Sudão

19 07 2009

O Sudão é o maior país da África e localiza-se no centro-leste do continente, faz fronteira com o Egito, com a Líbia, com Chade, com a Eritréia, com Etiópia, com Quênia, Com Uganda, com Congo e com a República Centro Africana.

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Após obter sua autonomia, o país foi devastado por uma guerra civil que começou em 1983 e dura, de certa forma, até hoje. O estopim foi a introdução da sharia (lei islâmica) em todo o território sudanês.

Isso desagradou o sul do país, habitado por cristãos e animistas, que se revoltou contra o norte, de maioria muçulmana, e procura a separação do restante do país.

O governo, localizado no norte, não aceita a separação, uma vez que as riquezas naturais do país, como o petróleo, se encontram no sul do Sudão.

O conflito entre o norte e o sul já causou a morte de 1,5 milhão de pessoas.

O Sudão é um dos países mais pobres do mundo e os cristãos são os que se encontram em pior situação. Os combatentes desalojam a população civil, roubam os rebanhos e incendeiam vilarejos. Além disso, terras férteis estão improdutivas em função da constante movimentação da população que foge das áreas de conflito.

As recentes políticas financeiras e investimento em novas infrastruturas não evitam que o Sudão continue a ter graves problemas econômicos. Desde 1997 que o Sudão tem vindo a implementar medidas macroeconômicas aconselhadas pelo FMI. Começaram a exportar petróleo em 1999; a produção crescente desde produto (atualmente 520.000 barris por dia) deu uma nova vida à indústria Sudanesa, e fez com que o PIB subisse 6.1% em 2003.

Apesar de todos os desenvolvimentos econômicos mais recentes derivados da produção petrolífera, a agricultura continua a ser o sector econômico mais importante do Sudão. Emprega 80% da força de trabalho e contribui com 39% para o PIB. Este aparente bem estar econômico é quase irrelevante; a população vive abaixo da linha de pobreza muito por causa da guerra civil e do clima muito seco.

Atualmente, o país é lar de oito milhões de cristãos, mais de 20% da população. A existência da Igreja no sul tem sido ameaçada pela influência do governo islâmico de Cartum. No sul, onde estão 5,5 milhões de cristãos, as religiões tradicionais africanas – em especial a bruxaria – também ameaçam o cristianismo.

A Igreja tem sido perseguida durante os últimos 50 anos, especialmente nos Montes Nuba, onde reside a maior parte dos cristãos.

Apesar do acordo de paz, o governo islâmico influencia a população, que se volta contra a evangelização e conversão de muçulmanos.

No sul, onde vive boa parte dos cristãos sudaneses, o que preocupa a Igreja é um movimento rebelde da Uganda, chamado de Exército de Resistência do Senhor. Esse grupo costuma atacar vilas no sul do país, onde fica a fronteira entre os dois países.

No entanto, nos últimos sete anos, tem se notado que os incidentes de violência contra cristãos têm diminuído.





Laos

12 07 2009

Laos fica na Ásia, faz fronteira com a China, com o Vietnã, com o Camboja, com a Tailândia e com Mianmar. Laos ocupa o 8º lugar na classificação de países com perseguição.

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A capital de Laos é Vientiane, a sua população é estimada em 6.677.534 habitantes, a idade média desses habitantes é de 19,2 anos. Os idiomas falados são o laosiano,  o francês e o inglês.

O Laos é um dos poucos países socialistas do mundo. O país ainda depende enormemente de sua agricultura e possui uma infraestrutura bastante deficiente. O país não possui ferrovias. As principais rodovias do país conectam os maiores centros urbanos, porém a maioria das pequenas vilas somente se liga a estas rodovias por pequenas estradas de terra, nem sempre transitáveis o ano inteiro. As telecomunicações internas e com o exterior também são limitadas e, nota-se que sua economia é majoritariamente agrária e que a plantação do arroz é a principal atividade comercial do Laos Socialista.

O renda per capita do laosiano equivale a cerca de US$ 1.100 por ano. A força de trabalho é constituída de 1,5 milhão de pessoas e desse total cerca de 80% atuam na agricultura. O laos é o terceiro maior produtor mundial de ópio, matéria-prima da heroína, e enfrenta muitos problemas relacionados às drogas.

