Projeto Conexão África 2010

4 09 2009

*CONEXÃO ÁFRICA  2010

O que é?

O Projeto Conexão África 2010 é um projeto da igreja evangélica brasileira Utilizaremos a Copa do Mundo de 2010 na África do Sul como palco para as ações evangelísticas de 200 missionários voluntários brasileiros entre os sul-africanos e milhares de turistas de todo o mundo.

Coordenação:

O Projeto Conexão África 2010 é um projeto da CBME – Coalizão Brasileira de Ministérios Esportivos, em parceria com a JMM – Junta de Missões Mundiais e a FABTEO – Faculdade Batista de Teologia.

A coordenação geral:

Pr. Marcos Grava:

- Coordenador da CBME para Grandes Eventos Esportivos

- Coordenador do PEM – Programa Esportivo Missionário da JMM

- Participação no Projeto de evangelização durante a Copa do Mundo da Alemanha em 2006

- Coordenador do Projeto Mais que Ouro durante o PAN e PARAPAN 2007, no Rio de Janeiro

- Coordenador do Projeto Conexão China 2008

- Coordenador do Projeto Voluntário Haiti 2009

- Coordenador da Turnê da Esperança – África 2009, com a Equipe ALEM Brasil de Futebol

Pr. Marcelo Rodrigues de Oliveira

- Diretor da FABTEO

- Coordenador do Projeto Conexão China 2008-

Rede de Intercessores

Luciana Lisboa Vasconcelos

Divulgação e Assessoria de Imprensa

Nelson Cortes dos Santos

 

Suporte Técnico (site)

Jailton Barbosa da Conceição

 

Suporte Logístico

Elza Bento dos Santos

 

Período de Atuação:

O Projeto Conexão África 2010 acontecerá no período entre 05 e 25 de junho de 2010.

Local:

As atividades evangelísticas do Projeto Conexão África 2010 serão desenvolvidas em cidades-sede da Copa do Mundo de 2010, possivelmente em Johannesburg, Porto Elizabeth e Pretoria.

Custo de Participação no Projeto:

O custo total de participação no projeto: transporte aéreo, transporte local, seguro-viagem, estadia, e alimentação será de aproximadamente US$ 2.500,00 (Dois mil e quinhentos dólares). O custo exato dependerá do valor da passagem no momento da compra pelo participante.

Atividades:

Dentre as atividades que realizaremos estão:

  1. Intercessão
  2. Evangelismo pessoal
  3. KidsGames
  4. Visitação nos lares
  5. Palestras e pregações
  6. Distribuição de água no estádio
  7. Clínicas de futebol
  8. Atividades infantis
  9. Jogos amistosos
  10. Apresentações artísticas (música, dança, teatro)
  11. Atividades circenses
  12. Outras

 

Treinamento:

Os seguintes treinamentos serão realizados nos primeiros dias em África:

- KidsGames

- Clínicas de futebol

- Inglês básico para evangelização

- Capelania

- Batalha espiritual

- Esculturas de balões e pintura de rosto

- Palhaços

- Como preparar mensagens bíblicas

Inscrições:

A partir de 1º de setembro de 2009 estará aberta a inscrição para o Projeto Conexão África 2010. Os candidatos inscritos receberão um e-mail de confirmação de sua inscrição. Após o envio pelo correio da ficha de inscrição preenchida e dos documentos exigidos, os candidatos serão avaliados pela Coordenação de Seleção e os aprovados serão encaminhados para a compra da passagem.

Serão aceitos no Projeto Conexão África 2010 os 200 (duzentos) primeiros voluntários inscritos e aprovados pela Coordenação de seleção.

Obs. Tanto a Pré-inscrição como a Inscrição, quando efetivadas, não são garantia de que o candidato participará do Projeto Conexão África 2010.

