Laos fica na Ásia, faz fronteira com a China, com o Vietnã, com o Camboja, com a Tailândia e com Mianmar. Laos ocupa o 8º lugar na classificação de países com perseguição.

A capital de Laos é Vientiane, a sua população é estimada em 6.677.534 habitantes, a idade média desses habitantes é de 19,2 anos. Os idiomas falados são o laosiano, o francês e o inglês.
O Laos é um dos poucos países socialistas do mundo. O país ainda depende enormemente de sua agricultura e possui uma infraestrutura bastante deficiente. O país não possui ferrovias. As principais rodovias do país conectam os maiores centros urbanos, porém a maioria das pequenas vilas somente se liga a estas rodovias por pequenas estradas de terra, nem sempre transitáveis o ano inteiro. As telecomunicações internas e com o exterior também são limitadas e, nota-se que sua economia é majoritariamente agrária e que a plantação do arroz é a principal atividade comercial do Laos Socialista.
O renda per capita do laosiano equivale a cerca de US$ 1.100 por ano. A força de trabalho é constituída de 1,5 milhão de pessoas e desse total cerca de 80% atuam na agricultura. O laos é o terceiro maior produtor mundial de ópio, matéria-prima da heroína, e enfrenta muitos problemas relacionados às drogas.
A religião predominante em Laos é o budismo. Os primeiros cristãos chegaram no país por volta de 1630, atualmente, pouco mais de 2% da população professa o cristianismo, embora este número esteja crescendo rapidamente.
Apesar de a constituição laosiana conter princípios favoráveis à liberdade religiosa, o governo continua a restringir essa liberdade, forçando cristãos a renunciarem a sua fé, aprisionando-os e fechando seminários. Ainda vigoram proibições relativas à evangelização pública, à construção de igrejas e a ligações com organizações estrangeiras. Reuniões religiosas sem o devido consentimento das autoridades comunistas são proibidas e todos os grupos religiosos devem ser aprovados pelo crivo de uma organização controlada pelo Partido Revolucionário do Povo do laos. Monges budistas têm reivindicado restrições ainda maiores à atividade cristã, e o governo tem apoiado esforços para levar cristãos a renunciar sua fé em favor do budismo.
E mesmo quando os 50 dias de oração pela igreja perseguida acabarem continuemos orando por Laos.


