Pós – Marcha pra Jesus

5 11 2009

Como comunicamos no post passado nós, do blog Viva Missões, estivemos presentes na Marcha pra Jesus 2009. O fato de podermos proclamar e declarar a todos que somos do Senhor Jesus sem sofrermos conseqüências sérias é maravilhoso! Ver todas aquelas pessoas “marchando pra Jesus” em um feriado foi muito lindo! Mas o nosso intuito foi chamar atenção dos cristãos para a causa da igreja perseguida, e entrevistar algumas pessoas pra sabermos quantas conhecem a igreja perseguida e quantos cristãos congregam em igrejas que são envolvidas em missões. O resultado não foi dos melhores, Fomos com uma faixa e isso chamou muita atenção, muitos paravam para ler o que estava escrito. Mas quando entrevistamos as pessoas, percebemos que a maioria sequer sabia da existência da igreja perseguida, alguns demoravam pra responder que conheciam, mas estava claro que não tinham a menor idéia do que estavam respondendo, é triste saber que os cristãos livres não se deram conta, até hoje, que há pessoas em pleno século XXI que morrem por escolherem a Cristo como seu maior exemplo.

 Sabemos que isso é apenas uma pequena contribuição, mas que os irmãos perseguidos possam saber que nós estamos na luta com eles, “segurando a corda” do lado de cá.

Deixamos uma fotinho da ação SL733092e um abraço!





Noites de luta e reggae enchem igrejas evangélicas no Brasil

15 09 2009

Alexei Barrionuevo*
Em São Paulo

A atmosfera estava elétrica na igreja Renascer em Cristo na noite de “Extreme Fight”. Seguidores da igreja vestiam jeans e tênis, muitos com bonés virados para trás, e se alinhavam num ringue de boxe temporário para aplaudir lutadores de jiu-jitsu de peitos desnudos.

Eles gritavam quando o favorito dos fãs, Fabio Buca, resistiu ao seu oponente após vários minutos. Eles ficaram frenéticos quando o Pastor Dogão Meira, de 26 anos, abateu o seu opositor, segurando ele com uma chave de braço por apenas 10 segundos de luta.

Depois da luta do “Extreme Fight”, lutadores e público fazem oração em igreja de São Paulo

Com a multidão ainda vibrando, o pastor Mazola Maffei, vestido em calças militares e camiseta, pegou o microfone. Maffei, que também é o treinador de luta de Meira, então deixou a multidão absorta com um sermão sobre a ligação entre esportes e espiritualidade. “Vocês precisam praticar mais o esporte da espiritualidade”, ele recomendou. “Vocês precisam lutar pelas suas vidas, pelos seus sonhos e ideais”.

A Renascer em Cristo está entre o crescente número de igrejas evangélicas no Brasil que estão encontrando maneiras de se conectar com pessoas mais jovens para aumentar suas fileiras. De noite de luta à música reggae, de videogames a tatuadores no local, as igrejas ajudaram a fazer o movimento evangélico o movimento espiritual que cresce mais rápido no Brasil.

Igrejas evangélicas estão atraindo brasileiros para longe do catolicismo romano, a religião dominante no Brasil. Em 1950, 94% dos brasileiros disseram ser católicos, mas o número caiu para 74% em 2000. Enquanto isso, a percentagem daqueles que dizem ser evangélicos se multiplicou por cinco neste período, atingindo 15% em 2000. Um novo censo do governo deve sair no ano que vem.

Apesar da grande conexão do Brasil com o catolicismo, mais e mais brasileiros querem experimentar e escolher sua própria religião, diz Silvia Fernandes, professora da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, que escreveu um livro sobre o movimento evangélico no Brasil.

Ela disse que mais brasileiros foram atraídos para as igrejas evangélicas ou o pentecostalismo, para uma “flexibilidade na expressão religiosa”. Eles vêem igrejas como a Renascer como lugares onde eles podem se expressar mais livremente e “não apenas procurar soluções para problemas pessoais, mas também encontrar um lugar para conhecer pessoas e socializar”.

Meira disse que para jovens que procuram salvação, o evangelismo pode preencher uma lacuna. “Aqui eles entram na igreja, às vezes para ver uma competição de luta, recebem a palavra de Jesus Cristo, e começam uma transformação. Eles vão deixar as drogas, começar a respeitar sua família e começar a curar doenças da alma, como ansiedade, depressão, drogas, álcool e prostituição”, disse.

No meio do movimento jovem, a Renascer em Cristo sofreu sua parcela de controvérsia. Os líderes da igreja, Estevam e Sonia Hernandes, voltaram ao Brasil no mês passado depois de passar vários meses em uma prisão americana por tentar entrar clandestinamente com mais de US$ 56.000 nos Estados Unidos, incluindo US$ 9.000 escondidos numa Bíblia. Eles ainda enfrentam acusações de fraude, apropriação indébita, evasão de impostos e lavagem de dinheiro no Brasil.

