Dia 29/06 é o dia do clamor pelo país que ocupa o triste topo da lista de classificação dos países perseguidos.

A população da Coréia do Norte é de pouco mais de 23 milhões de pessoas. Etnicamente, ela é constituída quase que totalmente por coreanos (99%). Há um pequeno número de chineses e japoneses. Segundo estimativas do governo, 70% da população não professa nenhuma religião. O restante segue crenças asiáticas como xamanismo, confucionismo ou budismo. Há grupos cristãos de protestantes, católicos e ortodoxos.
Ser cristão é perigoso na Coreia do Norte; por isso o país ocupa, pelo sexto ano consecutivo, a primeira posição na Classificação de países por perseguição. O Estado não hesita em torturar e matar qualquer um que possua uma Bíblia, esteja envolvido no ministério cristão, organize reuniões ilegais, ou até que tenha contato com outros cristãos (na China, por exemplo). Os cristãos que sobrevivem às torturas são enviados para os campos de concentração. Lá, as pessoas recebem diariamente alguns gramas de comida de má qualidade para sustentar o corpo que trabalha por 18 horas. A menos que aconteça um milagre, ninguém sai desses gigantes campos com vida. De acordo com missionários, os cristãos norte-coreanos mantêm suas Bíblias enterradas nos quintais, embrulhadas em plásticos. Alguns pastores na China oram por doentes e pregam através de interurbanos feitos por telefone celular, segundo a reportagem. Tudo isso num intervalo de tempo que vai de cinco a dez minutos. Os “cultos telefônicos” têm de ser rápidos, e muitas vezes são interrompidos bruscamente, porque a Coreia do Norte usa rastreadores para localizar os telefones.
(Fonte: Portas Abertas)
Como se não bastasse isso tudo, nos últimos dias temos visto as notícias de testes de bombas nucleares por parte da Coréia do Norte. Ação que faz parte de um “esquema” entre o grupo de países designado, desde 2002, de “Eixo do Mal”, que ameaça a segurança mundial.
Enfim, clamemos para que a perseguição na Coréia do Norte seja atenuada; para que, de maneira geral, os recursos e oportunidades para a evengelização aumentem progressivamente e que os cristãos norte-coreanos sejam firmes e fortes nessa batalha.