 Perfil do Voluntário:

  • Crente em Jesus Cristo, comprometido com Deus e com a sua igreja;
  • Membro atuante de uma Igreja genuinamente evangélica por, pelo menos, dois anos;
  • Ter vida cristã exemplar, firmeza doutrinária e aptidão comprovada para evangelização, pregação do Evangelho e submissão à liderança;
  • Ter completado, pelo menos, o Ensino Fundamental;
  • Ser saudável física, mental e psicologicamente;
  • Ter idade mínima de 16 (dezesseis) anos. (exceto acompanhado (a) por responsável legar)

*Informações da própria organização do Projeto

Quem tiver a chance de ir, não perca essa grande oportunidade!!!

Fiquem com Deus.





Fome no mundo

6 08 2009

A paz queridos,

 No dia 19 de Junho de 2009 a ONU emitiu um comunicado sobre a fome neste ano de 2009. De acordo com este comunicado mais de um bilhão de pessoas não terão o que comer, 11% a mais que o ano passado. Na Bíblia vemos várias passagens onde Deus espera do seu povo humilhação e clamor para que a situação seja mudada, como em Lamentações 2:19 e 2 Crônicas 7:14, então, que oremos sem parar e nos humilhemos, assumindo nossa forma de servo, pedindo que Senhor tenha misericórdia dos povos mais necessitados, que o Senhor fortaleça nosso coração para passar por tudo sem perder o foco, que é viver eternamente ao lado Dele, por que sabemos que tudo que está acontecendo são sinais da vinda de Cristo, e também sabemos que quando Ele voltar toda lágrima e toda dor irão acabar.

Abaixo segue um artigo tirado do site da Globo, dando mais detalhes sobre o comunicado da ONU.

“A barreira de um bilhão de pessoas que sofrem de desnutrição será superada em 2009 em consequência da crise econômica mundial, anunciou nesta sexta-feira (19) a Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO).

“Pela primeira vez na história da humanidade, mais de um bilhão de pessoas, concretamente 1,02 bilhão, sofrerão de desnutrição em todo o mundo”, adverte a FAO em seu relatório anual sobre a segurança alimentar mundial.

“O número supera em quase 100 milhões (11% a mais) o do ano passado e equivale a uma sexta parte aproximadamente da população mundial”, diz a agência da ONU, que tem sede em Roma.

A crise silenciosa da fome cria um risco grave para a paz e segurança mundial”, disse o diretor geral da FAO, Jacques Diouf. “Precisamos urgentemente formar um consenso amplo para a erradicação total e rápida da fome.”

  A FAO define como subnutrida a pessoa que ingere menos de 1.800 calorias por dia. Segundo a agência, quase todos os subnutridos vivem nos países em desenvolvimento.

Cerca de 642 milhões estão na Ásia e na região do Pacífico, e 265 milhões na África Subsaariana. Na América Latina e no Caribe, são 53 milhões. 

O número de subnutridos no mundo passou de 825 milhões no biênio 1995-1997 a 873 milhões de 2004 a 2006.

Em 2008, o númerou caiu de 963 milhões a 915 milhões por uma melhor distribuição dos alimentos, mas a tendência se reverteu com o agravamento da crise econômica e financeira do fim do ano. 

 Contradição

Kostas G. Stamoulis, diretor da Divisão de Desenvolvimento Econômico Agrícola da FAO, disse que é a primeira vez na história que o mundo tem tantos famintos. 

Segundo ele, trata-se de uma contradição, porque o mundo tem muita riqueza, apesar da crise Stamoulis disse que há recursos para eliminar a fome no mundo.

“Este ano, temos quase um recorde de colheira de grãos, então não há falta de comida, há falta de acesso à comida àqueles que têm fome.

a alta do preço de suprimentos como o arroz detonaram conflitos no mundo desenvolvido no ano passado.

A fome cresceu mesmo após a forte alta na produção de cereais em 2009, e uma pequena baixa no preço da comida em relação a meados de 2008.

No entanto, a média dos preços dos alimentos ainda está 24% mais alta, em termos reais, que em 2006, segundo a FAO.

A crise econômica mundial aumentou o problema para as pessoas afetadas pela perda de empregos.

O relatório prevê que os pobres urbanos devem ser os mais afetados, à medida que a crise faz minguar os investimentos estrangeiros e a demanda por exportações. Milhões devem voltar aos campos em decorrência disso.