A Renascer tenta contratar pastores mais jovens, que podem se relacionar melhor com adolescentes. Meira é um pastor de meio período; ele também trabalha, durante o dia, em marketing para uma empresa familiar de tintas e estuda propaganda à noite.

Na noite do Extreme Fight, dezenas de jovens pairavam em volta da igreja. Na sala da frente, barracas vendiam cachorro-quente e pizza e jovens se alinhavam em um canto para fazer tatuagens com temas religiosos, como “Eu pertenço a Jesus”. Na sala principal, havia videogames, um DJ tocando uma mistura de hip-hop e funk, e uma tela de projeção mostrando um DVD do Harlem Globetrotters.

Apesar de a maioria ter vindo para o evento principal, o Extreme Fight, eles deixam-se ficar. Depois de quatro lutas e do sermão de Maffei, os membros formaram pares. Um colocou sua mão na testa do outro e falou de Jesus Cristo, o outro fechou bem os olhos.

O crescimento do movimento evangélico jovem visa brasileiros de todas as classes. Na igreja Bola de Neve, jovens profissionais se misturam a outros de famílias de renda mais baixa e problemáticos.

Pastores lideram um rebanho de mais de 2.500 membros nas noites de domingo estimulados por músicas de reggae e rock, com letras religiosas projetadas em uma enorme tela.

O “apóstolo” da igreja, Rinaldo Pereira, disse que teve uma experiência próxima à morte relacionada a drogas e hepatite 17 anos atrás, antes de um evento “sobrenatural” o levar a dedicar a sua vida a Deus.

Em 1999, Pereira e outros poucos surfistas ávidos fundaram a Bola de Neve, inspirados pela ideia de que uma bola de neve começa pequena mas pode crescer e ficar grande. A igreja recebeu seu impulso inicial de um empresário de roupas de surf, que emprestou um auditório para a igreja. Precisando de um altar para sua primeira cerimônia, Pereira pegou uma prancha de surf que viu no corredor e a colocou em algumas cadeiras.

Hoje a igreja diz ter cem unidades, a maioria no Brasil. Uma delas, na Barra da Tijuca, área do Rio de Janeiro perto da praia, começou três anos atrás, com sete pessoas, e agora tem cerca de 3.000 integrantes.

Esportes e música “superam todos os tipos de limites”, disse Pereira em uma entrevista.

“As pessoas podem não entrar numa igreja, mas definitivamente vão assistir a uma luta, a um campeonato de surf, a um evento musical”, ele disse. “Tanto o esporte quanto a música transmitem uma mensagem para o público”.

Em São Paulo, a igreja é verdadeiramente um assunto familiar. Num domingo, Pereira, de 37 anos, fez um sermão que durou três horas, ainda usando uma prancha de surf de cabeça para baixo como seu púlpito. A mulher dele, Denise, que também é pastora, aqueceu a multidão, cantando com força letras com uma banda de rock às suas costas.

No porão da igreja, o filho deles de 16 anos de idade, Nathan, liderou uma multidão de adolescentes e jovens. O pastor “em treinamento”, de cabelo espetado, fez um sermão sobre Jesus Cristo com habilidade de talk-show. Em determinado momento, ele segurou um recipiente de plástico branco e estimulou os jovens seguidores a fazer doações, assegurando a eles que Deus “daria de volta em dobro” o que quer que eles oferecessem.

Escadas acima, onde seu pai fazia um sermão, um homem e uma mulher jovens tomam o palco e declaram seu amor. Pereira parabeniza pelo menos dois jovens casais por seus novos bebês, segurando-os para o alto para todos verem.

À medida que seu sermão atinge o clímax, os membros fecham seus olhos firmemente e seguram os braços, como num transe, cantando e se balançando com a música enquanto lágrimas escorrem em seus rostos.

Depois da cerimônia, Dom Luiz Bayeux, de 22 anos, contou como chegou ali. Ele cresceu num lar problemático, onde seu padrasto, um viciado em crack, morreu de Aids. Aos 13 anos, um rebelde Dom começou a sua vida no crime. Cinco anos depois, sua busca para escapar do vício o levou a muitos lugares e a várias religiões.

Depois de fracassar em um exame para entrar para as Forças Armadas, ele se lembrou de ter ouvido falar sobre a Bola de Neve. No dia em que ele chegou, o pastor disse aos membros: “Vocês estão aqui para entrar para o Exército de Jesus Cristo”.

Para ele, era uma intervenção divina. “O fato de que aqui as pessoas falam a mesma língua e vivem no mesmo estilo de vida que eu foi o que realmente me atraiu a este lugar, e o que me ajudou a me manter aqui”, ele disse.

*Com a colaboração de Mery Galanternick, no Rio de Janeiro
Tradução: Marcelle Ribeiro

Texto extraído do site:

http://noticias.uol.com.br/midiaglobal/nytimes/2009/09/15/ult574u9673.jhtm





México: Polícia quer melhorar desempenho contratando evangélicos

6 09 2009
(ALC) Com o propósito de prevenir delitos e combater a corrupção na corporação policial, o Ministério de Segurança Pública vai contratar jovens evangélicos, com menos de 35 anos, e que tenham o perfil adequado para a função.

