Projeto Conexão África 2010

4 09 2009

*CONEXÃO ÁFRICA  2010

O que é?

O Projeto Conexão África 2010 é um projeto da igreja evangélica brasileira Utilizaremos a Copa do Mundo de 2010 na África do Sul como palco para as ações evangelísticas de 200 missionários voluntários brasileiros entre os sul-africanos e milhares de turistas de todo o mundo.

Coordenação:

O Projeto Conexão África 2010 é um projeto da CBME – Coalizão Brasileira de Ministérios Esportivos, em parceria com a JMM – Junta de Missões Mundiais e a FABTEO – Faculdade Batista de Teologia.

A coordenação geral:

Pr. Marcos Grava:

- Coordenador da CBME para Grandes Eventos Esportivos

- Coordenador do PEM – Programa Esportivo Missionário da JMM

- Participação no Projeto de evangelização durante a Copa do Mundo da Alemanha em 2006

- Coordenador do Projeto Mais que Ouro durante o PAN e PARAPAN 2007, no Rio de Janeiro

- Coordenador do Projeto Conexão China 2008

- Coordenador do Projeto Voluntário Haiti 2009

- Coordenador da Turnê da Esperança – África 2009, com a Equipe ALEM Brasil de Futebol

Pr. Marcelo Rodrigues de Oliveira

- Diretor da FABTEO

- Coordenador do Projeto Conexão China 2008-

Rede de Intercessores

Luciana Lisboa Vasconcelos

Divulgação e Assessoria de Imprensa

Nelson Cortes dos Santos

 

Suporte Técnico (site)

Jailton Barbosa da Conceição

 

Suporte Logístico

Elza Bento dos Santos

 

Período de Atuação:

O Projeto Conexão África 2010 acontecerá no período entre 05 e 25 de junho de 2010.

Local:

As atividades evangelísticas do Projeto Conexão África 2010 serão desenvolvidas em cidades-sede da Copa do Mundo de 2010, possivelmente em Johannesburg, Porto Elizabeth e Pretoria.

Custo de Participação no Projeto:

O custo total de participação no projeto: transporte aéreo, transporte local, seguro-viagem, estadia, e alimentação será de aproximadamente US$ 2.500,00 (Dois mil e quinhentos dólares). O custo exato dependerá do valor da passagem no momento da compra pelo participante.

Atividades:

Dentre as atividades que realizaremos estão:

  1. Intercessão
  2. Evangelismo pessoal
  3. KidsGames
  4. Visitação nos lares
  5. Palestras e pregações
  6. Distribuição de água no estádio
  7. Clínicas de futebol
  8. Atividades infantis
  9. Jogos amistosos
  10. Apresentações artísticas (música, dança, teatro)
  11. Atividades circenses
  12. Outras

 

Treinamento:

Os seguintes treinamentos serão realizados nos primeiros dias em África:

- KidsGames

- Clínicas de futebol

- Inglês básico para evangelização

- Capelania

- Batalha espiritual

- Esculturas de balões e pintura de rosto

- Palhaços

- Como preparar mensagens bíblicas

Inscrições:

A partir de 1º de setembro de 2009 estará aberta a inscrição para o Projeto Conexão África 2010. Os candidatos inscritos receberão um e-mail de confirmação de sua inscrição. Após o envio pelo correio da ficha de inscrição preenchida e dos documentos exigidos, os candidatos serão avaliados pela Coordenação de Seleção e os aprovados serão encaminhados para a compra da passagem.

Serão aceitos no Projeto Conexão África 2010 os 200 (duzentos) primeiros voluntários inscritos e aprovados pela Coordenação de seleção.

Obs. Tanto a Pré-inscrição como a Inscrição, quando efetivadas, não são garantia de que o candidato participará do Projeto Conexão África 2010.

 Perfil do Voluntário:

  • Crente em Jesus Cristo, comprometido com Deus e com a sua igreja;
  • Membro atuante de uma Igreja genuinamente evangélica por, pelo menos, dois anos;
  • Ter vida cristã exemplar, firmeza doutrinária e aptidão comprovada para evangelização, pregação do Evangelho e submissão à liderança;
  • Ter completado, pelo menos, o Ensino Fundamental;
  • Ser saudável física, mental e psicologicamente;
  • Ter idade mínima de 16 (dezesseis) anos. (exceto acompanhado (a) por responsável legar)

*Informações da própria organização do Projeto

Quem tiver a chance de ir, não perca essa grande oportunidade!!!