A religião predominante em Laos é o budismo. Os primeiros cristãos chegaram no país por volta de 1630, atualmente, pouco mais de 2% da população professa o cristianismo, embora este número esteja crescendo rapidamente.

Apesar de a constituição laosiana conter princípios favoráveis à liberdade religiosa, o governo continua a restringir essa liberdade, forçando cristãos a renunciarem a sua fé, aprisionando-os e fechando seminários. Ainda vigoram proibições relativas à evangelização pública, à construção de igrejas e a ligações com organizações estrangeiras. Reuniões religiosas sem o devido consentimento das autoridades comunistas são proibidas e todos os grupos religiosos devem ser aprovados pelo crivo de uma organização controlada pelo Partido Revolucionário do Povo do laos. Monges budistas têm reivindicado restrições ainda maiores à atividade cristã, e o governo tem apoiado esforços para levar cristãos a renunciar sua fé em favor do budismo.

E mesmo quando os 50 dias de oração pela igreja perseguida acabarem continuemos orando por Laos.





Turcomenistão

10 07 2009

O Turcomenistão é rodeado pelo Irã, Cazaquistão, Uzbequistão e Afeganistão, sua capital é Ashkhabad e ocupa o 14º lugar na classificação dos países com perseguição.

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O Turquemenistão é um país predominantemente desértico, com uma agricultura intensiva em oásis irrigados, e com vastas reservas de petróleo e gás natural. Metade de sua área irrigada é plantada com algodão, do qual o país já foi o 10º produtor mundial. Colheitas fracas nos últimos anos levaram a um declínio da produção em quase 50%.

Com um regime ex-comunista autoritário no poder, e com uma estrutura social baseada em tribos, o Turquemenistão tem adotado reformas econômicas com cautela, e espera apoiar-se nas exportações de gás natural e de algodão para sustentar sua ineficiente economia.

A população do Turcomenistão é de 5 milhões de habitantes, 49% é urbana e um terço possui inferior a 15 anos de idade. Os idiomas falados são o turcomano, o russo e o uzbeque.

Do total de habitantes, 89% professam o islamismo e a maioria dos demais ou segue antigas tradições ou se declaram não-religiosa.

Como na maior parte do continente asiático, o cristianismo difundiu-se no Turcomenistão por meio da Igreja Apostólica do Oriente. As primeiras conversões de turcomanos aconteceram na década de 1990, pelo testemunho da Igreja protestante russa e pelo trabalho missionário.

A história da Igreja no Turcomenistão foi marcada por mártires no passado, mas atualmente há certa liberdade para a evangelização. Ainda assim, é comum que os cristãos sejam hostilizados pelos muçulmanos e enfrentem muitas restrições por parte do governo. Como a população é monitorada pelo governo, diferentes grupos de cristãos têm dificuldade em interagir. Isolados e sem materiais e ensinamento, surgem interpretações erradas da Bíblia, heresias e falta de confiança mútua.

Turcomenistão é mais um país que necessita do amor de Cristo, oremos pelos missionários e pelos nativos e que o evangelho chegue a todos os lugares daquele país, quebrando toda maldição, barreira ou estratégias de Satanás.





Comores

21 06 2009

Comores é um país pouco conhecido pelas pessoas e é formado por ilhas vulcânicas, fica proximo de Madagascar e ocupa o 15º lugar na classificação de países com perseguição.

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A população de Comores é estimada em 731 mil pessoas, sendo que 37% dessa populção é urbana. Os idiomas que são falados nas ilhas são o francês, árabe e comorense.

A pobreza do país reflete na qualidade de vida dos habitantes, apenas 56,5% da populaç ãoé alfabetizada, e um quarto de todas as crianças com menos de 5 anos de idade são subnutridas.

Comores é uma das nações mais pobres do mundo, 80% da economia tem base na agricultura, mesmo assim o país não é alto-suficiente na produção de alimento.

O islamismo é seguido por 98% da população, a evangelização é terminantemente proíbida, todo material cristão pode ser confiscasdo e os cristãos presos e torturados. Apesar da Constituição prevê liberdade religiosa o código penal proíbe a conversão de muçulmanos.

Oremos pelo Comores.