A Polícia Federal quer que esses jovens desenhem novas estratégias de luta contra a delinquência organizada. Ela entende que pastores transmitem, dos púlpitos, valores e respeito às instituições.

A iniciativa partiu do pastor Miguel Bustamante, servidor público do Ministério de Segurança, que propôs a contratação de jovens evangélicos a fim de que se integrem no que deverá ser a nova Polícia Científica, a quem caberá o combate do crime organizado e a fiscalização da corrupção.

Bustamante explicou que esses jovens não vão cobrir o pessoal que está na luta de frente e combate a máfia organizada com armas de alto poder de fogo, mas trabalharão na área administrativa, no planejamento de estratégias de combate aos delitos como o roubo, a pornografia infantil, a lavagem de dinheiro, o narcotráfico.

Assim, jovens evangélicos sem emprego terão a oportunidade de fazer parte do “novo rosto” da polícia, sem distinção de sexo. Os requisitos são que o candidato tenha entre 21 a 35 anos, tenham concluído cursos universitários.

Fonte: www.alcnoticias.org 





Lula institui o Dia Nacional da Marcha para Jesus

4 09 2009

Boa notícia!!!

Nosso presidente, neste quinta-feira (03/09) sancionou a lei que institui o Dia Nacional da Marcha para Jesus. O dia da marcha será sempre no primeiro sábado depois de passados 60 dias do domingo de Páscoa. Para comemorar essa notícia, vão aí algumas informações sobre esse  evento:

*A Marcha para Jesus é um evento internacional e interdenominacional (ou seja, realizados conjuntamente por diversas denominações evangélicas) que ocorre anualmente em milhares de cidades do mundo. Criada originalmente em Londres, em 1987, com nome de “City March”, chegou ao Brasil, através da iniciativa de lideranças evangélicas, principalmente da Igreja Renascer em Cristo e de outras igrejas neopentecostais, apoiada também por igrejas tradicionais e pentecostais.

Entre 1994 e 2000 foi realizada como um evento global, ocorrendo em cerca de 170 países na mesma data.

Em muitas cidades as marchas reúnem multidões. A maior das Marchas para Jesus é realizada na cidade de São Paulo e reúne anualmente milhões de pessoas.

Além de São Paulo – cidade onde acontece a maior Marcha do mundo – centenas de cidades, incluindo as principais capitais do país, possuem a sua edição do evento.

Fazendo parte do calendário oficial de diversas cidades, a Marcha para Jesus conta com a participação de trios elétricos de diversas comunidades e igrejas cristãs, envolvendo diversas denominações.

A primeira Marcha para Jesus aconteceu em 1987 na cidade de Londres, no (Reino Unido), e foi fundada pelo pastor Roger Forster, da Ichthus Christian Fellowship, pelo cantor e compositor Graham Kendrick, Gerald Coates do movimento Pioneer e Lynn Green, de Youth with a Mission. A expectativa inicial de 5 mil pessoas foi largamente superada pela presença de 15 mil participantes, motivando a realização de um novo evento.

Em 1990, a Marcha já havia se espalhado por 49 cidades em todo o Reino Unido e também em Belfast (capital da Irlanda), onde 6 mil católicos e protestantes se reuniram. A estimativa foi de cerca de 200 mil religiosos participando do evento. A Marcha logo se expandiu para os demais continentes. No ano de 1993 o evento foi realizado pela primeira vez no Brasil.

Em 1994 foi realizada a primeira versão global do evento, alcançando 170 países e com a presença de 10 milhões de participantes. A última versão global da “marcha” aconteceu em 10 de junho de 2000. Desde então, o grupo organizador original se dispersou e a organização do evento tem ocorrido por parte de iniciativas locais distintas.

Em 1998, mais de dez milhões de pessoas em países como Andorra, Argentina, Austrália, Áustria, Barbados, Bolívia, Botswana, Bulgária, Canadá, Colômbia, Croácia, Cuba, Chipre, Dinamarca, Estados Unidos, Equador, Filipinas, Finlândia, França, Gana, Guiné Bissau, Hong Kong, Itália, Japão, Moçambique, Nepal, Nigéria, Nova Zelândia, Paraguai, Polônia, Porto Rico, Romênia, Rússia e Singapura saem todos os anos às ruas para o evento.

A primeira edição brasileira do evento levou cerca de 350 mil pessoas às ruas de São Paulo, com destino ao Vale do Anhangabaú, onde ocorreu um show gospel e foram arrecadados agasalhos. Em 2008 a Marcha reuniu 1,2 milhões de pessoas segundo a medição oficial da Polícia Militar, menos da metade dos 3 milhões que segundo a mesma Polícia Militar, a Marcha de 2006 havia reunido

*Fonte: Wikipédia