Turquia

24 07 2009

A Turquia (Türkiye, em turco), cujo nome oficial é República da Turquia (Türkiye Cumhuriyeti), é um país eurasiático constituído por uma pequena parte europeia, a Trácia, e uma grande parte asiática, a Anatólia. Limita com oito países: a Bulgária a noroeste, a Grécia a oeste, a Geórgia a nordeste, a Arménia, o Irão e o Nakichevan azerbaijano a leste, e o Iraque e a Síria a sudeste. É banhada pelo Mar Negro ao norte, pelo Egeu e o Mar de Mármara a oeste e pelo Mediterrâneo ao sul. Sua capital é Ancara.

Nos termos da constituição turca, a Turquia é uma república democrática, secular e constitucional cujo sistema político foi estabelecido em 1923, após o fim do Império Otomano. Atualmente, negocia sua adesão como membro pleno da União Europeia.

A Turquia e seus Estados antecessores foram uma ponte entre as culturas ocidental e oriental e o centro de diversas grandes civilizações.

Bandeira_da_Turquia

A história do povo da Turquia remonta ao início da Idade Média, quando nômades turcos vagavam pela Ásia Central e pela Mongólia, vivendo em tendas e cultuando a natureza.

Com a conquista da região pelos abássidas no século VII, muitos turcos se converteram ao islamismo e migraram ao Ocidente. No século XI, sob o governo dos seljúcidas, os turcos substituíram os árabes no controle da Ásia Menor e da Mesopotâmia, e continuaram sua expansão em direção ao noroeste, ameaçando o Império Bizantino e originando o Império Otomano.
Expandindo seus domínios, os seljúcidas interferiram na tradicional peregrinação à Jerusalém, o que provocou o início das Cruzadas.

O apogeu do Império Otomano se deu no reinado de Solimão I, que subiu ao poder em 1520 e liderou os exércitos turcos chegando à Viena, na Áustria. A decadência do domínio turco iniciou-se no século XVII e durou até o fim da I Guerra Mundial, quando a Turquia, aliada da Alemanha, foi derrotada e perdeu suas possessões no Oriente Médio e na África.

Após o armistício, os nacionalistas turcos ganharam poder, expulsando os gregos que haviam invadido o país, e proclamando a República em 1923. A nova nação tomou algumas medidas revolucionárias, como a abolição do sultanato, a reforma legislativa, a adoção do alfabeto romano e a anulação do artigo constitucional que declarava o islamismo a religião oficial da Turquia.

A Turquia juntou-se às Nações Unidas em 1945 e, em 1952, tornou-se membro da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN). Na última década, o país sofreu muitas reformas que fortaleceram sua democracia e economia, possibilitando, com isso, negociações para ser membro da União Europeia. A Constituição, de 1982, estabelece o país como um Estado secular, e concede liberdade de crença e culto, e disseminação privada de ideias religiosas.

A Constituição garante liberdade religiosa e, geralmente, o governo respeita esse direito na prática. Ainda que o proselitismo seja legal no país, muçulmanos, cristãos e baha’is enfrentam algumas restrições e prisões ocasionais sob a acusação de praticá-lo ou de praticar reuniões não-autorizadas.

Respeitar a liberdade religiosa dos não-muçulmanos é essencial para a concretização da expectativa da Turquia em participar da União Europeia. Portanto, a reforma de leis contra igrejas cristãs tem sido facilitada, e o preconceito antiocidental retirado de textos didáticos das escolas. A atual liderança do partido Justiça e Desenvolvimento (AK) chegou até a restaurar uma antiga Igreja armênia no leste da Turquia, ignorando as objeções dos seus membros mais religiosos.

Mas, ao mesmo tempo, o sentimento anticristão está no ar. Existe um popular seriado de televisão chamado “Vale dos Lobos”, que apresenta cenas que depreciam os cristãos. A série retrata um adolescente convocado por um grupo nacionalista a matar um editor de livros cristãos, e alguns episódios passam a ideia de que missionários cristãos são inimigos da sociedade e culpados por ligações com organizações criminosas que praticam tráfico de órgãos e prostituição.

