à atividade cristã, e o governo tem apoiado esforços para levar cristãos a renunciar sua fé em favor do budismo.

E mesmo quando os 50 dias de oração pela igreja perseguida acabarem continuemos orando por Laos.