Fiquem com Deus.





Fome no mundo

6 08 2009

A paz queridos,

 No dia 19 de Junho de 2009 a ONU emitiu um comunicado sobre a fome neste ano de 2009. De acordo com este comunicado mais de um bilhão de pessoas não terão o que comer, 11% a mais que o ano passado. Na Bíblia vemos várias passagens onde Deus espera do seu povo humilhação e clamor para que a situação seja mudada, como em Lamentações 2:19 e 2 Crônicas 7:14, então, que oremos sem parar e nos humilhemos, assumindo nossa forma de servo, pedindo que Senhor tenha misericórdia dos povos mais necessitados, que o Senhor fortaleça nosso coração para passar por tudo sem perder o foco, que é viver eternamente ao lado Dele, por que sabemos que tudo que está acontecendo são sinais da vinda de Cristo, e também sabemos que quando Ele voltar toda lágrima e toda dor irão acabar.

Abaixo segue um artigo tirado do site da Globo, dando mais detalhes sobre o comunicado da ONU.

“A barreira de um bilhão de pessoas que sofrem de desnutrição será superada em 2009 em consequência da crise econômica mundial, anunciou nesta sexta-feira (19) a Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO).

“Pela primeira vez na história da humanidade, mais de um bilhão de pessoas, concretamente 1,02 bilhão, sofrerão de desnutrição em todo o mundo”, adverte a FAO em seu relatório anual sobre a segurança alimentar mundial.

“O número supera em quase 100 milhões (11% a mais) o do ano passado e equivale a uma sexta parte aproximadamente da população mundial”, diz a agência da ONU, que tem sede em Roma.

A crise silenciosa da fome cria um risco grave para a paz e segurança mundial”, disse o diretor geral da FAO, Jacques Diouf. “Precisamos urgentemente formar um consenso amplo para a erradicação total e rápida da fome.”

  A FAO define como subnutrida a pessoa que ingere menos de 1.800 calorias por dia. Segundo a agência, quase todos os subnutridos vivem nos países em desenvolvimento.

Cerca de 642 milhões estão na Ásia e na região do Pacífico, e 265 milhões na África Subsaariana. Na América Latina e no Caribe, são 53 milhões. 

O número de subnutridos no mundo passou de 825 milhões no biênio 1995-1997 a 873 milhões de 2004 a 2006.

Em 2008, o númerou caiu de 963 milhões a 915 milhões por uma melhor distribuição dos alimentos, mas a tendência se reverteu com o agravamento da crise econômica e financeira do fim do ano. 

 Contradição

Kostas G. Stamoulis, diretor da Divisão de Desenvolvimento Econômico Agrícola da FAO, disse que é a primeira vez na história que o mundo tem tantos famintos. 

Segundo ele, trata-se de uma contradição, porque o mundo tem muita riqueza, apesar da crise Stamoulis disse que há recursos para eliminar a fome no mundo.

“Este ano, temos quase um recorde de colheira de grãos, então não há falta de comida, há falta de acesso à comida àqueles que têm fome.

a alta do preço de suprimentos como o arroz detonaram conflitos no mundo desenvolvido no ano passado.

A fome cresceu mesmo após a forte alta na produção de cereais em 2009, e uma pequena baixa no preço da comida em relação a meados de 2008.

No entanto, a média dos preços dos alimentos ainda está 24% mais alta, em termos reais, que em 2006, segundo a FAO.

A crise econômica mundial aumentou o problema para as pessoas afetadas pela perda de empregos.

O relatório prevê que os pobres urbanos devem ser os mais afetados, à medida que a crise faz minguar os investimentos estrangeiros e a demanda por exportações. Milhões devem voltar aos campos em decorrência disso.

A crise também afeta a qualidade da nutrição, à medida que as famílias tendem a buscar alimentos mais baratos, como os grãos, que são ricos em calorias mas contêm menos proteínas que a carne e os laticínios.

A FAO baseia sua estimativa em análises feitas pelo Departamento de Agricultura dos EUA. O relatório completo sobre a insegurança alimentar no mundo será apresentado oficialmente em outubro.

  Longe do objetivo

 Para a FAO, o objetivo fixado em 1996 na Cúpula Mundial sobre a Alimentação (CMA) de reduzir à metade o número de pessoas com fome não será alcançado.