A crise também afeta a qualidade da nutrição, à medida que as famílias tendem a buscar alimentos mais baratos, como os grãos, que são ricos em calorias mas contêm menos proteínas que a carne e os laticínios.

A FAO baseia sua estimativa em análises feitas pelo Departamento de Agricultura dos EUA. O relatório completo sobre a insegurança alimentar no mundo será apresentado oficialmente em outubro.

  Longe do objetivo

 Para a FAO, o objetivo fixado em 1996 na Cúpula Mundial sobre a Alimentação (CMA) de reduzir à metade o número de pessoas com fome não será alcançado.

A meta foi ratificada, no entanto, com o compromisso de ser atingida em 2015, em uma reunião da ONU em Roma em junho de 2008.

As estimativas da FAO confirmam a tendência desalentadora da última década para uma insegurança alimentar maior e revelam claramente o impacto da crise nas populações mais pobres do planeta.

“O aumento da insegurança alimentar que aconteceu em 2009 mostra a urgência de encarar as causas profundas da fome com rapidez e eficácia”, afirma a organização.

“A atual desaceleração da economia mundial, que segue a crise dos alimentos e dos combustíveis e coincide em parte com ela, está no centro do forte aumento da fome no mundo”, indica a agência da ONU.

As estimativas alarmantes da FAO foram publicadas três semanas antes da reunião de cúpula dos chefes de Estado e de Governo do G8, os oito países mais ricos do mundo, na cidade italiana de L’Aquila, de 8 a 10 de julho.
A crise econômica e suas repercussões, em particular na África, o continente mais afetado, estão na agenda da reunião.”





Mauritânia

21 07 2009

A Mauritânia (em árabe: موريتانيا; transl. Mūrītāniyā), oficialmente República Islâmica da Mauritânia (الجمهورية الإسلامية الموريتانية, transl. Al-Jumhūriyyah al-Islāmiyyah al-Mūrītāniyyah) é um país situado no noroeste da África. Situa-se na região do deserto do Saara, e faz fronteira com o oceano Atlântico a oeste, com o Senegal a sudoeste, Mali a leste e sudeste, com a Argélia a nordeste e com o Saara Ocidental a noroeste. Recebeu o nome da antiga província romana da Mauritânia, que posteriormente batizou um reino berbere da região. A capital e maior cidade é Nouakchott, localizada na costa do Atlântico.

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A Mauritânia foi uma colônia francesa por séculos, mas obteve sua independência em 1960. Em 1984, Maaouya Ould Sid Ahmed Taya tomou o poder em um golpe, e governou a Mauritânia com mão-de-ferro por mais de duas décadas. Uma série de eleições presidenciais realizada por ele foi vista amplamente como fraude. Uma junta militar assumiu o poder no agosto de 2005, derrubou Taya, dissolveu o parlamento, suspendeu partes da Constituição e formou um governo de transição.

Em 19 de abril de 2007, a junta e o governo de transição entregaram o controle a Abdallahi, eleito democraticamente para a presidência. O presidente Abdallahi convocou o parlamento, devolvendo a ordem constitucional ao país. Mas em agosto de 2008 o Exército depôs Abdallahi em um golpe de Estado e formou um conselho de Estado para dirigir a Mauritânia. O fato aconteceu depois de o presidente tentar demitir antigos comandantes do Exército. O novo governo enfatizou a redução da pobreza, melhora da saúde e da educação e a privatização da economia.

O cristianismo chegou à Mauritânia no início do século XX por meio de padres católicos e missionários. Os cristãos não chegam a 1% da população, somando apenas cerca de mil pessoas.

Há protestantes na capital, mas eles não têm sido capazes de iniciar nenhum trabalho de peso no país. A maior parte da atividade evangelística é dirigida a trabalhadores imigrantes da África subsaariana. Não há igreja liderada por mauritanos. Os cristãos do país não conhecem muito do cristianismo, e têm princípios bastante influenciados pelo islamismo. Há missionários no país. Todos eles estão envolvidos com o trabalho de organizações não governamentais (ONGs), ou possuem um emprego secular para garantir seu sustento.

