Somália

17 07 2009

A Somália (em somali Soomaaliya; em árabe الصومال‎, transl. aṣ-Ṣūmāl), oficialmente República Somali (Jamhuuriyadda Soomaaliya), é um país africano do Corno de África (ou Chifre de África), limitado a norte por Djibouti e pelo Golfo de Aden, do outro lado do qual se encontra o Iémen, a leste e a sul pelo oceano Índico, por onde faz fronteira com um arquipélago iemenita dominado pela ilha de Socotorá e a oeste pelo Quénia e pela Etiópia. Sua capital é Mogadíscio.

Bandeira_somalia

 É difícil contabilizar a população somali. O último censo foi realizado pelo governo em 1975; a partir daí só há estimativas, que devem ainda levar em conta o número de nômades e o movimento de refugiados, que fogem da fome e da guerra entre os clãs.

A maioria da população pertence à etnia somali, que se divide em inúmeros clãs. Os quatro maiores clãs – dir, daarwood, hawiye e isxaaq -, no entanto, respondem por aproximadamente três quartos da população do país. Os outros clãs, considerados inferiores, agrupam 20% dos somalis localizados no sul, e uma minoria pertence à etnia banta.

O islamismo é a religião oficial da Somália e, com raras exceções, a maioria dos somalis segue a tradição sunita. Há alguns hindus entre os indianos que trabalham no país.

 A Somália é uma das nações mais pobres do mundo. Após anos de guerra civil, a economia entrou em colapso e é controlada por uma minoria que explora o narcotráfico, a venda de armas e o comércio de alimentos. A maioria dos somalis vive da pecuária e da agricultura de subsistência, e depende dos programas de ajuda humanitária.

A fome atingiu proporções catastróficas (75% da população segundo a FAO em 1997). Nos anos seguintes a situação piorou: a guerra civil, que dividiu o território em lugares em poder dos grupos inimigos, secas colossais atingiram a região do Chifre da África e destruiram lavouras inteiras. Muitos homens e seus animais ficaram sem água nem comida. Para piorar, não existem meios seguros de distribuição.

Os primeiros missionários cristãos chegaram à Somália em 1881. Em quase um século de trabalho, eles conseguiram algumas centenas de convertidos, até que foram obrigados a se retirar do país em 1974.

Há um pequeno número de somalis convertidos ao cristianismo morando na Somália, e muitos foram assassinados nos últimos anos por radicais islâmicos que juraram acabar com todos os somalis cristãos.

A falta de lei no país (não há Constituição, por exemplo) abre espaço para o crescimento do extremismo religioso, que é o grande responsável pela perseguição aos cristãos somalis.

Há uma Carta de direitos do governo de transição, mas ela não possui restrições ou proteções à liberdade religiosa. Duas regiões no país – Somalilândia e Puntlândia – adotaram o islamismo como a religião oficial. Em ambas as regiões, os muçulmanos não podem abandonar o islamismo, sob pena de morte.

Extremistas têm acusado organizações cristãs de ajuda humanitária de aproveitarem o caos no país para divulgar o evangelho. Tais acusações acabam atraindo a atenção da mídia e levando a ataques públicos contra os cristãos por parte dos jornais locais. Além disso, os partidos políticos muçulmanos têm publicado relatórios que detalham os programas evangelísticos e advertem severamente o povo somali a manter distância de tais atividades.

Fontes: Portas Abertas e Wikipédia

Nos lembremos sempre da Somália, que necessita muito do nosso clamor em todos os aspectos (sociais, econômicos, religioso, etc)





Palestina

14 07 2009

Palestina (em árabe فلسطين, translit. Filasṭīn; em hebraico פלשתינה; em grego Παλαιστίνη, transl. Palaistinē, e em latim Palæstina), é a denominação histórica dada pelo Império Britânico a uma região do Oriente Médio situada entre a costa oriental do Mediterrâneo e as margens do Rio Jordão. O seu estatuto político é disputado acesamente.

Palestina

A área correspondente à Palestina até 1948 encontra-se hoje dividida em três partes: uma parte integra o Estado de Israel; duas outras (a Faixa de Gaza e a Cisjordânia), de maioria árabo-palestina, deveriam integrar um estado palestiniano-árabe a ser criado – de acordo com a lei internacional, bem como as determinações das Nações Unidas e da anterior potência colonial da zona, o Reino Unido. Todavia, em 1967, a Faixa de Gaza e a Cisjordânia foram ocupadas militarmente por Israel, após a Guerra dos Seis Dias. 

A população palestina dispersa pelos países árabes ou em campos de refugiados, situados nos territórios ocupados por Israel, é estimada em 4.000.000 de pessoas.

A Palestina, sendo um estreito trecho de favorável passagem entre a África e Ásia, foi palco de um grande número de conquistas, pelos mais variados povos, por se constituir num corredor natural para os antigos exércitos.

Em meados do século XV a.C. a região é conquistada pelo faraó Tutmósis III, mas será perdida no final da XVIII dinastia, para ser novamente reconquistada por Seti I e por Ramsés II. Com o enfraquecimento do poder egípcio em finais do século XIII a.C., a região será invadida pelos Povos do Mar.

Um destes povos, os Filisteus, fixa-se junto à costa onde constroem um poderoso reino. Contemporânea a esta invasão é a chegada das tribos hebraicas, lideradas por Josué. A sua instalação no interior gerou guerras com os Filisteus, que se recusam a aceitar a religião hebraica.