A meta foi ratificada, no entanto, com o compromisso de ser atingida em 2015, em uma reunião da ONU em Roma em junho de 2008.

As estimativas da FAO confirmam a tendência desalentadora da última década para uma insegurança alimentar maior e revelam claramente o impacto da crise nas populações mais pobres do planeta.

“O aumento da insegurança alimentar que aconteceu em 2009 mostra a urgência de encarar as causas profundas da fome com rapidez e eficácia”, afirma a organização.

“A atual desaceleração da economia mundial, que segue a crise dos alimentos e dos combustíveis e coincide em parte com ela, está no centro do forte aumento da fome no mundo”, indica a agência da ONU.

As estimativas alarmantes da FAO foram publicadas três semanas antes da reunião de cúpula dos chefes de Estado e de Governo do G8, os oito países mais ricos do mundo, na cidade italiana de L’Aquila, de 8 a 10 de julho.
A crise econômica e suas repercussões, em particular na África, o continente mais afetado, estão na agenda da reunião.”





Mauritânia

21 07 2009

A Mauritânia (em árabe: موريتانيا; transl. Mūrītāniyā), oficialmente República Islâmica da Mauritânia (الجمهورية الإسلامية الموريتانية, transl. Al-Jumhūriyyah al-Islāmiyyah al-Mūrītāniyyah) é um país situado no noroeste da África. Situa-se na região do deserto do Saara, e faz fronteira com o oceano Atlântico a oeste, com o Senegal a sudoeste, Mali a leste e sudeste, com a Argélia a nordeste e com o Saara Ocidental a noroeste. Recebeu o nome da antiga província romana da Mauritânia, que posteriormente batizou um reino berbere da região. A capital e maior cidade é Nouakchott, localizada na costa do Atlântico.

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A Mauritânia foi uma colônia francesa por séculos, mas obteve sua independência em 1960. Em 1984, Maaouya Ould Sid Ahmed Taya tomou o poder em um golpe, e governou a Mauritânia com mão-de-ferro por mais de duas décadas. Uma série de eleições presidenciais realizada por ele foi vista amplamente como fraude. Uma junta militar assumiu o poder no agosto de 2005, derrubou Taya, dissolveu o parlamento, suspendeu partes da Constituição e formou um governo de transição.

Em 19 de abril de 2007, a junta e o governo de transição entregaram o controle a Abdallahi, eleito democraticamente para a presidência. O presidente Abdallahi convocou o parlamento, devolvendo a ordem constitucional ao país. Mas em agosto de 2008 o Exército depôs Abdallahi em um golpe de Estado e formou um conselho de Estado para dirigir a Mauritânia. O fato aconteceu depois de o presidente tentar demitir antigos comandantes do Exército. O novo governo enfatizou a redução da pobreza, melhora da saúde e da educação e a privatização da economia.

O cristianismo chegou à Mauritânia no início do século XX por meio de padres católicos e missionários. Os cristãos não chegam a 1% da população, somando apenas cerca de mil pessoas.

Há protestantes na capital, mas eles não têm sido capazes de iniciar nenhum trabalho de peso no país. A maior parte da atividade evangelística é dirigida a trabalhadores imigrantes da África subsaariana. Não há igreja liderada por mauritanos. Os cristãos do país não conhecem muito do cristianismo, e têm princípios bastante influenciados pelo islamismo. Há missionários no país. Todos eles estão envolvidos com o trabalho de organizações não governamentais (ONGs), ou possuem um emprego secular para garantir seu sustento.

As leis proíbem os mauritanos de ouvir o evangelho ou de se converter ao cristianismo. O governo se encarrega de manter o cristianismo longe do povo. A lei diz que a apostasia (abandono do islamismo) resultará na morte do convertido, embora essa sentença não tenha sido executada (formalmente) nos últimos anos.

Há também artigos na lei de imprensa que restringem a impressão, a distribuição e a importação de materiais religiosos não-islâmicos, embora a posse pessoal desses materiais não seja ilegal.

A divisão da sociedade em tribos e castas dificulta ainda mais a vida dos convertidos. A tribo da qual o indivíduo faz parte é mais importante do que o país, pois as tribos existem bem antes de o país se formar. A atitude de se converter ao cristianismo é vista pela tribo como uma negação dos valores e da identidade do grupo. Isso faz com que alguns não queiram se converter, e que os convertidos não queiram revelar sua nova fé.

