Tunísia

21 07 2009

A Tunísia (Tūnis – تونس) é um país do norte de África, limitado a norte e a leste pelo Mar Mediterrâneo, através do qual faz fronteira com a Itália, ficando especialmente próxima da ilha de Pantalaria e das ilhas Pelágias, a leste e a sul pela Líbia e a oeste pela Argélia. Capital: Túnis.

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Os fenícios colonizaram a Tunísia por volta do ano 1000 a.C., estabelecendo na cidade de Cartago um importante centro comercial para o Mediterrâneo.

Séculos mais tarde, por volta de 200 a.C., os romanos conquistaram a região e a anexaram ao seu império, permitindo que o cristianismo chegasse à Tunísia assim que surgiu. No entanto, exércitos islâmicos dominaram a região e grande parte do Norte da África no século VII, erradicando completamente toda a influência cristã. O domínio muçulmano perdurou por vários séculos, até que os conflitos com nações europeias tiveram início.

Em 1880, tropas francesas invadiram a Tunísia e, três anos depois, o país tornava-se um protetorado da França. A influência francesa permeou a nação e deixou uma profunda marca, mas o sentimento nacionalista acabou prevalecendo e levando a Tunísia à sua independência em 1956. Nos primeiros anos, a Tunísia declarou-se república e entrou em conflito com a França inúmeras vezes. Com o passar do tempo, a estabilidade foi finalmente alcançada e o país pôde dar continuidade a sua aproximação com o mundo árabe.

O sistema democrático do país é frágil. Partidos muçulmanos foram banidos, mas o presidente deve ser islâmico. O presidente Zine el Abidine está cumprindo o seu quarto mandato de cinco anos.

O cristianismo chegou ao território da Tunísia no final do século I e foi profundamente marcado pelo cisma donatista – um notável movimento herético desencadeado pelo bispo Donato de Cartago, no século IV.

Embora o islamismo tenha varrido a Tunísia no século VII, o cristianismo ainda conseguiu sobreviver na região por mais 300 anos. No século XIII, uma nova Igreja foi implantada no país por missionários franciscanos e dominicanos.

Atualmente, há aproximadamente 25 mil cristãos no país, a maioria dos quais é de católicos franceses ou refugiados libaneses. Amedrontados e isolados, os cristãos de cidadania tunisiana somam apenas alguns milhares e, por serem carentes de treinamento teológico, são presas fáceis da perseguição.

A Constituição tunisiana declara o islamismo a religião oficial do país e determina que o chefe de Estado seja muçulmano. Por outro lado, ela também assegura a liberdade de consciência e protege o livre exercício de culto, desde que não perturbe a ordem pública.

Essa postura tem sido administrada diante do crescente fundamentalismo islâmico no país e o governo proíbe a evangelização, embora haja tolerância ao culto cristão. O islamismo, enraizado na sociedade, cria significativas barreiras culturais à conversão.

Fontes: Wikipédia e Portas Abertas





Sudão

19 07 2009

O Sudão é o maior país da África e localiza-se no centro-leste do continente, faz fronteira com o Egito, com a Líbia, com Chade, com a Eritréia, com Etiópia, com Quênia, Com Uganda, com Congo e com a República Centro Africana.

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Após obter sua autonomia, o país foi devastado por uma guerra civil que começou em 1983 e dura, de certa forma, até hoje. O estopim foi a introdução da sharia (lei islâmica) em todo o território sudanês.

Isso desagradou o sul do país, habitado por cristãos e animistas, que se revoltou contra o norte, de maioria muçulmana, e procura a separação do restante do país.

O governo, localizado no norte, não aceita a separação, uma vez que as riquezas naturais do país, como o petróleo, se encontram no sul do Sudão.

O conflito entre o norte e o sul já causou a morte de 1,5 milhão de pessoas.

O Sudão é um dos países mais pobres do mundo e os cristãos são os que se encontram em pior situação. Os combatentes desalojam a população civil, roubam os rebanhos e incendeiam vilarejos. Além disso, terras férteis estão improdutivas em função da constante movimentação da população que foge das áreas de conflito.

