Paquistão

4 07 2009

No 13º lugar da classificação, está o Paquistão. Com sua população de 170 milhões (36% urbana) é o sexto país do mundo em população e possui uma das maiores populações muçulmanas do planeta. Os idiomas são Urdu, inglês.

Paquistão

Ao apoiar os ataques norte-americanos ao Afeganistão, em 2001, o Paquistão obteve grande ajuda econômica dos EUA na forma de linhas de crédito e reescalonamento de dívidas. A economia do Paquistão cresceu bastante nos últimos tempos mas, ainda assim, a economia do Paquistão é caracterizada pela pobreza da população.

A Constituição estabelece o islamismo como a religião do Estado. Ela também declara que as minorias religiosas devem ter condições para professar e praticar sua religião em segurança. Apesar disso, o governo limita a liberdade religiosa.

Uma forma de limitação é a lei de blasfêmia paquistanesa. Essa lei sentencia à morte quem deprecia o islã ou seus profetas; à prisão perpétua quem deprecia, danifica ou profana o Alcorão; e a dez anos de prisão quem insulta os sentimentos religiosos de outra pessoa.

A lei de blasfêmia tem sido bastante usada por indivíduos que querem resolver questões pessoais, uma vez que, para acusar alguém de ter blasfemado, não é necessário ter provas. Precisa-se apenas da acusação formal. No contexto paquistanês, a palavra de um muçulmano vale pela palavra de dois cristãos, e isso dificulta o processo de defesa.

Embora nenhum cristão paquistanês até agora tenha sido executado após sua condenação, mais de uma dezena de pessoas foram acusadas e forçadas a viver em condições desumanas na prisão, em esconderijos ou no exílio.

(Fontes: Portas Abertas e Wikipédia)

Que a Palavra de Deus alcance toda a população deste país.





Belarus

4 07 2009

A Bielorrússia ou Bielo-Rússia (em bielorrusso e russo Беларусь, transl. Belarus) é o 44º na classificação por perseguição.

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Tem uma população de 9,6 milhões sendo 71,6% urbana. O país abriga alguns russos, ucranianos e poloneses em seu território. Quase 100% da população é alfabetizada. Estima-se que 88% das crianças estejam matriculadas nas escolas. No século XVI, o território de Belarus, formado por diversas tribos, mantinha uma unidade linguística e cultural. No entanto, não estava organizado como nação. Em 1569, o território foi anexado pela Polônia.

Com a primeira partilha da Polônia, em 1772, a Rússia ficou com o leste de Belarus. Até o final de 1795, todo o território bielo-russo estava sob o domínio russo.

Apenas em 1991, Belarus obteve sua independência. Os laços políticos e econômicos que o país ainda mantém com a Rússia são mais fortes do que com qualquer outra república soviética. 

A indústria automotiva e de máquinas e implementos é responsável por 40% do PIB da Bielorússia. Os postos de trabalho estão dispostos na mesma ordem.
Desde sua eleição em julho de 1994, como primeiro presidente do país, Alexander Lukashenko vem consolidando seu poder por meio de medidas autoritárias. As restrições do governo à liberdade de expressão e imprensa ainda vigoram no país. Os idiomas são o russo e o bielorrusso.

Não há uma religião oficial no país, mas a Igreja Ortodoxa é a única reconhecida. Há pequenas comunidades muçulmanas, hare krishnas, bahai e judaicas. A comunidade evangélica é diversa. Há grupos que se separaram da Igreja Ortodoxa, chamados de velhos crentes. Há denominações tradicionais, como batistas, luteranos, presbiterianos, a Igreja Reformada, e a Igreja Neo-Apostólica. Existem congregações pentecostais também, como a Igreja do Evangelho Pleno e a Igreja de Cristo e grupos menores.

A liberdade religiosa sofre restrições por parte do governo tanto direta como indiretamente, de acordo com provisões da Lei Religiosa de 2002, e uma concordata com a Igreja Ortodoxa Bielo-russa, reconhecendo-a como a única denominação ortodoxa. Dessa forma, apesar de não existir religião oficial, a concordata garante à Igreja Ortodoxa Bielo-russa um status privilegiado.

O governo aplica leis que limitam a liberdade de culto, expressão e reunião, e tem provocado alguns atos de intolerância religiosa. Ele se refere de maneira depreciativa a grupos que não considera tradicionais, e rotula-os de “seitas” em suas publicações, apesar de essa não ser uma designação oficial. Protestantes, em particular, causam uma impressão negativa, provavelmente por serem vistos como aliados aos Estados Unidos.

(Fonte: Portas Abertas e Wikipédia)

Que a liberdade deste país cresça a cada dia à todos os cristãos.





Djibuti

4 07 2009

Dia 02 de Julho foi o dia do clamor por Djibuti, país que fica no continente africano, rodeado pela Etiópia, pela Eritréia e pela Somália. O Djibuti ocupa o 38º lugar na classificação de países que sofrem perseguição.

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A capital, também chamada Djibuti, é a maior cidade do país e abriga dois terços da população nacional. A população é estimada em 848 mil pessoas, os idiomas falados são o francês, o árabe, o somali e o afar.

