Bangladesh fica a leste da Índia, faz fronteira com Mianmar, com a Índia e com Nepal.

A população de Bangladesh é de aproximadamente 161 milhões de habitantes, sua capital é Daca e é a sétima nação mais populosa do planeta.
A maior parte do povo bengalês vive nas regiões rurais: menos de 30% dos habitantes reside nas cidades.
Um terço da população tem idade inferior a 15 anos. Apenas 2% da população é constituída de grupos minoritários, sejam tribais ou estrangeiros. Os outros 98% são de pessoas da etnia bengali.
No que se refere à religião, os bengaleses dividem-se em muçulmanos e hindus.
Um terço da população tem idade inferior a 15 anos. Apenas 2% da população é constituída de grupos minoritários, sejam tribais ou estrangeiros. Os outros 98% são de pessoas da etnia bengali.
No que se refere à religião, os bengaleses dividem-se em muçulmanos e hindus.
Bangladesh é uma das nações mais pobres do mundo. O país sofre com a superpopulação e com os constantes desastres naturais – como ciclones e inundações implacáveis – que resultam em grande número de mortes.
O pequeno número de cristãos (0,84% da população) e a divisão em pelo menos 32 denominações têm enfraquecido sobremaneira a posição cristã. Nem os católicos nem os protestantes estão envolvidos fortemente com o evangelismo. Ao longo dos anos, a atuação cristã tem se concentrado mais na esfera da educação.
A Igreja em Bangladesh sobrevive em meio à dificuldade. As atividades evangelísticas cresceram com as mais de cem novas igrejas formadas por ex-muçulmanos, acrescentadas apenas em 2007.
O governo bengalês prudentemente decidiu não colocar em risco a ajuda ocidental que recebe e não adotou um processo aberto de islamização do país. Mas países islâmicos participam do programa nacional de ajuda humanitária, afetando políticas em detrimento dos convertidos e de outras organizações cristãs.
Apesar de os muçulmanos fundamentalistas constituírem uma minoria, eles se esforçam incansavelmente para pressionar o governo atual a adotar o rigoroso cumprimento da sharia (lei islâmica). Eles são a maior fonte de opressão à Igreja.
Há grupos islâmicos que vão de porta em porta na tentativa de convencer os convertidos a voltarem ao islã.
A maior parte da perseguição se dá na zona rural. A influência dos clérigos muçulmanos é forte em muitas dessas comunidades. Novos convertidos tornam-se, então, vítimas da perseguição, e são socialmente marginalizados. Em muitos casos são agredidos, proibidos de ter acesso aos poços artesianos da vila, e coagidos a renunciar sua fé.
Que o Senhor possa suprir as necessidades dos nossos irmãos em Bangladesh, tanto materiais como espirituais.