As recentes políticas financeiras e investimento em novas infrastruturas não evitam que o Sudão continue a ter graves problemas econômicos. Desde 1997 que o Sudão tem vindo a implementar medidas macroeconômicas aconselhadas pelo FMI. Começaram a exportar petróleo em 1999; a produção crescente desde produto (atualmente 520.000 barris por dia) deu uma nova vida à indústria Sudanesa, e fez com que o PIB subisse 6.1% em 2003.

Apesar de todos os desenvolvimentos econômicos mais recentes derivados da produção petrolífera, a agricultura continua a ser o sector econômico mais importante do Sudão. Emprega 80% da força de trabalho e contribui com 39% para o PIB. Este aparente bem estar econômico é quase irrelevante; a população vive abaixo da linha de pobreza muito por causa da guerra civil e do clima muito seco.

Atualmente, o país é lar de oito milhões de cristãos, mais de 20% da população. A existência da Igreja no sul tem sido ameaçada pela influência do governo islâmico de Cartum. No sul, onde estão 5,5 milhões de cristãos, as religiões tradicionais africanas – em especial a bruxaria – também ameaçam o cristianismo.

A Igreja tem sido perseguida durante os últimos 50 anos, especialmente nos Montes Nuba, onde reside a maior parte dos cristãos.

Apesar do acordo de paz, o governo islâmico influencia a população, que se volta contra a evangelização e conversão de muçulmanos.

No sul, onde vive boa parte dos cristãos sudaneses, o que preocupa a Igreja é um movimento rebelde da Uganda, chamado de Exército de Resistência do Senhor. Esse grupo costuma atacar vilas no sul do país, onde fica a fronteira entre os dois países.

No entanto, nos últimos sete anos, tem se notado que os incidentes de violência contra cristãos têm diminuído.





Bangladesh

19 07 2009

Bangladesh fica a leste da Índia, faz fronteira com Mianmar, com a Índia e com Nepal.

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A população de Bangladesh é de aproximadamente 161 milhões de habitantes, sua capital é Daca e é a sétima nação mais populosa do planeta.

A maior parte do povo bengalês vive nas regiões rurais: menos de 30% dos habitantes reside nas cidades.

Um terço da população tem idade inferior a 15 anos. Apenas 2% da população é constituída de grupos minoritários, sejam tribais ou estrangeiros. Os outros 98% são de pessoas da etnia bengali.

No que se refere à religião, os bengaleses dividem-se em muçulmanos e hindus.
Um terço da população tem idade inferior a 15 anos. Apenas 2% da população é constituída de grupos minoritários, sejam tribais ou estrangeiros. Os outros 98% são de pessoas da etnia bengali.

No que se refere à religião, os bengaleses dividem-se em muçulmanos e hindus.

Bangladesh é uma das nações mais pobres do mundo. O país sofre com a superpopulação e com os constantes desastres naturais – como ciclones e inundações implacáveis – que resultam em grande número de mortes.

O pequeno número de cristãos (0,84% da população) e a divisão em pelo menos 32 denominações têm enfraquecido sobremaneira a posição cristã. Nem os católicos nem os protestantes estão envolvidos fortemente com o evangelismo. Ao longo dos anos, a atuação cristã tem se concentrado mais na esfera da educação.

A Igreja em Bangladesh sobrevive em meio à dificuldade. As atividades evangelísticas cresceram com as mais de cem novas igrejas formadas por ex-muçulmanos, acrescentadas apenas em 2007.

O governo bengalês prudentemente decidiu não colocar em risco a ajuda ocidental que recebe e não adotou um processo aberto de islamização do país. Mas países islâmicos participam do programa nacional de ajuda humanitária, afetando políticas em detrimento dos convertidos e de outras organizações cristãs.

Apesar de os muçulmanos fundamentalistas constituírem uma minoria, eles se esforçam incansavelmente para pressionar o governo atual a adotar o rigoroso cumprimento da sharia (lei islâmica). Eles são a maior fonte de opressão à Igreja.

Há grupos islâmicos que vão de porta em porta na tentativa de convencer os convertidos a voltarem ao islã.

A maior parte da perseguição se dá na zona rural. A influência dos clérigos muçulmanos é forte em muitas dessas comunidades. Novos convertidos tornam-se, então, vítimas da perseguição, e são socialmente marginalizados. Em muitos casos são agredidos, proibidos de ter acesso aos poços artesianos da vila, e coagidos a renunciar sua fé.