As tribos hebraicas decidem então unir-se para formar uma monarquia, cujo primeiro rei é Saul. O seu sucessor, David (início do I milénio a.C.) derrota finalmente os Filisteus e fixa a capital do reino em Jerusalém. Durante o reinado do seu filho, Salomão, o reino vive um período de prosperidade, mas com a sua morte é dividido em duas partes: a norte, surgirá o reino de Israel (com capital na Samaria) e a sul, o reino de Judá (com capital em Jerusalém).

Após muitos séculos, muitas dominações e potências, cruzadas,  o domínio Árabe, o Império Otomano, o Nazismo, as migrações, conflitos entre judeus, ingleses e árabes,  em 1947 uma reunião da Assembleia Geral da ONU deliberou a partição da Palestina em dois estados, um judeu e outro árabe, que deveriam formar uma união económica e aduaneira. E, finalmente, em 14 de Maio de 1948 , David Ben-Gurion declara o nascimento do Estado de Israel, ao assinar a Declaração de Independência.

Perseguição

Na Palestina, os cristãos estão quase extintos em conseqüência do controle que os extremistas muçulmanos têm sobre a questão palestina e da marginalização dos cristãos, sem mencionar o impacto negativo da intifada (revolta dos palestinos contra Israel) – que é dirigida pelas organizações islâmicas – sobre os cristãos da Palestina.

Os cristãos palestinos estão sofrendo abusos dos direitos humanos, inclusive confisco de terra, estupro e assassinato nas mãos da população muçulmana, que é muito maior, mas eles não abrem a boca para falar e a Autoridade Palestina (A.P.) não lhes oferece nenhum recurso ou proteção.

A constituição da A.P., que precisa ainda ser ratificada, é baseada na Sharia, a rígida lei religiosa islâmica. A Sharia rebaixa os que não são muçulmanos a uma condição inferior e também proíbe conversões do islamismo a qualquer outra religião. O islamismo vê uma conversão como rua de mão única.Você é mais que bem-vindo para se converter para o islamismo, mas quem tiver o atrevimento de pensar em se converter do islamismo para alguma outra religião merece a pena de morte.

Fontes: Wikipédia e CMI Brasil

Oremos por esta região que tem uma história tão conturbada e guerras de raízes tão profundas. E  que os cristãos de lá não se calem, e sejam fortalecidos para enfrentar os diversos confrontos e perseguições.





Iraque

23 06 2009

O Iraque se localiza no Oriente Médio, é cercado pelo Irã, Kuwait, pela Turquia, Síria, Jordânia, Arábia Saudita e ocupa o 16º lugar na classificação de países com perseguição.

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A população do Iraque é estimada em 28,2 milhões de  habitantes, sendo que 66,9% dessa população é urbana. Os idiomas falados no país são: árabe, armênio, assírio, curdo e turcomano.

O Iraque vive em constante guerra, principalmente contra os E.U.A, que o colocou na lista de países do “eixo do mal” após, supostamente, achar armas nucleares em uma inspeção liderada pelos próprios E.U.A. Após essa inspeção o país foi invadido pelos americanos com o motivo de parar a produção de armas químicas e nucleares e derrubar o regime autoritário do líder Saddan Hussein.

Após a morte de seu líder supremo, que foi sentenciado à forca, acusado de vários genocídios, o Iraque ficou no poder dos E.U.A, que queriam instaurar a “democracia” no país. Obviamente este motivo tão nobre dos americanos não se cumpriu, o país foi devastado por bombardeios americanos, ainda com a desculpa de que havia armas nucleares. Contudo, de acordo com um relatório mais abrangente do próprio governo dos E.U.A., nenhuma arma de destruição em massa foi encontrada desde a invasão. Até mesmo notícias atuais contradizem o Governo Americano, pois os ataques liderados pelos E.U.A tinham motivos muito mais políticos e econômicos que motivos de segurança mundial, mas o estrago já havia sido feito, o país ainda não conseguiu se reerguer desse golpe, as tropas “inimigas” do Iraque ainda estão em seu  território e ainda há uma dependência dos E.U.A, país que os tirou da “tirania” e os levou para uma “democracia”.

Todos os grandes grupos cristãos encontram-se no país: católicos caldeus, ortodoxos assírios e evangélicos.

Em 1991, havia aproximadamente 850 mil cristãos no país. Em 2003, com a guerra, o número caiu para 550 mil cristãos. A invasão e as atividades terroristas que se sucederam levaram muitas pessoas a emigrar.

A situação tem piorado para a comunidade cristã. Muitos se mudaram para o Curdistão, região autônoma no norte do país, na qual há relativa segurança. O governo tem se mostrado incapaz de proteger os cidadãos, especialmente as minorias. Assim, há uma espécie de anarquia, e a minoria cristã é a que mais sofre.

Grupos criminosos de fundamentalistas islâmicos lutam numa guerra não-oficial contra os cristãos, tentando acabar com a herança cristã no país. Templos e mosteiros foram destruídos; cristãos foram raptados e mortos. Após um curto período de paz no Iraque no fim de 2007, a minoria cristã iraquiana enfrentou um ano violento em 2008. Igrejas foram atacadas ou destruídas por bombas, cristãos receberam ameaças de morte e foram assassinados, ofendidos e/ou sequestrados.

Vamos orar para que justiça seja feita a esses cristãos e a todo o povo. Oremos pela paz da região e que os líderes de todos os países envolvidos busquem a sabedoria do Senhor ao tomar decisões