Novos convertidos são rejeitados pela família e pela tribo, e membros da tribo podem ser encontrados em praticamente qualquer lugar. As pessoas de origem cristã também sofrem opressão severa em sua comunidade.

Fontes: Portas Abertas e Wikipédia





Tunísia

21 07 2009

A Tunísia (Tūnis – تونس) é um país do norte de África, limitado a norte e a leste pelo Mar Mediterrâneo, através do qual faz fronteira com a Itália, ficando especialmente próxima da ilha de Pantalaria e das ilhas Pelágias, a leste e a sul pela Líbia e a oeste pela Argélia. Capital: Túnis.

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Os fenícios colonizaram a Tunísia por volta do ano 1000 a.C., estabelecendo na cidade de Cartago um importante centro comercial para o Mediterrâneo.

Séculos mais tarde, por volta de 200 a.C., os romanos conquistaram a região e a anexaram ao seu império, permitindo que o cristianismo chegasse à Tunísia assim que surgiu. No entanto, exércitos islâmicos dominaram a região e grande parte do Norte da África no século VII, erradicando completamente toda a influência cristã. O domínio muçulmano perdurou por vários séculos, até que os conflitos com nações europeias tiveram início.

Em 1880, tropas francesas invadiram a Tunísia e, três anos depois, o país tornava-se um protetorado da França. A influência francesa permeou a nação e deixou uma profunda marca, mas o sentimento nacionalista acabou prevalecendo e levando a Tunísia à sua independência em 1956. Nos primeiros anos, a Tunísia declarou-se república e entrou em conflito com a França inúmeras vezes. Com o passar do tempo, a estabilidade foi finalmente alcançada e o país pôde dar continuidade a sua aproximação com o mundo árabe.

O sistema democrático do país é frágil. Partidos muçulmanos foram banidos, mas o presidente deve ser islâmico. O presidente Zine el Abidine está cumprindo o seu quarto mandato de cinco anos.

O cristianismo chegou ao território da Tunísia no final do século I e foi profundamente marcado pelo cisma donatista – um notável movimento herético desencadeado pelo bispo Donato de Cartago, no século IV.

Embora o islamismo tenha varrido a Tunísia no século VII, o cristianismo ainda conseguiu sobreviver na região por mais 300 anos. No século XIII, uma nova Igreja foi implantada no país por missionários franciscanos e dominicanos.

Atualmente, há aproximadamente 25 mil cristãos no país, a maioria dos quais é de católicos franceses ou refugiados libaneses. Amedrontados e isolados, os cristãos de cidadania tunisiana somam apenas alguns milhares e, por serem carentes de treinamento teológico, são presas fáceis da perseguição.

A Constituição tunisiana declara o islamismo a religião oficial do país e determina que o chefe de Estado seja muçulmano. Por outro lado, ela também assegura a liberdade de consciência e protege o livre exercício de culto, desde que não perturbe a ordem pública.

Essa postura tem sido administrada diante do crescente fundamentalismo islâmico no país e o governo proíbe a evangelização, embora haja tolerância ao culto cristão. O islamismo, enraizado na sociedade, cria significativas barreiras culturais à conversão.

Fontes: Wikipédia e Portas Abertas





Zanzibar

20 07 2009

Hoje, 20 de julho, é o dia de orarmos pelo 31º país na classifação por perseguição. Zanzibar é nome dado ao conjunto de duas ilhas ao largo da costa da Tanzânia, na margem leste africana, que foram um estado semi-autônomo. As duas ilhas são chamadas Unguja (em swahili) ou Zanzibar e Pemba.

A capital das ilhas fica em Unguja e tem igualmente o nome de Zanzibar. A parte antiga da cidade chama-se “Cidade de Pedra” (Stone Town ou Mji Mkongwe, em kiSwahili) e é um sítio tombado pelo Patrimônio Mundial.

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Em 1844, os missionários e exploradores alemães Johann Krapf e Johan Rebmann chegaram à área como os representantes da Sociedade da Igreja Missionária, fundada na Inglaterra. Após eles, a Igreja Católica chegou ao país, na década de 1850.

Desde aquela época até hoje, a Igreja foi estabelecida, mas nunca cresceu. Isso aconteceu por causa da presença histórica do islã e do impulso missionário que é enfocado na Tanzânia, e não nas ilhas sob seu governo.