As leis proíbem os mauritanos de ouvir o evangelho ou de se converter ao cristianismo. O governo se encarrega de manter o cristianismo longe do povo. A lei diz que a apostasia (abandono do islamismo) resultará na morte do convertido, embora essa sentença não tenha sido executada (formalmente) nos últimos anos.

Há também artigos na lei de imprensa que restringem a impressão, a distribuição e a importação de materiais religiosos não-islâmicos, embora a posse pessoal desses materiais não seja ilegal.

A divisão da sociedade em tribos e castas dificulta ainda mais a vida dos convertidos. A tribo da qual o indivíduo faz parte é mais importante do que o país, pois as tribos existem bem antes de o país se formar. A atitude de se converter ao cristianismo é vista pela tribo como uma negação dos valores e da identidade do grupo. Isso faz com que alguns não queiram se converter, e que os convertidos não queiram revelar sua nova fé.

Novos convertidos são rejeitados pela família e pela tribo, e membros da tribo podem ser encontrados em praticamente qualquer lugar. As pessoas de origem cristã também sofrem opressão severa em sua comunidade.

Fontes: Portas Abertas e Wikipédia





Tunísia

21 07 2009

A Tunísia (Tūnis – تونس) é um país do norte de África, limitado a norte e a leste pelo Mar Mediterrâneo, através do qual faz fronteira com a Itália, ficando especialmente próxima da ilha de Pantalaria e das ilhas Pelágias, a leste e a sul pela Líbia e a oeste pela Argélia. Capital: Túnis.

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Os fenícios colonizaram a Tunísia por volta do ano 1000 a.C., estabelecendo na cidade de Cartago um importante centro comercial para o Mediterrâneo.

Séculos mais tarde, por volta de 200 a.C., os romanos conquistaram a região e a anexaram ao seu império, permitindo que o cristianismo chegasse à Tunísia assim que surgiu. No entanto, exércitos islâmicos dominaram a região e grande parte do Norte da África no século VII, erradicando completamente toda a influência cristã. O domínio muçulmano perdurou por vários séculos, até que os conflitos com nações europeias tiveram início.

Em 1880, tropas francesas invadiram a Tunísia e, três anos depois, o país tornava-se um protetorado da França. A influência francesa permeou a nação e deixou uma profunda marca, mas o sentimento nacionalista acabou prevalecendo e levando a Tunísia à sua independência em 1956. Nos primeiros anos, a Tunísia declarou-se república e entrou em conflito com a França inúmeras vezes. Com o passar do tempo, a estabilidade foi finalmente alcançada e o país pôde dar continuidade a sua aproximação com o mundo árabe.

O sistema democrático do país é frágil. Partidos muçulmanos foram banidos, mas o presidente deve ser islâmico. O presidente Zine el Abidine está cumprindo o seu quarto mandato de cinco anos.

O cristianismo chegou ao território da Tunísia no final do século I e foi profundamente marcado pelo cisma donatista – um notável movimento herético desencadeado pelo bispo Donato de Cartago, no século IV.

Embora o islamismo tenha varrido a Tunísia no século VII, o cristianismo ainda conseguiu sobreviver na região por mais 300 anos. No século XIII, uma nova Igreja foi implantada no país por missionários franciscanos e dominicanos.

Atualmente, há aproximadamente 25 mil cristãos no país, a maioria dos quais é de católicos franceses ou refugiados libaneses. Amedrontados e isolados, os cristãos de cidadania tunisiana somam apenas alguns milhares e, por serem carentes de treinamento teológico, são presas fáceis da perseguição.

A Constituição tunisiana declara o islamismo a religião oficial do país e determina que o chefe de Estado seja muçulmano. Por outro lado, ela também assegura a liberdade de consciência e protege o livre exercício de culto, desde que não perturbe a ordem pública.

Essa postura tem sido administrada diante do crescente fundamentalismo islâmico no país e o governo proíbe a evangelização, embora haja tolerância ao culto cristão. O islamismo, enraizado na sociedade, cria significativas barreiras culturais à conversão.

