Quênia

16 07 2009

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O Quênia é um país da África Oriental, limitado a norte pelo Sudão e pela Etiópia, a leste pela Somália e pelo oceano Índico, a sul pela Tanzânia e a oeste pelo Uganda. Ganhou seu nome do Monte Quênia (nevado), seu ponto geográfico mais elevado. A capital é Nairobi. 

A população do Quênia tem alta taxa de crescimento. Por conta disso, o país tem uma das populações mais jovens do planeta, com mais de 40% dos quenianos abaixo dos 15 anos de idade.

São faladas 61 línguas no país. O inglês e o suaíli são os idiomas oficiais, utilizados para os quenianos de diferentes etnias se comunicarem. O Quênia abriga um grande número de refugiados somalis, mais de 170 mil, que se refugiam no leste do país.

Nairóbi, a capital, abriga mais de 2,5 milhões de pessoas, e é uma das cidades que mais cresce no mundo.

Quanto à religião, aproximadamente 80% da população do país é cristã. Oficialmente, o islamismo abrange 10% dos quenianos, mas alguns grupos muçulmanos afirmam ser 30%. O islamismo é preponderante entre a etnia somali, e é o maior grupo do Centro-Norte do país. Ele também representa 50% da população da Província da Costa, ao sul. A parte disso, o restante da população é majoritariamente cristão.

O país é o centro de comércio e finanças do leste africano. No entanto, seu progresso tem sido impedido pela corrupção. O setor dominante da economia queniana é o de serviços, que garante 60% do PIB. O desemprego é alto, em torno de 40%.

A Igreja no Quênia tem seu início datado em 1844, com a chegada de missionários. O Reavivamento do Leste Africano (1948-1960) marcou profundamente as Igrejas Anglicana, Presbiteriana e Metodista. O crescimento de igrejas pentecostais tem sido enorme. A Igreja sofre resistência na fronteira com a Somália, leste do país. Ela se origina da conversão de muçulmanos ao cristianismo. Há alguns incidentes isolados, do mesmo tipo, na capital. A perseguição em algumas áreas tem levado igrejas a fechar as portas. Outro motivo para a perseguição são as ousadas campanhas evangelísticas praticadas por algumas igrejas. Essas campanhas desperta a fúria de fundamentalistas e de pessoas que se opõem à evangelização de muçulmanos.

Fontes: Portas Abertas e Wikipédia

Oremos pelo Quênia.

 

 





Djibuti

4 07 2009

Dia 02 de Julho foi o dia do clamor por Djibuti, país que fica no continente africano, rodeado pela Etiópia, pela Eritréia e pela Somália. O Djibuti ocupa o 38º lugar na classificação de países que sofrem perseguição.

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A capital, também chamada Djibuti, é a maior cidade do país e abriga dois terços da população nacional. A população é estimada em 848 mil pessoas, os idiomas falados são o francês, o árabe, o somali e o afar.

O alto índice de desemprego – 60% nas cidades e 83% no campo – continua a ser um enorme problema. Mas, como a economia do país depende muito do trabalho de estrangeiros, a renda per capta de um imigrante é quase o dobro da de um djibutiano.

Quase metade da população de Djibuti tem menos de 15 aos de idade e a expectativa de vida não chega aos 50 anos.

A independência do país só veio em 1977, e mesmo depois de se tornar um país independente mantém laços estreitos com a França.

A religião oficial é o islamismo, o cristianismo é praticado apenas por 6% da população. Há liberdade de religião, mas a evangelização é desencorajada, todos os grupos religiosos devem se cadastrar no Ministério do Exterior, submetendo-lhe um pedido. Esse Ministério, com o Ministério do Interior, investiga o grupo requerente. Uma vez aprovado, o requerente assina um acordo de dois anos, detalhando suas atividades.

A liberdade religiosa em Djibuti nos dá esperança de um crescimento maior da igreja, peçamos ao Senhor estratégias para que essa liberdade seja usada de forma correta, para alcançar todos os djibutianos.





Chechênia

17 06 2009

 A Chechênia é uma das 21 repúblicas do território russo e ocupa o 20º lugar na classificação dos países com perseguição.

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Com uma população estimada em mais de um milhão de pessoas, umas das grandes preocupações da Chechênia é o desemprego, que atinge 85% dos habitantes. Após várias guerras – a maioria delas contra os russos e por causa do petróleo existente – o país se encontra em constante reconstrução, mas toda a corrupção instaurada impede a conclusão das obras. Quase toda a população vive abaixo da linha de pobreza.

Os idiomas oficiais são o checheno e o russo. A religião praticada em todo o território é a islamica. Organizações islâmicas políticas e religiosas pressionam a sociedade para aderir à fé muçulmana, a conversão é vista como traição pela sociedade e pela família.

A religião cristã é, muitas vezes, chamada de religião dos russos, o que dificulta ainda mais a conversão dos nativos, pois para muitos deles tornar-se cristão é a mesma coisa que tornar-se russo.

Oremos para que eles saibam que é a fé em nosso Senhor Jesus Cristo que nos dá a salvação e não uma religião.





Barein

12 06 2009

Falaremos hoje sobre o Barein, que ocupa a 48ª classificaão na lista dos países com perseguição.

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A economia do Barein é basicamente feita pelo refino de petróleo, que corresponde a 60%  dos rendimentos locais, mas apesar dessa potência petrolífera, a maior preocupação do país ainda é o desemprego entre os jovens.

A maioria da população vive nas cidades e segue o Islã, religião oficial do país. As igrejas cristãs que se instalam no Barein se registram junto ao governo local, porém esse registro não é obrigatório. Há liberdade de culto para os cristãos estrangeiros, mas a evangelização de mulçumanos é proibida. Ainda existe um forte preconceito contra os cristãos, mas é crescente o respeito e a aceitação de organizações cristãs no páis.