Palestina (em árabe فلسطين, translit. Filasṭīn; em hebraico פלשתינה; em grego Παλαιστίνη, transl. Palaistinē, e em latim Palæstina), é a denominação histórica dada pelo Império Britânico a uma região do Oriente Médio situada entre a costa oriental do Mediterrâneo e as margens do Rio Jordão. O seu estatuto político é disputado acesamente.

A área correspondente à Palestina até 1948 encontra-se hoje dividida em três partes: uma parte integra o Estado de Israel; duas outras (a Faixa de Gaza e a Cisjordânia), de maioria árabo-palestina, deveriam integrar um estado palestiniano-árabe a ser criado – de acordo com a lei internacional, bem como as determinações das Nações Unidas e da anterior potência colonial da zona, o Reino Unido. Todavia, em 1967, a Faixa de Gaza e a Cisjordânia foram ocupadas militarmente por Israel, após a Guerra dos Seis Dias.
A população palestina dispersa pelos países árabes ou em campos de refugiados, situados nos territórios ocupados por Israel, é estimada em 4.000.000 de pessoas.
A Palestina, sendo um estreito trecho de favorável passagem entre a África e Ásia, foi palco de um grande número de conquistas, pelos mais variados povos, por se constituir num corredor natural para os antigos exércitos.
Em meados do século XV a.C. a região é conquistada pelo faraó Tutmósis III, mas será perdida no final da XVIII dinastia, para ser novamente reconquistada por Seti I e por Ramsés II. Com o enfraquecimento do poder egípcio em finais do século XIII a.C., a região será invadida pelos Povos do Mar.
Um destes povos, os Filisteus, fixa-se junto à costa onde constroem um poderoso reino. Contemporânea a esta invasão é a chegada das tribos hebraicas, lideradas por Josué. A sua instalação no interior gerou guerras com os Filisteus, que se recusam a aceitar a religião hebraica.
As tribos hebraicas decidem então unir-se para formar uma monarquia, cujo primeiro rei é Saul. O seu sucessor, David (início do I milénio a.C.) derrota finalmente os Filisteus e fixa a capital do reino em Jerusalém. Durante o reinado do seu filho, Salomão, o reino vive um período de prosperidade, mas com a sua morte é dividido em duas partes: a norte, surgirá o reino de Israel (com capital na Samaria) e a sul, o reino de Judá (com capital em Jerusalém).
Após muitos séculos, muitas dominações e potências, cruzadas, o domínio Árabe, o Império Otomano, o Nazismo, as migrações, conflitos entre judeus, ingleses e árabes, em 1947 uma reunião da Assembleia Geral da ONU deliberou a partição da Palestina em dois estados, um judeu e outro árabe, que deveriam formar uma união económica e aduaneira. E, finalmente, em 14 de Maio de 1948 , David Ben-Gurion declara o nascimento do Estado de Israel, ao assinar a Declaração de Independência.
Perseguição
Na Palestina, os cristãos estão quase extintos em conseqüência do controle que os extremistas muçulmanos têm sobre a questão palestina e da marginalização dos cristãos, sem mencionar o impacto negativo da intifada (revolta dos palestinos contra Israel) – que é dirigida pelas organizações islâmicas – sobre os cristãos da Palestina.
Os cristãos palestinos estão sofrendo abusos dos direitos humanos, inclusive confisco de terra, estupro e assassinato nas mãos da população muçulmana, que é muito maior, mas eles não abrem a boca para falar e a Autoridade Palestina (A.P.) não lhes oferece nenhum recurso ou proteção.
A constituição da A.P., que precisa ainda ser ratificada, é baseada na Sharia, a rígida lei religiosa islâmica. A Sharia rebaixa os que não são muçulmanos a uma condição inferior e também proíbe conversões do islamismo a qualquer outra religião. O islamismo vê uma conversão como rua de mão única.Você é mais que bem-vindo para se converter para o islamismo, mas quem tiver o atrevimento de pensar em se converter do islamismo para alguma outra religião merece a pena de morte.
Fontes: Wikipédia e CMI Brasil
Oremos por esta região que tem uma história tão conturbada e guerras de raízes tão profundas. E que os cristãos de lá não se calem, e sejam fortalecidos para enfrentar os diversos confrontos e perseguições.