Zanzibar

20 07 2009

Hoje, 20 de julho, é o dia de orarmos pelo 31º país na classifação por perseguição. Zanzibar é nome dado ao conjunto de duas ilhas ao largo da costa da Tanzânia, na margem leste africana, que foram um estado semi-autônomo. As duas ilhas são chamadas Unguja (em swahili) ou Zanzibar e Pemba.

A capital das ilhas fica em Unguja e tem igualmente o nome de Zanzibar. A parte antiga da cidade chama-se “Cidade de Pedra” (Stone Town ou Mji Mkongwe, em kiSwahili) e é um sítio tombado pelo Patrimônio Mundial.

Bandeira_Zanzibar

Em 1844, os missionários e exploradores alemães Johann Krapf e Johan Rebmann chegaram à área como os representantes da Sociedade da Igreja Missionária, fundada na Inglaterra. Após eles, a Igreja Católica chegou ao país, na década de 1850.

Desde aquela época até hoje, a Igreja foi estabelecida, mas nunca cresceu. Isso aconteceu por causa da presença histórica do islã e do impulso missionário que é enfocado na Tanzânia, e não nas ilhas sob seu governo.

A ilha de Unguja tem apenas 25 igrejas. Em Tumbatu não há igrejas. Um pastor abriu uma escola tempos atrás, mas extremistas forçaram as autoridades da ilha a fechá-la. Há só quatro igrejas na ilha de Pemba, onde os cristãos sofrem a enorme opressão devido ao extremismo islâmico.

A principal fonte de perseguição tem sido o extremismo islâmico, presente em algumas da ilhas.

A ilha de Pemba possui 13 cadeiras do parlamento, e todos foram ocupados recentemente por membros do partido Frente Unida Cívica, cuja visão é fazer de Zanzibar um Estado islâmico, e levá-lo de volta à influência de um governo árabe.

A Igreja, em geral, enfrenta muitas lutas. Os cristãos têm dificuldades em registrar seus templos, comprar terrenos, receber educação e encontrar emprego. A evangelização dos muçulmanos ainda é extremamente difícil.





Kuweit

14 07 2009

O Kuweit ou Kowait (também chamado Coveite e aceita grafia de Couaite por linguistas em Portugal) é um pequeno país do Oriente Médio, limitado a norte e oeste pelo Iraque, a leste pelo Golfo Pérsico, do outro lado do qual se estendem as costas do Irão, e a sul pela Arábia Saudita. Capital: Kuwait. A forma de soberania é o emirado, sendo o chefe-de-Estado designado por emir ou xeque.

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Com exceção das tribos nômades que habitam as areias do deserto, praticamente toda a população vive nos centros urbanos. Mas, dessa população, 1,2 milhão é de imigrantes palestinos, egípcios, jordanianos, iranianos, paquistaneses, indianos, bengaleses e filipinos.  Embora a expectativa de vida seja de 77 anos, somente 2,9% da população ultrapassa os 65.

Na prática, todos os cidadãos kueitianos são muçulmanos sunitas, enquanto os estrangeiros muçulmanos que trabalham para o governo são majoritariamente xiitas.

Aproximadamente 10% de todas as reservas conhecidas de petróleo pertencem ao governo, e a economia do país é dominada pelo ouro negro. Quase toda a população é funcionária pública. São os imigrantes que fazem o trabalho pesado: 80% da força de trabalho é formada por não-kuweitianos.

Estima-se que o número de cristãos no Kuweit seja de 400 mil pessoas, quase todos são trabalhadores estrangeiros. A maioria pertence à Igreja Católica. Estima-se haver entre 150 a 200 cristãos nativos. Apesar de a Igreja cristã existir nessas terras desérticas desde as viagens missionárias do apóstolo Paulo, é raro encontrar cristãos nativos na região, pois o domínio do islamismo é extremamente forte.

O primeiro cristão de que se tem notícia no Kuweit foi um católico norte-americano que chegou ao país em 1795. A maioria das igrejas, no entanto, foi construída em anos mais recentes.

O reverendo Amanuel Ghareeb foi o primeiro kueitiano a abraçar o ministério em tempo integral de acordo com o Relatório Mundial das Sociedades Bíblicas Unidas de abril e maio de 1999. Depois de trabalhar no mercado petrolífero por 25 anos, ele recebeu treinamento teológico em uma escola bíblica da cidade do Cairo, no Egito, e foi ordenado pastor da Igreja Evangélica Nacional.

A Constituição de 1962 estabelece o islamismo como religião oficial do Estado e utiliza a sharia (lei islâmica) como principal base de sua legislação. No entanto, o texto também assegura a liberdade e a livre prática religiosa.