Fontes: Wikipédia e Portas Abertas





Zanzibar

20 07 2009

Hoje, 20 de julho, é o dia de orarmos pelo 31º país na classifação por perseguição. Zanzibar é nome dado ao conjunto de duas ilhas ao largo da costa da Tanzânia, na margem leste africana, que foram um estado semi-autônomo. As duas ilhas são chamadas Unguja (em swahili) ou Zanzibar e Pemba.

A capital das ilhas fica em Unguja e tem igualmente o nome de Zanzibar. A parte antiga da cidade chama-se “Cidade de Pedra” (Stone Town ou Mji Mkongwe, em kiSwahili) e é um sítio tombado pelo Patrimônio Mundial.

Bandeira_Zanzibar

Em 1844, os missionários e exploradores alemães Johann Krapf e Johan Rebmann chegaram à área como os representantes da Sociedade da Igreja Missionária, fundada na Inglaterra. Após eles, a Igreja Católica chegou ao país, na década de 1850.

Desde aquela época até hoje, a Igreja foi estabelecida, mas nunca cresceu. Isso aconteceu por causa da presença histórica do islã e do impulso missionário que é enfocado na Tanzânia, e não nas ilhas sob seu governo.

A ilha de Unguja tem apenas 25 igrejas. Em Tumbatu não há igrejas. Um pastor abriu uma escola tempos atrás, mas extremistas forçaram as autoridades da ilha a fechá-la. Há só quatro igrejas na ilha de Pemba, onde os cristãos sofrem a enorme opressão devido ao extremismo islâmico.

A principal fonte de perseguição tem sido o extremismo islâmico, presente em algumas da ilhas.

A ilha de Pemba possui 13 cadeiras do parlamento, e todos foram ocupados recentemente por membros do partido Frente Unida Cívica, cuja visão é fazer de Zanzibar um Estado islâmico, e levá-lo de volta à influência de um governo árabe.

A Igreja, em geral, enfrenta muitas lutas. Os cristãos têm dificuldades em registrar seus templos, comprar terrenos, receber educação e encontrar emprego. A evangelização dos muçulmanos ainda é extremamente difícil.





Somália

17 07 2009

A Somália (em somali Soomaaliya; em árabe الصومال‎, transl. aṣ-Ṣūmāl), oficialmente República Somali (Jamhuuriyadda Soomaaliya), é um país africano do Corno de África (ou Chifre de África), limitado a norte por Djibouti e pelo Golfo de Aden, do outro lado do qual se encontra o Iémen, a leste e a sul pelo oceano Índico, por onde faz fronteira com um arquipélago iemenita dominado pela ilha de Socotorá e a oeste pelo Quénia e pela Etiópia. Sua capital é Mogadíscio.

Bandeira_somalia

 É difícil contabilizar a população somali. O último censo foi realizado pelo governo em 1975; a partir daí só há estimativas, que devem ainda levar em conta o número de nômades e o movimento de refugiados, que fogem da fome e da guerra entre os clãs.

A maioria da população pertence à etnia somali, que se divide em inúmeros clãs. Os quatro maiores clãs – dir, daarwood, hawiye e isxaaq -, no entanto, respondem por aproximadamente três quartos da população do país. Os outros clãs, considerados inferiores, agrupam 20% dos somalis localizados no sul, e uma minoria pertence à etnia banta.

O islamismo é a religião oficial da Somália e, com raras exceções, a maioria dos somalis segue a tradição sunita. Há alguns hindus entre os indianos que trabalham no país.

 A Somália é uma das nações mais pobres do mundo. Após anos de guerra civil, a economia entrou em colapso e é controlada por uma minoria que explora o narcotráfico, a venda de armas e o comércio de alimentos. A maioria dos somalis vive da pecuária e da agricultura de subsistência, e depende dos programas de ajuda humanitária.

A fome atingiu proporções catastróficas (75% da população segundo a FAO em 1997). Nos anos seguintes a situação piorou: a guerra civil, que dividiu o território em lugares em poder dos grupos inimigos, secas colossais atingiram a região do Chifre da África e destruiram lavouras inteiras. Muitos homens e seus animais ficaram sem água nem comida. Para piorar, não existem meios seguros de distribuição.

