
O Quênia é um país da África Oriental, limitado a norte pelo Sudão e pela Etiópia, a leste pela Somália e pelo oceano Índico, a sul pela Tanzânia e a oeste pelo Uganda. Ganhou seu nome do Monte Quênia (nevado), seu ponto geográfico mais elevado. A capital é Nairobi.
A população do Quênia tem alta taxa de crescimento. Por conta disso, o país tem uma das populações mais jovens do planeta, com mais de 40% dos quenianos abaixo dos 15 anos de idade.
São faladas 61 línguas no país. O inglês e o suaíli são os idiomas oficiais, utilizados para os quenianos de diferentes etnias se comunicarem. O Quênia abriga um grande número de refugiados somalis, mais de 170 mil, que se refugiam no leste do país.
Nairóbi, a capital, abriga mais de 2,5 milhões de pessoas, e é uma das cidades que mais cresce no mundo.
Quanto à religião, aproximadamente 80% da população do país é cristã. Oficialmente, o islamismo abrange 10% dos quenianos, mas alguns grupos muçulmanos afirmam ser 30%. O islamismo é preponderante entre a etnia somali, e é o maior grupo do Centro-Norte do país. Ele também representa 50% da população da Província da Costa, ao sul. A parte disso, o restante da população é majoritariamente cristão.
O país é o centro de comércio e finanças do leste africano. No entanto, seu progresso tem sido impedido pela corrupção. O setor dominante da economia queniana é o de serviços, que garante 60% do PIB. O desemprego é alto, em torno de 40%.
A Igreja no Quênia tem seu início datado em 1844, com a chegada de missionários. O Reavivamento do Leste Africano (1948-1960) marcou profundamente as Igrejas Anglicana, Presbiteriana e Metodista. O crescimento de igrejas pentecostais tem sido enorme. A Igreja sofre resistência na fronteira com a Somália, leste do país. Ela se origina da conversão de muçulmanos ao cristianismo. Há alguns incidentes isolados, do mesmo tipo, na capital. A perseguição em algumas áreas tem levado igrejas a fechar as portas. Outro motivo para a perseguição são as ousadas campanhas evangelísticas praticadas por algumas igrejas. Essas campanhas desperta a fúria de fundamentalistas e de pessoas que se opõem à evangelização de muçulmanos.
Fontes: Portas Abertas e Wikipédia
Oremos pelo Quênia.