A ilha de Unguja tem apenas 25 igrejas. Em Tumbatu não há igrejas. Um pastor abriu uma escola tempos atrás, mas extremistas forçaram as autoridades da ilha a fechá-la. Há só quatro igrejas na ilha de Pemba, onde os cristãos sofrem a enorme opressão devido ao extremismo islâmico.

A principal fonte de perseguição tem sido o extremismo islâmico, presente em algumas da ilhas.

A ilha de Pemba possui 13 cadeiras do parlamento, e todos foram ocupados recentemente por membros do partido Frente Unida Cívica, cuja visão é fazer de Zanzibar um Estado islâmico, e levá-lo de volta à influência de um governo árabe.

A Igreja, em geral, enfrenta muitas lutas. Os cristãos têm dificuldades em registrar seus templos, comprar terrenos, receber educação e encontrar emprego. A evangelização dos muçulmanos ainda é extremamente difícil.





Somália

17 07 2009

A Somália (em somali Soomaaliya; em árabe الصومال‎, transl. aṣ-Ṣūmāl), oficialmente República Somali (Jamhuuriyadda Soomaaliya), é um país africano do Corno de África (ou Chifre de África), limitado a norte por Djibouti e pelo Golfo de Aden, do outro lado do qual se encontra o Iémen, a leste e a sul pelo oceano Índico, por onde faz fronteira com um arquipélago iemenita dominado pela ilha de Socotorá e a oeste pelo Quénia e pela Etiópia. Sua capital é Mogadíscio.

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 É difícil contabilizar a população somali. O último censo foi realizado pelo governo em 1975; a partir daí só há estimativas, que devem ainda levar em conta o número de nômades e o movimento de refugiados, que fogem da fome e da guerra entre os clãs.

A maioria da população pertence à etnia somali, que se divide em inúmeros clãs. Os quatro maiores clãs – dir, daarwood, hawiye e isxaaq -, no entanto, respondem por aproximadamente três quartos da população do país. Os outros clãs, considerados inferiores, agrupam 20% dos somalis localizados no sul, e uma minoria pertence à etnia banta.

O islamismo é a religião oficial da Somália e, com raras exceções, a maioria dos somalis segue a tradição sunita. Há alguns hindus entre os indianos que trabalham no país.

 A Somália é uma das nações mais pobres do mundo. Após anos de guerra civil, a economia entrou em colapso e é controlada por uma minoria que explora o narcotráfico, a venda de armas e o comércio de alimentos. A maioria dos somalis vive da pecuária e da agricultura de subsistência, e depende dos programas de ajuda humanitária.

A fome atingiu proporções catastróficas (75% da população segundo a FAO em 1997). Nos anos seguintes a situação piorou: a guerra civil, que dividiu o território em lugares em poder dos grupos inimigos, secas colossais atingiram a região do Chifre da África e destruiram lavouras inteiras. Muitos homens e seus animais ficaram sem água nem comida. Para piorar, não existem meios seguros de distribuição.

Os primeiros missionários cristãos chegaram à Somália em 1881. Em quase um século de trabalho, eles conseguiram algumas centenas de convertidos, até que foram obrigados a se retirar do país em 1974.

Há um pequeno número de somalis convertidos ao cristianismo morando na Somália, e muitos foram assassinados nos últimos anos por radicais islâmicos que juraram acabar com todos os somalis cristãos.

A falta de lei no país (não há Constituição, por exemplo) abre espaço para o crescimento do extremismo religioso, que é o grande responsável pela perseguição aos cristãos somalis.

Há uma Carta de direitos do governo de transição, mas ela não possui restrições ou proteções à liberdade religiosa. Duas regiões no país – Somalilândia e Puntlândia – adotaram o islamismo como a religião oficial. Em ambas as regiões, os muçulmanos não podem abandonar o islamismo, sob pena de morte.

Extremistas têm acusado organizações cristãs de ajuda humanitária de aproveitarem o caos no país para divulgar o evangelho. Tais acusações acabam atraindo a atenção da mídia e levando a ataques públicos contra os cristãos por parte dos jornais locais. Além disso, os partidos políticos muçulmanos têm publicado relatórios que detalham os programas evangelísticos e advertem severamente o povo somali a manter distância de tais atividades.

Fontes: Portas Abertas e Wikipédia

Nos lembremos sempre da Somália, que necessita muito do nosso clamor em todos os aspectos (sociais, econômicos, religioso, etc)





Quênia

16 07 2009

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O Quênia é um país da África Oriental, limitado a norte pelo Sudão e pela Etiópia, a leste pela Somália e pelo oceano Índico, a sul pela Tanzânia e a oeste pelo Uganda. Ganhou seu nome do Monte Quênia (nevado), seu ponto geográfico mais elevado. A capital é Nairobi. 