O alto índice de desemprego – 60% nas cidades e 83% no campo – continua a ser um enorme problema. Mas, como a economia do país depende muito do trabalho de estrangeiros, a renda per capta de um imigrante é quase o dobro da de um djibutiano.

Quase metade da população de Djibuti tem menos de 15 aos de idade e a expectativa de vida não chega aos 50 anos.

A independência do país só veio em 1977, e mesmo depois de se tornar um país independente mantém laços estreitos com a França.

A religião oficial é o islamismo, o cristianismo é praticado apenas por 6% da população. Há liberdade de religião, mas a evangelização é desencorajada, todos os grupos religiosos devem se cadastrar no Ministério do Exterior, submetendo-lhe um pedido. Esse Ministério, com o Ministério do Interior, investiga o grupo requerente. Uma vez aprovado, o requerente assina um acordo de dois anos, detalhando suas atividades.

A liberdade religiosa em Djibuti nos dá esperança de um crescimento maior da igreja, peçamos ao Senhor estratégias para que essa liberdade seja usada de forma correta, para alcançar todos os djibutianos.





Irã

4 07 2009

O Irã é a antiga Pérsia, que apareceu muitas vezes nas histórias da Bíblia , foi no Irã que se passou a história de Daniel na cova dos leões e a luta de Ester e Mardoqueu para salvar o povo judeu. O Irã ocupa o 3º lugar na classificação dos países com perseguição.

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A população do Irã é de 71,6 milhões de habitantes e 68,1% dessa população é urbana. Os idiomas falados no Irã são persa, curdo, turco e os dialetos nacionais. A religião oficial do Irã é o Islamismo, praticado por 98% dos iranianos.

A economia tem como base o petróleo, mas a tapeçaria do país é muito conhecida no mundo. O Irã se desenvolveu de forma significativa, mas grande parte do progresso foi perdida nas décadas seguintes à revolução de 1979, e o crescimento da economia tem sido moderado.

O país sofre com o alto índice de desemprego e com a inflação, que chegou a 26% em junho de 2008. Com o desemprego, a bem-educada juventude iraniana emigra em busca de emprego em outros países.

Atualmente o Irã participa da OPEP (Organização dos Países Exportadores de Petróleo). Esse grupo de países detém 78% das jazidas de petróleo do mundo, abastecendo 40% do mercado mundial. A atuação da OPEP permitiu uma valorização do produto, desse modo, os países integrantes recebem preços melhores.

O Irã também faz parte do chamado “Eixo do Mal”, acusado de fabricar armas de distruição em massa e inimigo declarado dos E.U.A.

A Igreja está presente no país desde épocas remotas, como do Antigo Testamento. Mas, com a chegada do islamismo no Irã, ela começou a sofrer opressão. Embora os direitos de cristãos, judeus e zoroastras sejam assegurados pela Constituição, na prática, todos são vítimas de retaliação e perseguição. As restrições e a perseguição ao cristianismo têm se multiplicado rapidamente nos últimos anos.

Muitas igrejas recebem visitantes durante seus cultos, alguns deles, entretanto, são da polícia secreta e monitoram as reuniões.

Cristãos ativos sofrem pressão. São interrogados, detidos e, às vezes, presos e agredidos. Casos mais críticos envolvem até a execução.

Os muçulmanos que se convertem ao cristianismo são rotineiramente interrogados e espancados. Além disso, acredita-se que muitos homicídios não esclarecidos são praticados por radicais que frequentemente ameaçam os cristãos de morte.

Dia 1º de Julho foi o dia de clamor pelo Irã, mas que nós nos lembremos deste país todos os dias em nossas orações.





Sri Lanka

4 07 2009

O Sri Lanka é uma ilha próxima à Índia e ocupa o 36º lugar na classificação dos países com perseguição.

 srilanka

A população do Sri Lanka é de 20,1 milhões, mais de 90% da população é alfabetizada, e o desemprego é pequeno. Cerca de 800 mil cingaleses trabalham no exterior, 90% deles no Oriente Médio. Os idiomas falados no Sri Lanka são cingalês, tâmil e vários outros dialetos.

O Sri Lanka foi um dos países afetados pelo Tsunami no ano de 2004. Só no país morreram 31 mil pessoas e mais de 6.000 ficaram desaparecidas.

A religião mais praticada no Sri Lanka é o budismo, seguido pelo hinduísmo. A evangelização é permitida pela Constituição, mas isso não é obedecido em todas as regiões.

O crescimento da igreja no país trouxe às comunidades budistas e hindus muita preocupação, essas comunidades acabaram conseguindo introduzir leis que fazem das conversões um crime punido por lei.

Em consequência, a propaganda anticristã tem aumentado substancialmente na mídia, acompanhada de acusações contra igrejas, exigências de restrições mais severas e, em casos mais extremos, do incêndio criminoso de templos cristãos. Eles são realizados por extremistas budistas, inspirados por relatos de conversões forçadas de budistas ao cristianismo.

Oremos para que os nossos irmãos na fé do Sri Lanka continuem levando a palavra de Deus a todos os lugares do país, sabendo que o Senhor está ao lado deles, os fortalecendo e confortando.