Um novo ultra-nacionalismo mesclado com militância islâmica tem causado numerosos ataques contra cristãos nos últimos anos em toda a Turquia. Na região do Mar Negro, adolescentes desempregados estão especialmente inclinados a isso. “O empenho dos cristãos está crítico”, diz Husnu Ondul, presidente da sede da Associação Turca dos Direitos Humanos de Ancara.

Fontes: Wikipédia e Portas Abertas





Síria

16 07 2009

Síria (em árabe: سورية sūriyyaħ ou سوريا sūriyā ), oficialmente República Árabe da Síria (em árabe: الجمهورية العربية السورية al-jumhūriyyaħ al-ʕarabiyyaħ as-sūriyyaħ ), é um país árabe no Sudoeste Asiático, e faz fronteira com o Líbano e o Mar Mediterrâneo a oeste, Israel no sudoeste, Jordânia no sul, Iraque a leste, e Turquia no norte.

bandeira_siria

 Há indícios de que existiam cristãos na Síria antes mesmo da conversão do apóstolo Paulo, já que ele estava a caminho de Damasco para capturar possíveis cristãos quando se converteu (Atos 9.1-19).

A Igreja Ortodoxa Grega afirma que sua história na região remonta à época da queda de Jerusalém, quando o centro do cristianismo no oriente passou a ser a cidade de Antioquia. Embora estivesse localizada no atual território da Turquia, Antioquia exercia influência sobre a Síria devido à sua proximidade geográfica. Católicos e protestantes só se estabeleceram na Síria a partir do século XVIII.

A influência do cristianismo ocidental sobre o país tornou-se forte a partir de 1890, principalmente devido à influência das escolas cristãs sobre os governantes sírios. As igrejas evangélicas, caracterizadas pelas atividades evangelísticas, têm mudado a comunidade cristã do país, apesar das pressões que sofre.

A Constituição garante liberdade religiosa. É normal que as cerimônias religiosas sejam anunciadas pelo toque dos sinos, alto falantes podem ser usados para que os cultos sejam ouvidos nas ruas, e as lojas cristãs podem fechar aos domingos. As igrejas registradas no governo são respeitadas na sociedade e sua situação é bem aceitável.

Mas, se por um lado, o governo está aberto ao cristianismo e às igrejas, por outro, ele possui laços com grupos fundamentalistas que são contrários aos cristãos. As autoridades tentam controlar tudo no país, e a polícia secreta está em todo lugar. Para quem anda de acordo com o sistema, não há nadar a temer. Mas quem o desobedece sofre oposição. Evangelizar, por exemplo, é proibido pelo sistema.

Então, se os cristãos não perturbarem a ordem e a harmonia social, eles possuem liberdade para realizar seus cultos.

Os ex-muçulmanos sofrem com a desconfiança que paira na sociedade, causada pela polícia secreta. Eles têm medo de contar sua história às pessoas, mesmo aos amigos. E a Igreja, por sua vez, tem medo de receber esses convertidos, pois desconfia que possam ser agentes do governo disfarçados – o que não é impossível de acontecer.

Há também a pressão que a família e a sociedade aplicam aos que abandonam o islamismo. Essas convenções sociais fazem com que a conversão de um muçulmano ao cristianismo seja muito rara. Em muitos casos, a pressão social força os que se comprometeram em tais conversões a se mudarem para o interior ou a deixarem o país a fim de praticar sua nova religião abertamente.

Fontes: Wikipédia e Portas Abertas

Oremos pela Síria neste dia dedicado à ela. Que a parcial liberdade se torne total.





Laos

12 07 2009

Laos fica na Ásia, faz fronteira com a China, com o Vietnã, com o Camboja, com a Tailândia e com Mianmar. Laos ocupa o 8º lugar na classificação de países com perseguição.

