Irã

4 07 2009

O Irã é a antiga Pérsia, que apareceu muitas vezes nas histórias da Bíblia , foi no Irã que se passou a história de Daniel na cova dos leões e a luta de Ester e Mardoqueu para salvar o povo judeu. O Irã ocupa o 3º lugar na classificação dos países com perseguição.

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A população do Irã é de 71,6 milhões de habitantes e 68,1% dessa população é urbana. Os idiomas falados no Irã são persa, curdo, turco e os dialetos nacionais. A religião oficial do Irã é o Islamismo, praticado por 98% dos iranianos.

A economia tem como base o petróleo, mas a tapeçaria do país é muito conhecida no mundo. O Irã se desenvolveu de forma significativa, mas grande parte do progresso foi perdida nas décadas seguintes à revolução de 1979, e o crescimento da economia tem sido moderado.

O país sofre com o alto índice de desemprego e com a inflação, que chegou a 26% em junho de 2008. Com o desemprego, a bem-educada juventude iraniana emigra em busca de emprego em outros países.

Atualmente o Irã participa da OPEP (Organização dos Países Exportadores de Petróleo). Esse grupo de países detém 78% das jazidas de petróleo do mundo, abastecendo 40% do mercado mundial. A atuação da OPEP permitiu uma valorização do produto, desse modo, os países integrantes recebem preços melhores.

O Irã também faz parte do chamado “Eixo do Mal”, acusado de fabricar armas de distruição em massa e inimigo declarado dos E.U.A.

A Igreja está presente no país desde épocas remotas, como do Antigo Testamento. Mas, com a chegada do islamismo no Irã, ela começou a sofrer opressão. Embora os direitos de cristãos, judeus e zoroastras sejam assegurados pela Constituição, na prática, todos são vítimas de retaliação e perseguição. As restrições e a perseguição ao cristianismo têm se multiplicado rapidamente nos últimos anos.

Muitas igrejas recebem visitantes durante seus cultos, alguns deles, entretanto, são da polícia secreta e monitoram as reuniões.

Cristãos ativos sofrem pressão. São interrogados, detidos e, às vezes, presos e agredidos. Casos mais críticos envolvem até a execução.

Os muçulmanos que se convertem ao cristianismo são rotineiramente interrogados e espancados. Além disso, acredita-se que muitos homicídios não esclarecidos são praticados por radicais que frequentemente ameaçam os cristãos de morte.

Dia 1º de Julho foi o dia de clamor pelo Irã, mas que nós nos lembremos deste país todos os dias em nossas orações.


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