Em comparação com muitos países islâmicos, o Kuweit mantém uma postura moderada no que se refere a outras religiões. Os cristãos residentes no país podem se reunir livremente e estabelecer igrejas, e as relações entre muçulmanos e cristãos são abertas e amistosas.

O governo não permite conversões para fora do islã. Quando elas acontecem, se dão de forma discreta. Se a conversão é descoberta, o indivíduo encontra hostilidade: perde o emprego, é intimado repetidas vezes à delegacia, é preso, abusado de forma física e verbal, monitorado pela polícia, sofre danos em sua propriedade.

As igrejas fora das quatro denominações reconhecidas (anglicana, copta ortodoxa, evangélica nacional e católica romana) são proibidas de expor sinais exteriores, como a cruz ou o nome da congregação. Também não podem realizar atividades públicas. Igrejas sem recursos financeiros para alugar um espaço podem se reunir em escolas nos fins de semana, embora os representantes das igrejas informem que as escolas foram pressionadas a impedir tais reuniões.

Não há uma lei específica que proíba estabelecer templos não-muçulmanos; contudo, na prática, os poucos grupos que solicitaram licenças para construir novos templos não tiveram permissão. Para alguns grupos religiosos, isso mostra que é impossível obter licença para se ter um novo templo.

Fontes: Portas Abertas e Wikipédia





Palestina

14 07 2009

Palestina (em árabe فلسطين, translit. Filasṭīn; em hebraico פלשתינה; em grego Παλαιστίνη, transl. Palaistinē, e em latim Palæstina), é a denominação histórica dada pelo Império Britânico a uma região do Oriente Médio situada entre a costa oriental do Mediterrâneo e as margens do Rio Jordão. O seu estatuto político é disputado acesamente.

Palestina

A área correspondente à Palestina até 1948 encontra-se hoje dividida em três partes: uma parte integra o Estado de Israel; duas outras (a Faixa de Gaza e a Cisjordânia), de maioria árabo-palestina, deveriam integrar um estado palestiniano-árabe a ser criado – de acordo com a lei internacional, bem como as determinações das Nações Unidas e da anterior potência colonial da zona, o Reino Unido. Todavia, em 1967, a Faixa de Gaza e a Cisjordânia foram ocupadas militarmente por Israel, após a Guerra dos Seis Dias. 

A população palestina dispersa pelos países árabes ou em campos de refugiados, situados nos territórios ocupados por Israel, é estimada em 4.000.000 de pessoas.

A Palestina, sendo um estreito trecho de favorável passagem entre a África e Ásia, foi palco de um grande número de conquistas, pelos mais variados povos, por se constituir num corredor natural para os antigos exércitos.

Em meados do século XV a.C. a região é conquistada pelo faraó Tutmósis III, mas será perdida no final da XVIII dinastia, para ser novamente reconquistada por Seti I e por Ramsés II. Com o enfraquecimento do poder egípcio em finais do século XIII a.C., a região será invadida pelos Povos do Mar.

Um destes povos, os Filisteus, fixa-se junto à costa onde constroem um poderoso reino. Contemporânea a esta invasão é a chegada das tribos hebraicas, lideradas por Josué. A sua instalação no interior gerou guerras com os Filisteus, que se recusam a aceitar a religião hebraica.

As tribos hebraicas decidem então unir-se para formar uma monarquia, cujo primeiro rei é Saul. O seu sucessor, David (início do I milénio a.C.) derrota finalmente os Filisteus e fixa a capital do reino em Jerusalém. Durante o reinado do seu filho, Salomão, o reino vive um período de prosperidade, mas com a sua morte é dividido em duas partes: a norte, surgirá o reino de Israel (com capital na Samaria) e a sul, o reino de Judá (com capital em Jerusalém).

Após muitos séculos, muitas dominações e potências, cruzadas,  o domínio Árabe, o Império Otomano, o Nazismo, as migrações, conflitos entre judeus, ingleses e árabes,  em 1947 uma reunião da Assembleia Geral da ONU deliberou a partição da Palestina em dois estados, um judeu e outro árabe, que deveriam formar uma união económica e aduaneira. E, finalmente, em 14 de Maio de 1948 , David Ben-Gurion declara o nascimento do Estado de Israel, ao assinar a Declaração de Independência.

Perseguição

Na Palestina, os cristãos estão quase extintos em conseqüência do controle que os extremistas muçulmanos têm sobre a questão palestina e da marginalização dos cristãos, sem mencionar o impacto negativo da intifada (revolta dos palestinos contra Israel) – que é dirigida pelas organizações islâmicas – sobre os cristãos da Palestina.

Os cristãos palestinos estão sofrendo abusos dos direitos humanos, inclusive confisco de terra, estupro e assassinato nas mãos da população muçulmana, que é muito maior, mas eles não abrem a boca para falar e a Autoridade Palestina (A.P.) não lhes oferece nenhum recurso ou proteção.