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A capital de Laos é Vientiane, a sua população é estimada em 6.677.534 habitantes, a idade média desses habitantes é de 19,2 anos. Os idiomas falados são o laosiano,  o francês e o inglês.

O Laos é um dos poucos países socialistas do mundo. O país ainda depende enormemente de sua agricultura e possui uma infraestrutura bastante deficiente. O país não possui ferrovias. As principais rodovias do país conectam os maiores centros urbanos, porém a maioria das pequenas vilas somente se liga a estas rodovias por pequenas estradas de terra, nem sempre transitáveis o ano inteiro. As telecomunicações internas e com o exterior também são limitadas e, nota-se que sua economia é majoritariamente agrária e que a plantação do arroz é a principal atividade comercial do Laos Socialista.

O renda per capita do laosiano equivale a cerca de US$ 1.100 por ano. A força de trabalho é constituída de 1,5 milhão de pessoas e desse total cerca de 80% atuam na agricultura. O laos é o terceiro maior produtor mundial de ópio, matéria-prima da heroína, e enfrenta muitos problemas relacionados às drogas.

A religião predominante em Laos é o budismo. Os primeiros cristãos chegaram no país por volta de 1630, atualmente, pouco mais de 2% da população professa o cristianismo, embora este número esteja crescendo rapidamente.

Apesar de a constituição laosiana conter princípios favoráveis à liberdade religiosa, o governo continua a restringir essa liberdade, forçando cristãos a renunciarem a sua fé, aprisionando-os e fechando seminários. Ainda vigoram proibições relativas à evangelização pública, à construção de igrejas e a ligações com organizações estrangeiras. Reuniões religiosas sem o devido consentimento das autoridades comunistas são proibidas e todos os grupos religiosos devem ser aprovados pelo crivo de uma organização controlada pelo Partido Revolucionário do Povo do laos. Monges budistas têm reivindicado restrições ainda maiores à atividade cristã, e o governo tem apoiado esforços para levar cristãos a renunciar sua fé em favor do budismo.

E mesmo quando os 50 dias de oração pela igreja perseguida acabarem continuemos orando por Laos.





País de hoje: Uzbequistão

10 06 2009

O Uzbequistão é o país mais populoso da Ásia Central, a maioria dessa população é muçulmana, mas por baixo da capa da religição muçulmana muitos uzbeques seguem superstições e crenças animistas.

uzbequistao

Apesar de ser o segundo maior exportador do mundo de algodão e fornecedor de gás natural e ouro o Uzbequistão é a republica mais pobre da antiga União Soviética, o grande controle sobre a agronomia, a corrupção e a burocracia impedem o crescimento econômico deste país.

O Uzbequistão ocupa a 10ª posição na classificação de países com perseguição, o cristianismo é praticado por menos de 10% da população e metade desses cristãos mantém sua conversão em sigilo, temendo represálias.

Todas as comunidades religiosas devem se registrar junto ao governo, e para uma igreja protestante esse registro leva muito tempo para sair, as vezes não sai e as vezes eles fornecem o registro e o pedem de volta logo em seguida. Apenas os cristãos estrangeiros tem direito a esse registro, os nativos não podem registrar igrejas. Qualquer tipo de evangelização é proibida, as autoridades confiscam livros cristãos e a televisão transmite programas negativos sobre as igrejas, o que aumenta a hostilidade contra o evangelho.

Importar ou imprimir livros cristãos é crime, a pena é de até 3 anos de prisão ou o pagamento de uma multa altíssima, mas sabemos que se a polícia secreta se envolver em algum caso a pena pode ser muito maior.

Oremos, para que o Senhor tenha misericórdia dessa nação, quebrante o coração dos governistas, dê forças para os cristãos que pregam a evangelho e anime os novos convertidos a continuar ganhando almas para o reino de Deus.