Os primeiros missionários cristãos chegaram à Somália em 1881. Em quase um século de trabalho, eles conseguiram algumas centenas de convertidos, até que foram obrigados a se retirar do país em 1974.

Há um pequeno número de somalis convertidos ao cristianismo morando na Somália, e muitos foram assassinados nos últimos anos por radicais islâmicos que juraram acabar com todos os somalis cristãos.

A falta de lei no país (não há Constituição, por exemplo) abre espaço para o crescimento do extremismo religioso, que é o grande responsável pela perseguição aos cristãos somalis.

Há uma Carta de direitos do governo de transição, mas ela não possui restrições ou proteções à liberdade religiosa. Duas regiões no país – Somalilândia e Puntlândia – adotaram o islamismo como a religião oficial. Em ambas as regiões, os muçulmanos não podem abandonar o islamismo, sob pena de morte.

Extremistas têm acusado organizações cristãs de ajuda humanitária de aproveitarem o caos no país para divulgar o evangelho. Tais acusações acabam atraindo a atenção da mídia e levando a ataques públicos contra os cristãos por parte dos jornais locais. Além disso, os partidos políticos muçulmanos têm publicado relatórios que detalham os programas evangelísticos e advertem severamente o povo somali a manter distância de tais atividades.

Fontes: Portas Abertas e Wikipédia

Nos lembremos sempre da Somália, que necessita muito do nosso clamor em todos os aspectos (sociais, econômicos, religioso, etc)





Quênia

16 07 2009

Bandeira_quenia

O Quênia é um país da África Oriental, limitado a norte pelo Sudão e pela Etiópia, a leste pela Somália e pelo oceano Índico, a sul pela Tanzânia e a oeste pelo Uganda. Ganhou seu nome do Monte Quênia (nevado), seu ponto geográfico mais elevado. A capital é Nairobi. 

A população do Quênia tem alta taxa de crescimento. Por conta disso, o país tem uma das populações mais jovens do planeta, com mais de 40% dos quenianos abaixo dos 15 anos de idade.

São faladas 61 línguas no país. O inglês e o suaíli são os idiomas oficiais, utilizados para os quenianos de diferentes etnias se comunicarem. O Quênia abriga um grande número de refugiados somalis, mais de 170 mil, que se refugiam no leste do país.

Nairóbi, a capital, abriga mais de 2,5 milhões de pessoas, e é uma das cidades que mais cresce no mundo.

Quanto à religião, aproximadamente 80% da população do país é cristã. Oficialmente, o islamismo abrange 10% dos quenianos, mas alguns grupos muçulmanos afirmam ser 30%. O islamismo é preponderante entre a etnia somali, e é o maior grupo do Centro-Norte do país. Ele também representa 50% da população da Província da Costa, ao sul. A parte disso, o restante da população é majoritariamente cristão.

O país é o centro de comércio e finanças do leste africano. No entanto, seu progresso tem sido impedido pela corrupção. O setor dominante da economia queniana é o de serviços, que garante 60% do PIB. O desemprego é alto, em torno de 40%.

A Igreja no Quênia tem seu início datado em 1844, com a chegada de missionários. O Reavivamento do Leste Africano (1948-1960) marcou profundamente as Igrejas Anglicana, Presbiteriana e Metodista. O crescimento de igrejas pentecostais tem sido enorme. A Igreja sofre resistência na fronteira com a Somália, leste do país. Ela se origina da conversão de muçulmanos ao cristianismo. Há alguns incidentes isolados, do mesmo tipo, na capital. A perseguição em algumas áreas tem levado igrejas a fechar as portas. Outro motivo para a perseguição são as ousadas campanhas evangelísticas praticadas por algumas igrejas. Essas campanhas desperta a fúria de fundamentalistas e de pessoas que se opõem à evangelização de muçulmanos.

Fontes: Portas Abertas e Wikipédia

Oremos pelo Quênia.

 

 








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