A população do Quênia tem alta taxa de crescimento. Por conta disso, o país tem uma das populações mais jovens do planeta, com mais de 40% dos quenianos abaixo dos 15 anos de idade.

São faladas 61 línguas no país. O inglês e o suaíli são os idiomas oficiais, utilizados para os quenianos de diferentes etnias se comunicarem. O Quênia abriga um grande número de refugiados somalis, mais de 170 mil, que se refugiam no leste do país.

Nairóbi, a capital, abriga mais de 2,5 milhões de pessoas, e é uma das cidades que mais cresce no mundo.

Quanto à religião, aproximadamente 80% da população do país é cristã. Oficialmente, o islamismo abrange 10% dos quenianos, mas alguns grupos muçulmanos afirmam ser 30%. O islamismo é preponderante entre a etnia somali, e é o maior grupo do Centro-Norte do país. Ele também representa 50% da população da Província da Costa, ao sul. A parte disso, o restante da população é majoritariamente cristão.

O país é o centro de comércio e finanças do leste africano. No entanto, seu progresso tem sido impedido pela corrupção. O setor dominante da economia queniana é o de serviços, que garante 60% do PIB. O desemprego é alto, em torno de 40%.

A Igreja no Quênia tem seu início datado em 1844, com a chegada de missionários. O Reavivamento do Leste Africano (1948-1960) marcou profundamente as Igrejas Anglicana, Presbiteriana e Metodista. O crescimento de igrejas pentecostais tem sido enorme. A Igreja sofre resistência na fronteira com a Somália, leste do país. Ela se origina da conversão de muçulmanos ao cristianismo. Há alguns incidentes isolados, do mesmo tipo, na capital. A perseguição em algumas áreas tem levado igrejas a fechar as portas. Outro motivo para a perseguição são as ousadas campanhas evangelísticas praticadas por algumas igrejas. Essas campanhas desperta a fúria de fundamentalistas e de pessoas que se opõem à evangelização de muçulmanos.

Fontes: Portas Abertas e Wikipédia

Oremos pelo Quênia.

 

 





Eritreia

8 07 2009

Eritreia é o mais jovem país africano. A Eritréia é limitada a norte e leste pelo Mar Vermelho, por onde faz fronteiras com a Arábia Saudita e com o Iémen, a sul com o Djibouti e com a Etiópia e a oeste com o Sudão. Capital: Asmara. O leste e o nordeste do país tem um linha costeira extensa no Mar Vermelho, diretamente através da Arábia Saudita e o Iêmen. O Arquipélago de Dahlak e várias das Ilhas Hanish fazem parte da Eritréia.

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Ex-colônia italiana, a Eritreia foi ocupada pela Inglaterra em 1941. Em 1952, as Nações Unidas resolveram transformá-la em uma entidade autônoma federada à Etiópia. Entretanto, dez anos depois, o imperador da Etiópia Haile Selassie decidiu anexá-la ao território etíope, dando início a uma luta armada que durou 32 anos.

A independência veio logo depois da derrota do sucessor de Haile Selassie, Mengistu Haile Marian. Em 1993, em um referendo apoiado pela Etiópia, o povo eritreu votou quase que unanimemente em favor da independência, deixando a Etiópia sem saída para o mar.
A Eritréia é um país multilinguístico e multicultural com duas religiões dominantes (Islão Sunita e Cristianismo Ortodoxo) e nove grupos étnicos. Embora não reconheça uma língua oficial, o país conta com três línguas de trabalho: tigrínia, árabe e inglês.

Os cristãos estão sofrendo a pior perseguição de toda a história da Eritreia.

A Constituição de 1997 provê liberdade religiosa, no entanto, ela ainda não foi implementada. Assim, não é permitida a distribuição de Bíblias no Exército e nas escolas. Desde setembro de 2001, foi suspensa definitivamente toda impressão de materiais religiosos (papeis e livros devocionais ou particulares etc.).

Desde maio de 2002, todas as igrejas evangélicas estão fechadas por ordem do governo e precisam de autorização para funcionar. A prática de prender aqueles que se reúnem ou exercem qualquer outra atividade religiosa sem a autorização do governo já causou a prisão de mais de dois mil cristãos. Eles são mantidos em condições desumanas, presos em contêineres de metal ou em celas subterrâneas.