A constituição da A.P., que precisa ainda ser ratificada, é baseada na Sharia, a rígida lei religiosa islâmica. A Sharia rebaixa os que não são muçulmanos a uma condição inferior e também proíbe conversões do islamismo a qualquer outra religião. O islamismo vê uma conversão como rua de mão única.Você é mais que bem-vindo para se converter para o islamismo, mas quem tiver o atrevimento de pensar em se converter do islamismo para alguma outra religião merece a pena de morte.

Fontes: Wikipédia e CMI Brasil

Oremos por esta região que tem uma história tão conturbada e guerras de raízes tão profundas. E  que os cristãos de lá não se calem, e sejam fortalecidos para enfrentar os diversos confrontos e perseguições.





Paquistão

4 07 2009

No 13º lugar da classificação, está o Paquistão. Com sua população de 170 milhões (36% urbana) é o sexto país do mundo em população e possui uma das maiores populações muçulmanas do planeta. Os idiomas são Urdu, inglês.

Paquistão

Ao apoiar os ataques norte-americanos ao Afeganistão, em 2001, o Paquistão obteve grande ajuda econômica dos EUA na forma de linhas de crédito e reescalonamento de dívidas. A economia do Paquistão cresceu bastante nos últimos tempos mas, ainda assim, a economia do Paquistão é caracterizada pela pobreza da população.

A Constituição estabelece o islamismo como a religião do Estado. Ela também declara que as minorias religiosas devem ter condições para professar e praticar sua religião em segurança. Apesar disso, o governo limita a liberdade religiosa.

Uma forma de limitação é a lei de blasfêmia paquistanesa. Essa lei sentencia à morte quem deprecia o islã ou seus profetas; à prisão perpétua quem deprecia, danifica ou profana o Alcorão; e a dez anos de prisão quem insulta os sentimentos religiosos de outra pessoa.

A lei de blasfêmia tem sido bastante usada por indivíduos que querem resolver questões pessoais, uma vez que, para acusar alguém de ter blasfemado, não é necessário ter provas. Precisa-se apenas da acusação formal. No contexto paquistanês, a palavra de um muçulmano vale pela palavra de dois cristãos, e isso dificulta o processo de defesa.

Embora nenhum cristão paquistanês até agora tenha sido executado após sua condenação, mais de uma dezena de pessoas foram acusadas e forçadas a viver em condições desumanas na prisão, em esconderijos ou no exílio.

(Fontes: Portas Abertas e Wikipédia)

Que a Palavra de Deus alcance toda a população deste país.





Brunei

24 06 2009

Brunei faz fronteira com a Malásia e é localizado a noroeste da ilha de Bornéu, ocupa o 29º lugar na classificação de países que sofrem perseguição.

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Brunei é divido em Brunei Oriental e Brunei Ocidental (onde se encontra 97% da população). O país tem cerca de 380 mil habitantes, menos de um terço tem menos que 15 anos e 77% da população vive na cidade, o restante vive em vilarejos no interior. Os idiomas falados são  malaio, inglês e chinês.

Brunei é governado por um sultão que exerce seu poder mediante decretos. A cultura política incentiva uma submissão silenciosa à suas decisões. O povo é amplamente recompensado com centros de recreação e serviços de saúde e educação completamente gratuitos, além do acesso a empréstimos de juros baixíssimos e alta renda per capita. A economia é completamente dependente da exploração de petróleo e gás natural.

A religião predominante em Brunei é o Islamismo e o sultão é o líder religioso. O governo proibiu a importação de materiais de ensino religiosos, ou livros sagrados como a Bíblia, e negou permissão para a criação ou construção de igrejas, templos ou santuários. Ao mesmo tempo, a maioria dos padres e freiras católicos foi expulsa e nenhum cristão professa publicamente a sua fé. Os cristãos preferem manter-se no anonimato, temendo por suas vidas.

Sabemos que as restrições aos cristãos só tendem a se intensificar, pois o número de cristãos em Brunei só aumenta. Para combater as crescentes conversões o governo esta fazendo cruzadas islâmicas e colocando alguns obstáculos à população, como, por exemplo, exigir que a pessoa se converta ao islamismo antes de ocupar determinada vaga de emprego.

Oremos pela nação de Brunei, para que as portas do país sejam abertas para missionários, pois hoje ainda não há essa permissão.





Argélia

16 06 2009

A Argélia tem o segundo maior território do continente africano e ocupa o 19º lugar na classificação de países com perseguição.

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A Argélia tem a sétima maior reserva de gás natural do mundo e é o segundo maior exportador de gás. É ainda o 14º país com maiores reservas de petróleo. A sua capital é a Argel, tem como língua oficial o árabe, o francês e várias línguas bérberes. A população da Argélia é estimada em 32.531.853 habitantes, 90% desses habitantes vivem na região costeira e a maioria deles segue o islamismo.