Que o Senhor possa suprir as necessidades dos nossos irmãos em Bangladesh, tanto materiais como espirituais.





Omã

14 07 2009

O isolamento natural que o país tem por causa da região montanhosa próxima ao Golfo de Omã transformou-o em uma das mais distintas culturas da região do Golfo Pérsico.

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A população omani, composta por 2,6 milhões de pessoas (71,5% urbana) é extremamente jovem. Mais de 40% dela tem menos de 14 anos de idade. Apesar de a expectativa de vida ser alta (74 anos), poucos omanis ultrapassam os 65 anos de idade.

Em torno de 600 mil estrangeiros vivem em Omã. A maioria destes são trabalhadores que imigraram do Sudeste Asiático, Egito, Jordânia e das Filipinas. Devido a esse fato, a atmosfera religiosa em Omã é muito menos tensa do que em outros países muçulmanos.

Embora as comunidades cristãs já estivessem presentes na antiga Arábia desde o 1º século da era cristã, é muito pouco provável que alguma delas tenha se estabelecido em Omã já naquela época.

No século VII, o triunfo do islamismo resultou na total erradicação do cristianismo da região. Assim, Omã só foi receber seus primeiros missionários, um grupo de padres católicos do Iêmen, em 1841.

As missões protestantes chegaram ao país com Samuel Zwemer, um missionário presbiteriano norte-americano, em 1889.

Hoje, a comunidade cristã no país é quase que inteiramente formada por estrangeiros e o número de cidadãos omanis convertidos ao cristianismo é estimado em apenas cem.

Não se tem informação sobre grupos de missionários, mas várias organizações humanitárias religiosas operam no país. Estão estabelecidas as igrejas Anglicana e a Reformada da América, grupos protestantes, católicos e ortodoxos.

A Constituição, conforme a tradição, provê liberdade para praticar ritos religiosos se essas práticas não perturbarem a ordem pública. O governo geralmente respeita isso; contudo, há limitações no que diz respeito à evangelização e à distribuição de material religioso. A Constituição ainda declara que o islã é a religião oficial e que a sharia é a fonte de toda a legislação.

Os cidadãos e os estrangeiros são livres para discutir suas crenças religiosas dentro dos limites da lei; contudo, o Governo proíbe a conversão de muçulmanos.

De acordo com a lei islâmica, um muçulmano que abandona o islamismo é considerado apóstata e está sujeito aos procedimentos legais islâmicos.

Assim, ex-muçulmanos são severamente perseguidos pela família e sociedade. Podem ser expulsos de casa, perder o emprego e até a vida.

O governo se mostra moderado em seu tratamento para com os ex-muçulmanos a menos que as famílias peçam medidas contra eles. Nesses casos, os ex-muçulmanos são considerados e tratados como deficientes mentais.

Grupos não-muçulmanos também são proibidos de publicar material religioso, embora publicações impressas no exterior possam ser importadas.

Fonte: Portas Abertas

Apresentemos Omã em nossas orações.





Blogueiro cristão solto na Arábia Saudita

28 04 2009

Graça e paz amados,

 

Hamoud Saleh Al-Amri, que tinha sido preso dia 13 de janeiro de 2009, na Arábia Saudita, por colocar em seu blog a decisão de servir a Cristo e não mais a religião que predomina em seu país foi solto dia 28 de março de 2009.

 

Após sua prisão o seu blog foi bloqueado pelo Google e pelas autoridades governamentais da Arábia Saudita alegando violação na prestação de serviço.

Levando em consideração que a pena de morte por negar o islã ainda está em vigor, a notícia da sua liberdade pegou muita gente de surpresa, por que a Arábia Saudita tem um regime muito fechado, mas nós, que servimos a um Deus Todo Poderoso, não nos sentimos surpresos, pois sabemos que na mais alta montanha ou no mais profundo vale o Senhor estará conosco, nos fortalecendo e confortando e nos capacitando para passar pelas provações desse mundo.

 

Que nós possamos usar esse irmão como exemplo, por que mesmo sabendo das possíveis conseqüências que teria ao colocar em seu blog a decisão mais importante da sua vida ele não se importou e declarou sua fé em Cristo.

 

Tenho-vos dito isso, para que em mim tenhais paz; no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo; eu venci o mundo.” JOÃO 16:33