Os evangélicos não têm personalidade jurídica e, até agora, os registros para suas igrejas não foram concedidos. Atualmente, a igreja evangélica reúne-se ilegalmente nas casas. O governo controla as escolas que eram cristãs e reluta em registrar outras.

(Fontes: Wikipédia e Portas Abertas)

Oremos para que a perseguição seja atenuada neste país, que mais líderes cristãos sejam levantados ali e tenham muita sabedoria e força. E que o governo seja correto e justo com todas as religiões.





Nigéria

8 07 2009

A Nigéria ocupa o 26º na classificação dos países.

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A Nigéria é um dos países mais populosos dá África e o oitavo país mais populosos do mundo; com uma população de mais de 155 milhões de habitantes, o pais contém a maior “negra” do mundo.

São faladas 521 línguas na Nigéria. O inglês é usado como idioma oficial, uma língua com a qual os diversos grupos étnicos podem se comunicar entre si.
A rica economia do petróleo continua sendo prejudicada pela instabilidade política, pela má condução das políticas macroeconômicas e pela corrupção. Infelizmente, a Nigéria tem falhado em promover avanços no que se refere à diversificação da economia com o objetivo de livrar-se da grande dependência do capital petroleiro. A Nigéria é local de operação da maioria dos vigaristas da chamada fraude da Nigéria. Estima-se que haja entre 100.000 e 300.000 vigaristas a actuar a partir da Nigéria, embora muitos se encontrem noutros locais do mundo.

Embora exista liberdade para evangelizar, há uma forte oposição dos muçulmanos contra aqueles cristãos que procuram praticar este ministério. A oposição islâmica já foi responsável pela morte de muitos mártires, especialmente na região norte do país. Apenas entre 1982 e 1996, ocorreram mais de 18 conflitos de grande escala entre cristãos e muçulmanos no norte da Nigéria. Tais conflitos deixaram um saldo de mais de 600 cristãos mortos e cerca de 200 igrejas incendiadas.

Os Estados não têm permissão para escolher uma religião. Entretanto, desde 1999, a lei islâmica, sharia, foi adotada em 12 Estados do norte. Alguns políticos do norte esperam que a introdução da sharia atraia uma significativa quantidade de grandes investidores de países árabes.

Apesar da garantia de que essa controvertida lei será aplicada somente aos muçulmanos, os cristãos nigerianos e os ex-muçulmanos temem discriminação sob o regime legal.

Sabe-se que as garotas cristãs dos Estados islâmicos do norte são forçadas a usar o hijab, traje muçulmano feminino, quando frequentam uma escola pública. Apesar de as escolas mantidas pelo governo serem obrigadas a ensinar tanto a educação religiosa cristã como muçulmana, as autoridades de muitas partes do norte impedem o ensino do cristianismo.

(Fonte: Wikipédia e Portas Abertas)

Oremos pela Nigéria, sobretudo para que se torne base de missionários, porque tem potencial para isto e o local é estratégico.





Argélia

16 06 2009

A Argélia tem o segundo maior território do continente africano e ocupa o 19º lugar na classificação de países com perseguição.

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A Argélia tem a sétima maior reserva de gás natural do mundo e é o segundo maior exportador de gás. É ainda o 14º país com maiores reservas de petróleo. A sua capital é a Argel, tem como língua oficial o árabe, o francês e várias línguas bérberes. A população da Argélia é estimada em 32.531.853 habitantes, 90% desses habitantes vivem na região costeira e a maioria deles segue o islamismo.

Atualmente, cerca de um terço dos cristãos da Argélia é de estrangeiros. Apesar de haver milhares de cristãos argelinos, eles representam menos que 0,5% da população e organizam cultos em reuniões secretas nos lares. De acordo com um decreto aprovado em 2006, qualquer ação que possa ser entendida como uma forma de tentativa de conversão dos islâmicos a uma outra religião é crime, a punição é de dois a cinco anos de prisão e multa.

Organizações missionárias são autorizadas a realizar atividades humanitárias sem a intervenção do governo com tanto que não evangelizem muçulmanos. Os argelinnos que se convertem praticam sua fé secretamente, para evitar problemas com a justiça.

Que sempre lembremos da Argélia em nossas orações, pedindo ao Senhor que fortaleça os irmãos argelinos, para prosseguirem com a sua fé.








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