Atualmente, cerca de um terço dos cristãos da Argélia é de estrangeiros. Apesar de haver milhares de cristãos argelinos, eles representam menos que 0,5% da população e organizam cultos em reuniões secretas nos lares. De acordo com um decreto aprovado em 2006, qualquer ação que possa ser entendida como uma forma de tentativa de conversão dos islâmicos a uma outra religião é crime, a punição é de dois a cinco anos de prisão e multa.

Organizações missionárias são autorizadas a realizar atividades humanitárias sem a intervenção do governo com tanto que não evangelizem muçulmanos. Os argelinnos que se convertem praticam sua fé secretamente, para evitar problemas com a justiça.

Que sempre lembremos da Argélia em nossas orações, pedindo ao Senhor que fortaleça os irmãos argelinos, para prosseguirem com a sua fé.





Arábia Sáudita

11 06 2009

A Arábia Saudita é o maior país da península Arábica, e ocupa o 2º lugar na classificação dos países que sofrem perseguição.

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O país é cercado pelo Mar Vermelho e a sua economia é feita basicamente pela extração de petróleo. Após a irrigação do solo tronou-se grande produtor de tâmara, tomate, melancia, cevada, uva, pepino, abóbora, beringela, batata, cenoura e cebola.

Um dos maiores acontecimentos do país foi o nascimento de Maomé, que fundou o Islã. No país se encontram dois dos locais mais sagrados da religião, a Meca e a Medina. Foi na Arábia Sáudita que o Alcorão foi revelado pelo profeta Maomé.

A imprensa é totalmente controlada pelo Governo, os jornais só são criados por decreto real, não há estações de rádio e de TV nacionais, apenas via satélite e sistemas de segurança estão sendo usados cada vez mais para bloquear o uso da internet no país.

Após o islamismo ter tomado o poder na Arábia Saudita todos os cristãos foram expulsos e nenhuma missão cristã pode entrar no país. Hoje existem minorias convertidas no país que vivem em total anonimato, temendo assassinatos e prisões, o que dificulta a contagem exata dos cristãos existentes.

Não há liberdade religiosa no país, o governo afirma proteger o direito de culto para todas as religiões mas, na prática, esse direito não existe. A lei islâmica obriga que todos os cidadãos sejam muçulmanos e a conversão para outras religiões é punida com a morte.

Os estrangeiros podem cultuar em particular, mas se forem pegos são deportados e, em alguns casos, são punidos com açoites antes de voltarem ao país de origem. A publicação de material cristão é proibida e as correspondências e carregamentos são sempre abertos pela polícia, que procura material contrabandeado, como Bíblias e fitas de vídeo.

Não se pode evangelizar publicamente, e há informações de que espiões do governo se infiltram entre os nativos convertidos para os entregarem, tudo isso dificulta a disseminação do evangelho em todo o território saudita.

Clamemos ao Senhor pelos missionários que estão na Arábia Saudita escondidos, tentando levar o evangelho a toda criatura. Que estratégias sejam dadas por Deus para que driblem toda a repressão e controle exercido pelos governantes daquele país.





Janela 10X40

5 06 2009

Hoje falaremos sobre um dos principais pontos  do mundo (se não o principal)  que necessitam de evangelização, de missionários e de nossas orações: Janela 10X40.

janela 10x40

A Janela 10×40 se localiza entre a África e a Ásia, e abriga a maioria da população mundial. São mais de 3 bilhões de pessoas, divididas entre 62 países, estima-se que 97% dos povos não alcançados estão localizados nesta região.

Nessa região a receptividade ao cristianismo é muito pouca, os países onde existe perseguição religiosa também estão  neste local, esse talvez seja o maior desafio do povo evangélico, até por que a política de restrições quanto à entrada de missionários é muito forte. Acreditamos que por isso há agências missionárias que enviam profissionais para os países com mais dificuldades, para que tenham mais facilidade ao entrar e façam o trabalho missionário paralelo ao trabalho secular.

A pobreza é muito grande, estima-se que 8 entre 10 pobres do mundo estão localizados na Janela 10×40, os países mais populosos do mundo fazem parte da janela, como Índia e China, cristãos sofrem forte perseguição, igrejas são fechadas e a situação só vem piorando com o passar dos anos. Acredita-se que mais de 85 mil pessoas morrem por dia sem nunca terem ouvido falar do amor de Cristo.

O que devemos fazer é orar pelas almas da janela 10×40, orar para que Deus capacite mais missionários para esta área e orar para que mais de nós sejamos incomodados e sintamos arder no coração o amor por estas nações.